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| Jornal de Monte Verde |
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Coelho da Silva -
Diretora de redação: Suely Silva
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Quartel
será construído se prefeitura receber indenização
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Segundo o prefeito, o
projeto inicial ficou inviável, pois, o custo da
obra foi orçado em 300 mil reais. Na reavaliação
ficaria em 120 mil reais.
Os recursos viriam de indenização a ser
paga por Adolfo Mello no valor de 100 mil reais, somados
aos 20 mil da ACMV.
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Prefeito conversa com Suely
Nesta manhã de quinta feira dia 8 de setembro, fui
falar com o prefeito Célio Faria Santos sobre vários
assuntos e saber de outras novidades da sua administração.
Chegamos junto à porta da prefeitura e, em seu gabinete,
por volta das oito e trinta e cinco iniciamos a nossa entrevista.
O primeiro assunto abordado foi quanto à construção
do posto policial ( Chamado também de quartel) no
portal de entrada do distrito de Monte Verde, junto a sede
da Secretaria de Turismo.
Voz da Terra: Quanto ao início das obras do
quartel de MV na entrada da cidade.
Célio Faria:
O projeto inicial ficou inviável depois de termos
levantado o custo da obra que foi orçado em 300 mil
reais. É muito dinheiro. Pedimos para reavaliar e
conseguimos chegar a 120 mil reais.
Voz da Terra:
E os recursos viriam de onde?
Célio
Faria:
Foi feito um pedido a prefeitura e estamos desafetando uma
rua a pedido do morador, Adolfo Mello próximo à
rua Rolinha, e a prefeitura será indenizada no valor
de 100 mil reais. Isso será pago em dez parcelas
de dez mil reais. Com mais os 20 mil da ACMV podemos pensar
em iniciar as obras com esses recursos. E também
depende se a câmara votar o projeto de desafetação
da rua.
Voz da Terra:
Nem é preciso um quartel, já que são
poucos policiais aqui.
Célio
Faria:
É realmente, inviável um quartel de 300 mil
para quatro policiais. Com um investimento menor podemos
instalar câmeras de segurança no portal de
entrada. E também estamos estudando uma forma de
aumentar o contingente.
Voz da Terra:
E como anda o relacionamento Câmara e Prefeito?
Célio
Faria:
O relacionamento Executivo e Legislativo está bom,
salvo os projetos polêmicos como a Copasa por exemplo,
que não foi aprovado devido à cobrança
da tarifa. Mas tenho sentado com o Izael presidente da Câmara
para avaliar melhor os projetos.
Voz da Terra:
E por falar em Copasa?
Célio
Faria:
Só
em MV em saneamento básico será gasto seis
milhões. Temos que aguardar a Copasa.
Voz da Terra:
Saneamento básico é o problema de todo município.
No morro do Cruzeiro( bairro Camanducaia), por exemplo,
a cobrança está ferrenha não é?
Célio
Faria:
O
bairro Monte Carlos no Cruzeiro tem um problema sério
pois não foi feito a infraestrutura para a construção
do loteamento. O esgoto está a céu aberto.
E não temos outra alternativa senão a Copasa.
Voz da Terra:
A manutenção das estradas têm melhorado
bastante e a limpeza também. E o asfalto como anda?
Célio
Faria:
Foram gastos 200 toneladas de asfalto nos trechos mais complicados.
Estamos usando o asfalto quente que demora mais para sair.
A rua Rolinha por exemplo foi feita em parceria com moradores
e está muito boa. Quanto à estrada, ainda
estamos limpando o nome da prefeitura no SIF, devido a não
prestação de contas da gestão Mazinho.
E isso inclui a verba da estrada.
Voz da Terra:
Esta temporada de julho faltou eventos para MV, houve promessas
mas infelizmente deixou muito a desejar. Quais são
as novidades para novembro, aniversário de MV.
Célio
Faria:
Ainda
não temos definido, mas terá a rua do lazer,
prestação de serviços à comunidade
e shows, mas ainda não definido.
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