VOZ DA TERRA - jornal impresso e virtual de Monte Verde

Diretor: Egydio Coelho da Silva

CIDADES E DISTRITO VIZINHOS: FEVEREIRO/2.001 A JULHO DE 2.002

"O ESTADO DE S. PAULO" - 24 DE FEVEREIRO DE 2.001

Povoado de São Francisco Xavier atrai investimentos na Mantiqueira

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

Um novo pólo de investimento está surgindo na Serra da Mantiqueira. Conhecido como principal reduto do ecoturismo neste trecho do maciço,  o pequeno povoado de São Francisco Xavier é atualmente um dos locais preferidos tanto para empresários do ramo hoteleiro como para pessoas que procuram a agitação das estâncias serranas.

No último ano, foram construídos 10 pousadas e pequenos hotéis. Segundo o secretário de desenvolvimento econômico, Ramon Touron, o volume de investimentos a partir de 1998 alcançou a casa dos R$ 4 milhões. “Tivemos a chegada de campings e restaurantes também”, comentou.

Nesse trecho de serra, concentram-se diversos picos de altitude elevada, como o Selado e o Chapéu do Bispo – ambos com quase 2 mil metros de altura – e umas das áreas ambientais mais preservadas da Mantiqueira. A subprefeitura, ligada a São José dos Campos, ainda estuda a construção de um portal na entrada do povoado e incentivos à agricultura familiar. (Júlio Ottoboni)  

 

VOZ DA TERRA EM 29 DE MAIO DE 2.001

A CÂMARA DE VEREADORES VISITA O DISTRITO DE SÃO MATEUS

Repórter: Suely Silva - Redação: VOZ DA TERRA

Foi realizada, conforme programada, com  a presença da maioria dos

vereadores,  uma Audiência Pública no distrito de São Mateus, que teve a intenção de levantar todos s problemas e deficiências do local.

De acordo com o presidente da Câmara, Rubens Mungioli, é  muito importante que o distrito faça suas reivindicações para que seja incluído no orçamento municipal do próximo ano.

“A experiência em São Mateus foi muito positiva, pois levantamos todas as deficiências do local. Estamos preocupados com o global e isso inclui o município todo”, disse Rubens.

Por iniciativa do vereador Reginaldo e do vice Chapinha, a câmara aprovou a denominação das ruas que ainda não existiam no distrito. Agora, os moradores de São Mateus já possuem suas ruas denominadas.

De acordo com o projeto da Câmara, os problemas que serão levantados em todo município se dividem em três categorias: problemas meramente administrativos com custo reduzido e problemas materiais de custo elevado, como estradas, hospitais e saneamento.

Após a visita aos bairros, será feito um relatório ea partir daí, ele será incluído no orçamento municipal para o próximo ano.

 

VOZ DA TERRA ON LINE EM  09 DE JULHO DE  2.002(fee)

 

Pelos Caminhos Do Circuito Serras Verdes do Sul de Minas

Por Suely Silva

As margens da Fernão Dias, que um dia foi apenas uma trilha cortada por índios, forasteiros, imigrantes, aos poucos foi sendo povoada, espalhando-se pela serra da Mantiqueira. A ambição pelo ouro e as riquezas que a terra oferecia, foi fator importante para a formação dos primeiros núcleos colonos e por fim as pequenas cidades do Sul de Minas Gerais.

A fé e o sentimento religioso também foi fator primordial para a formação de muitos vilarejos que se transformaram em seguida em cidade santuário.

Hoje, cada uma com sua beleza, com sua história faz parte do Circuito Serras Verdes do Sul de Minas.Viajar pelo Circuito Serras Verdes, lembrando ser eles: Extrema, Itapeva, Monte Verde, Cambuí, Córrego do Bom Jesus, Estiva, Senador, Bom Repouso, Tocos do Moji, Paraisopolis, Consolação, Gonçalves, Toledo e Moji-Mirim é atravessar a historia e fazer uma viagem de sonhos.De belas paisagens e trilhas pouco conhecidas.

É ter certeza que aqui bem pertinho da gente existem paraísos ainda desconhecidos.

Não levando em conta a falta de estrutura para receber os turistas que virão desbravar esse tesouro sul mineiro, vamos apenas descrever a sua beleza natural e a história de seu povo. O município do Córrego, que ao meu ver é um dos mais belos da nossa região tem uma história inusitada.

Em 1873, saiu de Portugal e atravessou o Atlântico com destino ao pequeno vilarejo, uma imagem do Bom Jesus, sendo notícia nos melhores jornais do Porto na época.

“O Sr. Manuel Soares de Oliveira, hábil escultor desta cidade acaba de expor em público mais um dos seus excelentes trabalhos; É uma imagem do senhor preso, em tamanho natural. Nada falta a bela obra para se tornar admirada.

A imagem reúne uma posição muito natural, grande correção nas formas e musculaturas É a mais bela expressão de dor na sua fisionomia. Encontra-se exposta na oficina do dourador João Teixeira, em breve irá para o Brasil” assim dizia “O Progresso Comercial” do Porto. Esculpida pelo português, Manuel Soares e pintada pelo dourador João Teixeira, é a segunda existente no Brasil e custou na época 400 mil réis. A imagem que por direito pertence ao Córrego, quando foi levada a capela de Cambuí para uma visita, precisou de muita gente para trazê-la a força de volta. Hoje é contado com muito humor por seu Zé Polidoro, 97, um dos moradores mais antigos.

