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VOZ DA TERRA
Jornal de Monte Verde 

Diretor Responsável: Egydio Coelho da Silva - Diretora de redação: Suely Silva
Rua dos Eucaliptos, 61 - Monte Verde - Camanducaia - MG - Brasil
Fone: 35-3438-2035 - Fale Conosco

- Bem-vindo !
FÓRUM DE MONTE VERDE / CAMANDUCAIA
MENSAGENS RECENTES NO FINAL DA PÁGINA

Coordenador: Egydio Coelho da Silva

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 07 DE NOVEMBRO DE 2.006
De: Jeremias Bueno de Oliveira
Cidade: Monte Verde. Estado: MG.  País: Brasil
Para: Fórum de Moradores

Assunto: CARTA ABERTA - CONSTRUÇÃO DO QUARTEL EM MONTE VERDE. 

O CONSEP – MV, pelo seu presidente, vem à população de Monte Verde a fim de evitar desdobramentos inúteis, encerrando eventuais discussões sobre o assunto, esclarecer:
Efetivamente errou ao “convocar” membros da Associação Comercial a prestar esclarecimentos em reunião já designada. Não teve qualquer intenção de ofender quem quer que seja, pois vários de seus membros não têm o perfeito domínio da língua portuguesa nem conhecimento de direito.
Foi a pressa, motivada pelo desejo de discutir tema tão importante. O fundamental acredita, são as intenções, pois este Órgão, como ninguém ignora, foi criado para assessorar a política de segurança pública no Distrito.
Se a entidade errou, o que de público reconhece, não deixa de lamentar a atitude da Associação Comercial, que sem qualquer sentido, colocou em dúvida assunto que desconhece, pois nunca participou dos estudos, nem está acompanhando os levantamentos orçamentários para as obras de melhoria de segurança no Portal. Poderia, simplesmente, responder não ser este Órgão competente para tal atitude. A agressão é absolutamente gratuita. Esclarece, por oportuno, que o CONSEP-MV não está arrecadando fundos, mas sim, colhendo assinaturas de adesão com a intenção, de, no futuro, quando os estudos e orçamentos estiverem definidos, executar as melhorias em nosso Portal.
O fato de estar empenhado em outro projeto, não significa não apoiar a iniciativa de construção do Quartel, que entende importantíssimo para a segurança local.
Por fim, informa, não ser de sua responsabilidade comentários, sobre o assunto, inseridos na imprensa local”, junto às publicações do “convite” e da “convocação”.
Monte Verde, 07 de novembro de 2006.
Jeremias Bueno de Oliveira, presidente.
Caro Jeremias,
Ao interpretar que o valor que se pretende arrecadar seria muito alto, o que leva a crer que se pretenda superfaturar a filmadora, procurei mais colaborar do que criticar.
Recentemente li notícia que dizia que  a Prefeitura de São Paulo já colocou milhares de aparelhos semelhantes em muitos pontos estratégicos em São Paulo. E constava ali que o seu preço havia caído muito. Talvez se procurassem informações junto a órgãos competentes da Prefeitura paulistana, se encontrasse indicação onde comprar aparelho eficiente sem onerar mais ainda os contribuintes de Monte Verde, que já pagam aqui altíssimos impostos, gastos com altos salários com auxiliares de primeiro escalão.
Quanto aos comentários publicados em determinado órgão de imprensa, faccioso e político, eu nunca leio e se recebo emails sobre o assunto os apago sem ler.
Ao longo de minha atividade jornalística de mais de 40 anos, tenho por princípio de que é "melhor não ter informação nenhuma do que ter informação errada".
 Abçs. e grato pela sua manifestação. Egydio Coelho da Silva

VOZ DA TERRA ON LINE-MONTE VERDE EM 07/11/2.006

O secretário de turismo, Gustavo Arrais, compareceu no final da reunião e novamente levantou a questão do dinheiro arrecadado para o quartel e sugeriu ao presidente o levantamento de quem doou e o encaminhamento de um oficio ao presidente Egydio Coelho, mesmo não tendo o apoio de todo membro do CONSEP, que já havia ausentado da reunião o oficio foi encaminhado.

Ata da Reunião dia 30 de outubro de 2006 do Conselho de Segurança Pública de Monte Verde
Aos trinta dias do mês de outubro de dois mil e seis, às dez horas iniciou mais uma reunião do Consep-MV, na Casa de Pedra, no distrito de Monte Verde. O presidente Jeremias abriu a reunião e a secretária Suely Silva pediu a sua renúncia devido a mudança de cidade e por não concordar em pressionar a ACMV na prestação de contas, por achar indevido, já que o presidente da mesma, Egydio Coelho, já deixou a disposição de todos que contribuíram o número da conta especial na qual está depositado o dinheiro, que servirá apenas para a construção do quartel e não para especulação de terceiros que nada contribui e está difamando a entidade. O presidente Jeremias falou de uma nova sede, já que o CONSEP se encontra atualmente com o endereço da ACMV, na rua eucaliptos nº 61. Também comentou sobre a doação de um computador para o CONSEP. O Sargento Casa Grande falou sobre as novas instalações da PM e as medidas adotadas para conter o crime no distrito. Um dos membros do CONSEP, Celso Demeo, elogiou a PM e falou que a imagem da mesma está mudando, graças ao trabalho realizado com o apoio da comunidade local. O senhor Dalton Osterne tomou a palavra concordando com a melhoria e disse que hoje notamos uma integração maior da PM e comunidade, onde todos criticavam, mas nada fazia para melhorar. O Sargento Casa Grande disse que a PM passou por um período sem informação e denúncia da sociedade, sem falar nas denúncias descabíveis que já aconteceram. Acrescentou dizendo que a sociedade está acordando e contribuindo com a PM. Falou também sobre a nova lei de entorpecentes que é ainda mais rígida, que não existe quantidade certa para autuar tráfico, pois portar e transportar drogas de qualquer espécie e quantidade é considerado crime inafiançável. O Sargento salientou sobre o trabalho de prevenção realizado nas escolas, sobre o rádio que será instalado no Portal e o treinamento dos funcionários. Muitos presentes falaram sobre o perfil dos vigias do Portal que não estão treinados para uma emergência, sobre os baixos salários oferecidos pela prefeitura. Em seguida, o presidente Jeremias falou sobre uma das pautas da reunião, onde foi discutido a segurança dos pedestres no Morro da Baiana, onde o perigo de atropelamento é constante por falta de calçada. O senhor Arnaldo, falou que na posse do subprefeito, Marcelo de Souza, ele mesmo solicitou a alargamento da ponte e a calçada para pedestres. Ficou decidido enviar um oficio a prefeitura pedindo calçada, depressão e alargamento da ponte, para maior conforto dos pedestres. O próximo item da pauta foi sobre a falta de iluminação publica em locais de risco, que já foram todas catalogadas pelo CONSEP. O presidente Jeremias listou aproximadamente trinta e sete ruas sem iluminação e ficou decido enviar um oficio a prefeitura para solucionar o problema. Outro item discutido foi a sugestão de identificar todos os funcionários, principalmente em obras, com a possibilidade de levantar a ficha de algum suspeito e foragido que esteja na região. Todos aprovaram a idéia. O senhor Dalton Osterne deu a sugestão de contatar com os donos de obras, arquitetos, engenheiros e responsáveis, para informa-los sobre a identificação dos funcionários. Foi feita uma avaliação de quanto falta para arrecadar da comunidade para a implantação do sistema de segurança no Portal, com câmeras de última geração e cancela. O valor do projeto é setenta e seis mil reais, no qual o número de assinantes contribuintes já chegaram em torno de quarenta e seis mil reais. Muitos perguntaram qual seria a contribuição da prefeitura, mas não tivemos retorno, por não haver nenhum representante na reunião. O secretário de turismo, Gustavo Arrais, (que não contribuiu com a ACMV) compareceu no final da reunião e novamente levantou a questão do dinheiro da ACMV arrecadado para o quartel e sugeriu ao presidente o levantamento de quem doou e o encaminhamento de um oficio ao presidente Egydio Coelho, mesmo não tendo o apoio de todo membro do CONSEP, que já havia ausentado da reunião o oficio foi encaminhado. Nada mais tendo a declarar, eu Suely Silva, secretaria do CONSEP, digitei a presente ata, sendo a última desta minha gestão.