“Eles não queriam devolver, então, nos munimos de facões e porretes e arrancamos o Bom Jesus a força da igreja. A final ele nos pertencia” conta seu Zé orgulhoso pela façanha que viveu na época.

O Córrego, assim como todas as outras cidades é um lugar misterioso e cheio de histórias que até nem posso relatar de tão assustadoras. Em agosto, o Córrego recebe inúmeros romeiros para a festa do Bom Jesus que virou uma tradição, completando quase 130 anos de história.

Outro lugar que vale a pena visitar é o alambique do seu Zé, no Bairro de Lavras, há cinco quilômetros do centro. São quase 400 anos de tradição. Tudo é movido a energia natural. Seu Zé, já na quarta geração de uma família de imigrantes italianos que ali chegaram e construíram o engenho é hoje o herdeiro.

Na sua humildade e perseverança continua fabricando artesanalmente a cachaça, apenas para o consumo dos amigos e para preservar a relíquia da família. Vale a pena conhecer o alambique do seu Zé, mais ainda pela pessoa maravilhosa que ele é suas histórias.

Bom, um fator importante a esclarecer é que a Pedra de São Domingos, um dos picos mais altos da região, também,  ótimo ponto para os futuros turistas, pertence a três municípios, Camanducaia, Paraisopolis e Córrego.

E pronto! Ninguém precisa discutir mais isso! A Pedra é de todos.

Estiva também tem sua importância, por já ter conquistado o primeiro lugar na plantação de morango no país. E também, outra curiosidade de Estiva, é a origem do seu nome. Em 1720, foi preciso construir um estivado de madeira roliça para que as 

 

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As informações turísticas no Portal de entrada da cidade são fornecidas pela Associação Comercial de Monte Verde (ACMV), com a finalidade de tornar agradável e confortável a estada do turista em Monte Verde . Aos moradores se dão também quaisquer informações. 

Os recepcionistas estão proibidos de fazer indicação de hotéis, restaurantes, etc.

Sua obrigação é transmitir ao turista todas as informações sobre hotéis, pousadas, restaurantes e empresas filiadas à ACMV, para que ele decida onde se hospedar, onde se alimentar e o que comprar em Monte Verde.

No jornal VOZ DA TERRA impresso, que é também distribuído no Portal, consta a relação de todos os hotéis (tabela de preços) e de todos os filiados à ACMV.

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tropas e cargas pudessem passar por ali, na grande maioria eram os forasteiros levando o ouro extraído de Minas Gerais para a capitania de São Paulo. Contam os antigos que o local era um pantanal, pior trecho da estrada, onde tropeiros viviam perdendo seus burros de cargas nos atoleiros existentes por ali. Daí então, originou o nome Estiva. A pequena Estiva hoje, também, diga-se de passagem, sem nenhuma estrutura hoteleira e gastronômica, tem sua beleza nos casarões ainda preservados e as cascatas com inscrições indígenas ainda desconhecidas por muitos. Mas, é de Estiva que vai para todo circuito e, em breve, para todo Brasil, as deliciosas compotas da Alquimia Mineira, feitas com muita dedicação pela moradora Roselene.

Ainda em Estiva, subindo uma serra e passando a fazenda Velha, chegamos a Tocos do Moji, uma cidade, que é exemplo de união política e participação popular. Foi a última cidade do Brasil a ser emancipada, antes da Lei do Serra (em 98), que proibia a criação de municípios. Com muita luta e união, Tocos do Moji é uma cidade independente desde 1997. Uma cidade com apenas quatro mil habitantes, mas posso afirmar que, quando cheguei a Tocos, imaginava uma cidade de menos de dois mil habitantes de tão pequena.

Pequena no tamanho, mas grande é o seu potencial turístico. Inúmeras cachoeiras cortando as estradas e muitos picos para quem curtem a prática de montanhismo.

Ali, na pracinha no centro de Tocos, em meio a uma moderna fonte luminosa, as senhoras fazem seu crochê. Além de transmitirem hospitalidade, é claro, característica própria do mineiro autêntico, elas estão contribuindo um pouquinho com sua arte para o desenvolvimento do município. 

Também, despertando para o turismo, Tocos do Moji não oferece muito em matéria de estrutura como hospedagem e gastronomia. Mas com um povo unido, como pude perceber, e uma administração competente, valendo ressaltar o nome do prefeito: Antônio Rodrigues da Silva, Tocos tem tudo para crescer. Parabéns!

Ainda continuo minha viagem pelos Circuitos Serras Verdes do Sul de Minas, e a “Próxima Parada” pode ser aí na sua cidade. Ainda faltam muitas trilhas a serem enfrentadas graças ao novo programa de turismo, produzido pela Visual Produções de São Paulo, no qual fui carinhosamente convidada pela produtora Leilla Tonin e o diretor Amauri Mauro, que estão me dando a oportunidade de trabalhar como roteirista do programa, que será exibido em breve pela Rede Mundial de Televisão. Até a “Próxima Parada”.

 

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