Opinião de Voz da Terra:
É pena ver desvirtuado o objetivo do Consep, hoje tutelado politicamente pela Poderosa Trindade (Prefeitura, Secretaria do Turismo e AHPMV), da qual o Consep é agora apenas um apêndice.
Sinto-me com autoridade para dizer isso, porque antes que muitas pessoas soubessem o que era um Conseg (que em Monte Verde ou em Minas se denominou Consep) eu já, há mais de cinco anos, começara a defendê-lo com insistência e já havia escrito muito reclamando de sua falta em Monte Verde, textos inclusive disponíveis na internet nas páginas de Voz da Terra on line. Egydio Coelho da Silva, diretor de VT on line.

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 08 DE NOVEMBRO DE 2.006
De: José Cláudio César
Cidade: Tatuí. Estado: SP.  País: Brasil
Para: Fórum de Moradores

Assunto: Muita saudade de Monte Verde. 

Muita, mas muita saudade mesmo de Monte Verde; trabalhei com vendas de colchão magnético kenko patto em 1988 e cada dois ou três anos eu sempre volto p/ rever os amigos ai;  foi grande tristeza receber a noticia que seu Verner faleceu; era um grande amigo; se possível for manda um abraço p/ o Toninho Rosa o Leandro p/ Amadinho materiais de construção e gostaria de estar sempre recebendo noticias de Monte Verde desde já muito obrigado e um abração.

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 14 DE NOVEMBRO DE 2.006
De: Fernanda de Ornelas Sampaio
Cidade: São Paulo. Estado: SP.  País: Brasil
Para: Fórum de Moradores

Assunto: Estrada de Monte Verde / Camanducaia

Já visitei Monte Verde 3 vezes, sendo a primeira vez em 2001 e após 5 anos a "estrada" ou trilha de 30 km que liga Camanducaia ao distrito de Monte Verde continua cheia de buracos, falhas e falhas de "asfalto", ou seja, um completo aburdo , ignorância e falta de visão comercial e de respeito para com milhares de turistas que visitam a região, que é maravilhosa e linda e que deve ser preservada. Entretanto, preservar não é manter acesso difícil para que não seja visitada. Tal pensamento é tacanho e imbecil, pois os turistas levam e gastam dinheiro nas pousadas, hotéis, restaurantes e comércio. Eu e meu marido gastamos R$ 1.000 em um final de semana na cidade entre hospedagem, compras, etc. Será que o prefeito e as autoridades municiapis e estaduais não enxergam o potencial turístico da região? Preservar a natureza SIM mas manter uma trilha de terra batida, sem acostamento, placas e em estado tão precário é uma burrice e falta de respeito. Grata.
Cara Fernanda,
Parece que agora a Estrada vai sair, graças aos Governos Estadual e Federal.
Se dependesse da Prefeitura e de seus auxiliares com certeza não sairia nunca porque o "cobertor é curto" e a competência também. Grato pela participação. Egydio Coelho da Silva.

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 14 DE NOVEMBRO DE 2.006
De: João Batista M. Machado Jr
Cidade: Monte Verde. Estado: MG.  País: Brasil
Para: Fórum de Moradores

Assunto: Estrada de Monte Verde / Camanducaia-conservação. (texto enviado ao Prefeito e repassado ao Fórum)

Sr. Prefeito
Agora que finalmente deverá sair o asfalto da estrada Camanducaia - Monte Verde, surge uma dúvida, ou seja, como fazer para conservá-la? Uma vez que a estrada está sob a jurisdição da Prefeitura de Camanducaia, não tem esta poderes para, com base em pareceres técnicos determinar qual a tonelagem máxima dos veículos que estarão autorizados a por ela trafegarem?
João Batista M. Machado Júnior. Pousada Labrador

VOZ DA TERRA ON LINE-MONTE VERDE EM 18/11/2.006

ACMV reafirma que o valor arrecadado, graças ao trabalho de Roberto de Lucas, se encontra depositado no banco e dali só sairá para a construção do quartel. O presidente lamentou que o Prefeito, o Secretário de Turismo, a Ahpmv e Consep se arvorem em delegado de polícia, promotor e juiz.
Eis na íntegra a ata de reunião da Diretoria da Associação Comercial de Monte Verde (Acmv):

ATA DE REUNIÃO DIRETORIA EM 17-11-2006

Aos 17 (dezessete) dias do mês de novembro do ano 2.006 (dois mil e seis), realizou-se reunião informal às 16h00, iniciada no salão de reuniões do Green Village Hotel, tendo seqüência no estabelecimento comercial do Senhor Egon Boetcher no dia seguinte às 10h e terminada no estabelecimento comercial de Leandro Rosa às 11h30, em Monte Verde, para a qual foram convidados os membros da diretoria executiva da Associação Comercial de Monte Verde (ACMV) e o associado Roberto de Lucas, advogado da entidade. O presidente Egydio Coelho da Silva, ao abrir os trabalhos, convidou a mim, Sueli Aparecida Silva, para secretariar os trabalhos. Antes de tudo, o Presidente esclareceu aos diretores da Acmv que, pelos estatutos sociais, somente ele, presidente, representa a entidade em juízo e fora dela, portanto, nenhum membro da entidade pode ser ameaçado de processo por quem quer que seja. Por isso, explicou aos presentes que esta reunião objetiva apenas a ouvir a opinião de seus colegas de diretoria sobre o destino a ser dado ao valor depositado em banco em nome da ACMV (conta 5700, Bradesco Monte Verde), que o ex-presidente Roberto de Lucas com a ajuda de Leandro Rosa, graças ao prestígio e confiabilidade de ambos junto comunidade, conseguiu motivar os moradores e comerciantes de Monte Verde a contribuir com a segurança na cidade. Parte desse dinheiro cerca de 13 mil reais foi destinada à compra de viatura para Polícia Militar em face da permanente omissão dos poderes municipais, com o problema de segurança em Monte Verde. O presidente informou que, após ouvir a opinião de todos os membros da diretoria mesmo antes do início da reunião, se confirmou o desejo e o compromisso de todos de destinar o saldo, de cerca de 20 mil reais depositados em banco, exclusivamente para as obras do quartel da polícia militar a ser levantado junto ao Portal de Entrada da cidade. Disse também que a Acmv não se opõe à compra de filmadora e cancela no portal e que, segundo opinião de Roberto Stikan (com quem conversara antes do início da reunião por telefone), o qual doou o terreno para o quartel, a “filmadora e cancela de alta qualidade” ajudarão também em muito a segurança em Monte Verde. Disse que ficou convencido pelos argumentos apresentados por Roberto Stikan e que, inclusive, esses equipamentos, por ser de qualidade, não são baratos. Lamentou, porém, o fato de a Prefeitura de Camanducaia não se preocupar com a segurança em Monte Verde e, em vez de elogiar, o trabalho da Acmv em destinar essa verba para o quartel a critica dizendo que deveria empregar somente na compra de filmadora. E pior ainda: não quer investir nada na compra da filmadora e na construção do quartel, pois, sua construção deverá ser feita com a verba em poder da Acmv e com a venda de uma rua de Monte Verde, como se os impostos arrecadados em Monte Verde devessem se destinar somente a outras obras de menor interesse. Lamentou isso, pois, os impostos cobrados em Monte Verde são altíssimos, o que tem levado à inadimplência, endividando os empresários, tirando sua capacidade de investimento e diminuindo a oferta de emprego na cidade. Disse que tem recebido reclamação de pessoas, que dizem que as entidades de Monte Verde não deveriam brigar entre si, mas sim unir forças a favor de todos. Afirmou que essa acusação não serve para a Associação Comercial de Monte Verde, que sempre trabalhou em conjunto com a Sociedade Amigos de Monte Verde, Associação dos Moradores, entidades tradicionais e dirigidas por gente séria e decente. Disse que a reclamação deveria ser dirigida as duas entidades recém criadas, Ahpmv e Consep, que são coagidas pelo prefeito municipal Célio Farias dos Santos e seu secretário de turismo Gustavo Arrais e os quatro se arvoraram em delegado de polícia, em promotor público e juiz para investigar a Acmv, denunciá-la e julgá-la.
O crime da Acmv foi, graças ao prestígio do Roberto de Lucas e credibilidade de Leandro Rosa, conseguir arrecadar mais de 30 mil reais, com os quais comprou uma viatura para a Polícia Militar e mantém o restante depositado na agência bancária de Monte Verde. Disse que em hipótese nenhuma divulgará os nomes dos que contribuíram, salvo se receber o pedido por escrito de quem contribuiu, não só porque não deve satisfação a quem não contribuiu, mas também até por segurança e privacidade dos que contribuíram. Informou ainda que Roberto de Lucas e Leandro Rosa não se negam a prestar esclarecimentos a quem contribuiu, informando-os que todo dinheiro arrecadado foi devidamente depositado no banco. Entende ainda que o fato de manter depositado o valor no banco e não destiná-lo a outra finalidade mostra a seriedade da Acmv, que cumpre a sua parte no contrato com os doadores: o dinheiro que entrou para a construção do quartel sairá para a sua construção. Antes de passar a palavra a todos, o presidente solicitou a mim que não registrasse em ata os nomes dos presentes que fizessem crítica ao Prefeito e Secretário de Turismo, pois, é sabido que ambos fazem pressão e até coagem qualquer pessoa que se oponham ou façam critica a sua administração, inclusive os difamando em seu órgão de imprensa marrom e chapa branca.
Aberta a palavra aos presentes, houve sugestão de que a ACMV redigisse um ofício ao Prefeito e à Câmara Municipal de Camanducaia solicitando esclarecimentos sobre um acordo, que teria havia entre a Prefeitura e um hoteleiro de Monte Verde, para pagamento de impostos atrasados no qual teria havido prejuízo aos cofres públicos e também sobre obras em Monte Verde, que visam beneficiar companheiros do Prefeito e não ao povo em geral. O presidente, porém, rejeitou a sugestão, alegando que a função da Acmv é representar seus associados e defender todos os empresários e comerciantes, que já pagam impostos altíssimos e não criticá-los por tentar saldar seus débitos junto à Prefeitura. Entendeu, porém, que esse assunto deveria ser tratado pelos vereadores oposicionistas, que foram eleitos para fiscalizar a ação do Executivo municipal e também ao Ministério Público ao qual cabe a obrigação de evitar prejuízos ao erário público e nunca pela Acmv, que é uma entidade de defesa dos empresários e dos contribuintes.Houve também outra sugestão para que a ACMV oficiasse ao Prefeito solicitando informações sobre a verba utilizada pela Secretaria de Turismo, principalmente esclarecimentos a respeito dos seguintes itens:

1)     Qual é o valor consignado no orçamento à disposição da Secretaria de Turismo?

2)     Quanto dessa verba foi aplicado em Monte Verde?

3)     Quanto ainda resta dessa verba a ser aplicada?

4)     E o que a Secretaria de Turismo pretende fazer com essa verba restante?

O presidente concordou com a sugestão, que se enquadra nos objetivos da Acmv de defender os empresários e de lutar para o desenvolvimento do turismo no Distrito, e solicitou a mim que redigisse o ofício. Ao final da reunião, o Sr. Egon Boetcher, diretor da Acmv, solicitou ao presidente que o substituísse no cargo, pois, seus afazeres com outras atividades sociais, principalmente à frente da Sociedade Amigos de Monte Verde, não lhe deixam tempo para colaborar em trabalho para a Acmv. Disse, porém, que continuará associado da Acmv e, tudo que puder fazer no interesse da comunidade, fará sempre com bom gosto. Para substituí-lo foi indicado o associado Roberto de Lucas, com base em que dispõe o artigo 15 dos Estatutos em vigor. Nada mais havendo a tratar e para constar lavrou-se a presente ata.

Egydio Coelho da Silva-Presidente

Sueli Aparecida Silva, 2.º Secretária 


VOZ DA TERRA ON LINE-MONTE VERDE EM 18/11/2.006

Circuito Serras Verdes

Missão Técnica Circuito Serras Verdes do Sul de Minas e Sebrae
Bueno Brandão - “A Cidade das Cachoeiras”
Objetivo: integração entre as cidades que compõem o Circuito Turístico Serras Verdes do Sul de Minas. “Sem a sua participação as metas não serão alcançadas”
30/11/2006 – Quinta feira
06:30 hs – Saída em ônibus fretado da cidade de Extrema com escala em Cambuí, Estiva, Pouso Alegre e Inconfidentes
09:00 hs – Chegada em Bueno Brandão
Hotel Estância Campo Místico - www.hotelestancia.hpg.com.br – R$38,00 (com café da manhã) – Obs.: O Sebrae/MG vai tentar viabilizar a hospedagem.
09:30 hs – Saída para visita ao Alambique Zé Constâncio (08 km da cidade )
degustação e apresentação do processo de produção de cachaça artesanal
11:30 hs – Retorno à Cidade
12:00 hs – Almoço com “surpresinhas” no Restaurante Cheiro Verde – R$8,00 (não incluso Bebidas)
13:30 hs – Tour Cultural
Casarão Villa Ramalho – patrimônio histórico cultural construído em 1928
Igreja Matriz do Senhor Bom Jesus – imagem original do padroeiro tombada
Artesanato local – tear manual, palha, fibra de bananeira, taboa, madeira etc
17:00 hs – Retorno ao Hotel
19:00 hs – Jantar no Restaurante “O Cumpadi” – R$8,00 (não incluso bebidas)
Vídeo Institucional com informações sobre Bueno Brandão
Apresentação do grupo de Sarau “Urubu Poeta”
01/12/2006 – Sexta Feira
09:00 hs – Saída para a Cachoeira dos Luis
Esporte de aventura (opcional) Grupo de Aventura Vida em Ação - GAVA
- Tirolesa 550 metros – R$20,00
- Tirolesa 200 metros – R$15,00
- Arvorismo – R$20,00
13:00 hs – Almoço de Confraternização no local – R$15,00 (não incluso bebidas)
Saladas, arroz, tutu de feijão, pernil, frango assado e doce
16:00 hs – Despedida....
Retorno às cidades de origem
Inscrições até 24 de novembro
Contato: Lucimeire – (35) 3463-2384 ou detur@buenobrandao.com.br

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 18 DE NOVEMBRO DE 2.006
De: Michelli Nunes devento
Cidade: Jandira. Estado: SP.  País: Brasil
Para: Fórum de Moradores

Assunto: Briga Camanducaia / Monte Verde


Morei, muitos anos em Camanducaia e no Bairro da Ponte Nova, adoro esta cidade, foi a melhor epoca da minha vida, meu pai trabalhou muitos anos na antiga Serraria Japy, conheco bastante essa cidade, conheco tambem Monte Verde, um distrito muito conhecido em Sao Paulo, tenho uma opiniao sincera sobre essa briga de Camanducaia e Monte Verde, ao inves dessa guerra, os dois deveriam se unir, e proporcionar a populacao tanto de camanducaia como de Monte verde uma qualidade de ensino melhor, com a uniao poderia tambem proporcionar uma vida digna e melhor para a populacao, pois essa guerra, so prejudica a populacao e so tem interre aos politicos que querem mais poder, eu sei que a maior parte de arrecadacao de impostos e de Monte Verde, mas se o distrito de Monte Verde, foi ate hoje um distrito de Camanducaia porque dessa briga.
Ao inves dos politicos pensar na populacao, olham simplesmente para o seu umbigo e para seu bolso.
Uma ideia que eu acho que ajudaria muito e se tanto Camanducaia e MOnte Verde se unirem poderiam fazer desses dois lugares, melhores para se viver.
Cara Michelli
Parece-me que essa "briga" diminuiu muito, depois que foi atendida a antiga reivindicação de Monte Verde de ter uma subprefeitura com verba própria.
Falta ainda maior transparência, com divulgação periódica do que é arrecadado e aplicado em Monte Verde. Hoje, percebo respeito e  afeto muito fortes entre as duas populações de Monte Verde e Camanducaia. Abçs. e grato pela participação.
Egydio Coelho da Silva

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 16  DE NOVEMBRO DE 2.006
De: Célio de Faria Santos
Cidade: Camanducaia. Estado: MG.  País: Brasil
Para: Fórum de Moradores

Assunto: Estrada e ética jornalística

Senhor Egydio,
...Não desejo participar de seu fórum pois não vejo uma postura comprometida com o desenvolvimento de Monte Verde.
Mas preciso o Senhor tenha um cuidado maior dentro daquilo que denominamos de ética jornalística. Seria importante se buscar as fontes fidedignas antes de se publicar uma matéria evitando informação tendenciosa e distorcida da verdade:
A estrada foi um trabalho da atual Gestão junto ao Governo Federal e Estadual quer você reconheça ou não. Pois quando assumi a Prefeitura ela estava suja no SIAF, razão porque os meus antecessores não conseguiram captar recursos para nenhuma obra.
Não há impostos altíssimos e sim inadimplência que precisam ser quitadas. Há empresas que não pagam nem o mínimo estipulado e outras que se apropriam de terrenos públicos para auferir vantagens. Esta será a nossa próxima ação para que a Prefeitura possa atender reivindicações da população.
Assim se todos contribuíssem de acordo com a realidade de faturamento, com certeza o Município não precisaria passar a "sacolinha".
Por fim as pessoas que contribuem são aquelas que vestem a camisa do Município ou do Distrito. Abraços! Célio de Faria Santos, Prefeito municipal.
Prezado Prefeito:
Compreendo sua posição, pois, o bom político expressa somente o que pode dizer e a ética do  bom jornalista é expressar tudo o que pensa e noticiar tudo o que sabe.
Quando o jornalista não age assim faz a autocensura, a pior de todas as censuras.
Algumas pessoas confundem a autocensura com ética. "Falta de ética jornalística é não publicar fato relevante".
Temos adotado , nas notícias, o critério de ouvir ambos os lados quando possível.
Quando se trata de opinião, porém, sem intenção de difamar ou de se fazer marketing político, procuro respeitar a opinião dos participantes, pois é direito constitucional de livre manifestação de pensamento.
Reconheço que seu trabalho junto aos poderes públicos para conseguir liberar verba para a Estrada foi louvável. Mas entendo que toda a comunidade e turistas também participaram inclusive com críticas aos poderes públicos municipal, estadual e federal por tratar demagogicamente assunto tão sério como o da Estrada.
Eu mesmo acho que colaborei quando escrevi artigo, disponível na internet, em 13/01/2006, intitulado:

Descaso do Governo de Minas com o turismo e com Monte Verde ( http://www.monteverdemg.com.br/vozdaterra/vm_opiniao_06_01_13.asp )
,o qual foi publicado pelo jornal O Estado de Minas Gerais.
Caro Prefeito, acho que a comunidade ganha muito em informação se V.Sa. continuar a participar deste Fórum de moradores. Abçs. e grato pela participação, ainda que involuntária. Abs.
Egydio Coelho da Silva

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 16  DE NOVEMBRO DE 2.006
De: José Cláudio César
Cidade: Tatuí. Estado: SP.  País: Brasil
Para: Fórum de Moradores

Assunto: Mensagem a amigo de Monte Verde

Gostaria de saber como vai o irmão Milton Borges cooperador da igreja Congregação Cristã do Brasil manda saudações a ele gostaria por favor de obter respostas obrigado e Deus o abençoe a todos.

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 19 DE NOVEMBRO DE 2.006
De: João Carlos Mendes
Cidade: Camanducaia. Estado: SP.  País: Brasil
Para: Fórum de Moradores

Assunto: Noite Portuguesa dia 12 de dezembro na Chácara Adélia

Cara Suely,
Caso possível, peço a gentileza de divulgar que em 09. 12 próximo faremos realizar na Chácara Adélia, Noite Portuguesa em benefício total da Santa Casa de Camanducaia, que atravessa, como não se ignora, grave crise.
A mesma constará de jantar típico, e apresentação do Grupo Folclórico Pedro Homem de Mello de São Paulo. Peço ver o anexo.
Desde já aceite meus agradecimentos. Cordialmente. João Carlos Mendes

 

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 21 DE NOVEMBRO DE 2.006
Nome: Dimas Ferreira Goyos

Cidade: Salto. Estado: SP. País: Brasil

Para:  Fórum Assisense


Prezados Senhores:
Quero deixar aqui meus agradecimentos, pela atenção e que tem-me remetido o presente jornal. Parabéns pela seriedade, idoniedade e perseverança.
"QUEM QUER FAZER ALGUMA COISA, ENCONTRA UM MEIO. QUEM NÃO QUER FAZER NADA, ENCONTRA UMA DESCULPA."  (Provérbio Árabe) Respeitosamente. Dimas Ferreira Goyos.

FÓRUM MONTE VERDE / CAMANDUCAIA 21  DE NOVEMBRO DE 2.006
De: Célio de Faria Santos
Cidade: Camanducaia. Estado: MG.  País: Brasil
Para: Fórum de Moradores

Assunto: Estrada e ética jornalística

Senhor Egydio,
...os documentos e as prestações de contas da Prefeitura estão à disposição do Povo conforme estatui a lei.
Não há altos salários no primeiro escalão e nem no funcionalismo, pois a arrecadação de ISS das empresa do Município não permitem que eles sejam bem remunerados como V.Sa. sabe. Por outro lado, as transações feitas para dação em pagamento tem o amparo legal. Espero que V.Sa. faça uma análise. Cordialmente, Célio.
Caro Prefeito,
Nós, munícipes, devemos ficar alegres quando há explicação de que o dinheiro público é bem aplicado com lisura, nas três esferas governamentais: federal, estadual e municipal.
Não cabe discutir aqui Caixa 2 de partidos políticos, o qual, todos sabemos, é o calcanhar de Aquiles da Democracia, que não conseguiu resolver isso nem mesmo no Primeiro Mundo.
Talvez fosse melhor o Prefeito informar apenas e tão somente quanto é o salário dos funcionários de primeiro escalão da Prefeitura.  Isso evitaria que se façam comentários de que os salários são altíssimos.
Também seria interessante que fosse esclarecido qual é o valor do IPTU e ISS em Monte Verde e qual é o valor cobrado nos municípios vizinhos. Evitar-se-ia também ouvir sempre que os impostos são altíssimos em Monte Verde.
Pois, diferente de entidades, que devem satisfação apenas a seus associados, o Poder público deve explicação a todos os contribuintes e eleitores. Abçs. e grato pela participação.
Egydio Coelho da Silva

 

VOZ DA TERRA ON LINE-MONTE VERDE EM 29/11/2.006

Pão fica mais caro para o consumidor - Confira os melhores preços em MV

As padarias de todo o país estão abrigadas a vender pão por quilo. Antes o consumidor que pagava em torno de 0,10 a 0,20 centavos a unidade, agora terá que se adaptar a comprar por peso. Mas muita gente se mostrou insatisfeita com a lei, pois o pão está saindo mais caro.
A venda do pão a quilo é uma exigência da portaria 146 do Inmetro que entrou em vigor em outubro desde ano.Muitos proprietários de padarias e supermercados dizem: “Não sou a favor, mas é uma lei e devemos cumprir” é sempre a resposta de todos eles. Em Monte Verde nos cinco estabelecimentos que vendem o pão francês, são vendidos a 2,99, 4,49 e 4,99,onde prevalece o maior preço em 60% dos estabelecimentos. A diferença pode chegar a um real e cinqüenta e até a dois reais, dependendo do estabelecimento que você comprar. Por exemplo, para quem usa trigo argentino (considerado de alta qualidade pelos especialistas em pães) , no caso da Panificadora Pico do Selado, o proprietário diz vender produto específico de padarias, como o pão. “Se o trigo aumenta de preço,temos que manter a qualidade também e o custo sai caro” diz o proprietário senhor Benedito. Nos dois supermercados por exemplo o preço varia de de 4,49 a 2,99. Proprietário de estabelecimento que vende a 2,99, no caso do Supermercado do Tato e Padaria Nona Delia, dizem que conseguem manter um “bom preço e qualidade”.dizem os proprietários. Na opinião de consumidores o pãozinho de todo dia ficou mais caro. “ Para se ter uma idéia, antes com 2 reais você comprava 10 pãezinhos. Hoje, os mesmos 10 pãezinhos pode chegar a custar 2,70”diz Paulo Sergio que tem a sorte de consumir pães feito pela dona Dita( do restaurante) sua mãe. Mas, para a gerente de hotel, Ana Maria vale a pena procurar um bom preço e também concorda que ficou mais caro. “Com certeza ficou mais caro, e como administradora de hotel procuro bom preço e qualidade” diz ela. Em Camanducaia a média do preço está em torno de 4 reais o quilo, sendo a mesma situação que Monte Verde.
A inspeção sobre o cumprimento da lei no Estado fica por conta do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial). De acordo com a gerente de Metrologia, Anaide Lisboa Dantas, a fiscalização será ostensiva para fazer com que se cumpra a determinação. “Vamos verificar se as panificações estão vendendo realmente o pão a quilo e também se estão expondo cartazes em locais visíveis com as informações sobre o preço do quilo.” E ainda, alertou que quem desobedecer está sujeito a algumas medidas: apreensão de produtos, interdição do estabelecimento e multa.
Por enquanto o consumidor terá que se adaptar a pagar mais pelo velho pão de cada dia. Alguns trocados a mais, diariamente, podem significar muito no final do mês.

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