VOZ DA TERRA - jornal impresso e virtual de Monte Verde, Estado de Minas Gerais - Brasil
Diretor: Egydio Coelho da Silva
Portal de Monte Verde de 03-1.998 a março-2003
(Os textos abaixo podem ser reproduzidos. Solicita-se citar: "Fonte: VOZ DA TERRA on line)
VOZ DA TERRA EM MARÇO DE 1.998Melhor conservação do contorno do PortalA Associação Comercial de Monte Verde e Sociedade Amigos de Monte Verde enviaram ofício ao prefeito de Camanducaia solicitando melhor conservação do trecho de rua, que contorna o Portal de Entrada da Cidade:"Monte
Verde, em 13 de março de 1.998
Ilmo.
Sr. Dr.
Waldemar Gomes de Oliveira Filho DD.
Prefeito municipal de Camanducaia CAMANDUCAIA-MG Prezado
Senhor: Pela
presente, vimos solicitar de V.S.ª o especial obséquio de determinar que seja
providenciada a melhoria do “desvio” no Portal de Entrada de Monte Verde, o
qual é utilizado por ônibus e caminhões, cuja altura não permite sua
passagem sob o Portal. Trata-se
de um trecho bastante pequeno, que evidentemente não implicará em muito custo,
nem demora para ser executado. Esta
nossa solicitação se justifica porque, no dia de hoje, às 15:00 horas, um ônibus
com turistas atolou no local, e
dali saiu somente quando rebocado por trator. Estamos
convictos de que V.S.ª , em razão de seu espírito público, atenderá esta
reivindicação, por ser justa e urgente. Atenciosamente, Egydio Coelho da Silva - Presidente da Associação Comercial Dalton
Osterne
VOZ DA TERRA EM DEZEMBRO DE 1.998
Melhoria no atendimento no Portal de Entrada da cidade A Associação Comercial de Monte Verde enviou à imprensa as seguintes informações sobre Monte Verde: Monte
Verde, em 04 de dezembro de 1.998 Ilm.º
Sr.Editor Chefe do Caderno de Turismo Solicitamos
o especial obséquio de oportunamente publicar as seguintes informações sobre
melhorias em Monte Verde: 01
– INFORMAÇÕES TURÍSTICAS: melhorando o serviço de informações aos
turistas, que visitam Monte Verde, com a colaboração das entidades
representativas de diversos segmentos sociais, acrescentou-se no Portal de
Entrada da Cidade a seguinte melhoria: a)
Painel luminoso, com fotografia e dados dos hotéis e pousadas de Monte
Verde; b)
Computador à disposição dos
visitantes, com os dados disponíveis que já se encontram em nosso website
(www.monteverdemg.com.br), isto é,
passeios a fazer na cidade, todos os hotéis e os respectivos preços das diárias,
história da cidade, roteiro de compras, roteiro para os passeios as montanhas,
etc.; c)
Distribuição gratuita do jornalzinho da cidade, com notícias locais,
dos eventos, e nome, endereço e telefone dos restaurantes, hotéis e tabela de
preço dos hotéis; d)
Treinamento dos recepcionistas
para que dêem toda informação pessoalmente, por telefone ou por fax ao
turista, para que ele mesmo decida sobre o hotel ou pousada a se hospedar e
restaurante de seu interesse; e)
NOVOS TELEFONES: (035) 438-1549 e
438-1125. FONE-FAX: 438-1125 02
– ESTRADA MONTE VERDE/CAMANDUCAIA:
o término da pavimentação da Estrada Monte Verde/Camanducaia já se encontra
em fase final, graças a verba liberada pelo Governo de Minas para a Prefeitura
de Camanducaia; 03
– PAVIMENTAÇÃO DE RUAS: As vias
principais da cidade já se encontram pavimentadas. Avenida Monte Verde, a
principal da cidade, já se encontra pavimentada, na sua parte mais central com
paralelepípedo, bem como a Avenida do Sol Nascente foi também totalmente
pavimentada pela Prefeitura; 04
– A principal atração turística de
Monte Verde é o clima, que, no inverno, desce a menos de zero grau, além da
abundância de vegetação e arquitetura típica de montanha; 04
– NATAL: com a participação de
toda comunidade, Monte verde está totalmente iluminada neste natal, com temas
natalinos e muita criatividade. Antecipadamente
grato, agradeço a sua atenção. Egydio
Coelho da Silva Presidente Caderno
Viagem do Estado de S. Paulo (viagem@estado.com.br) Guia4rodas.at.leitor@email.abril.com.br
VOZ
DA TERRA – ABRIL de 1.999 PREFEITO QUER O PORTAL DE MONTE VERDE Segundo o vereador Rúbens Mungioli, o prefeito Oliveira Filho deseja utilizar o portal de entrada para fiscalizar entrada e saída de mercadorias e assim aumentar a arrecadação do ICMS em Monte Verde. Esta
também é a informação que Benedito Lopez da Silva (Ditão) teria colhido
dentro da Prefeitura, quando ainda era administrador de Monte Verde, a qual
inclusive foi publicada por VOZ DA TERRA, na ocasião. Isto evidentemente desvirtuaria a finalidade do portal que é a de oferecer informações aos turistas, que visitam a cidade. Outra
hipótese, seria o desejo do vereador Tato de ampliar seus poderes no Distrito,
pois, o prefeito chegou a confidenciar a diversas pessoas que a notificação à
ACMV foi expedida a pedido do vereador Tato. Como não conseguiu conversar com o Prefeito, expôs ao secretário Fábio Dias as suas dúvidas sobre as informações contidas na notificação. Explicou ao Secretário que modificações na arquitetura do portal, poderiam não ser bem vistas pela Turminas, que aprovou o projeto e destinou dotação orçamentária para sua construção. Citou que o Portal de Monte Verde já é um patrimônio histórico da cidade e modificá-lo seria para Monte Verde o mesmo para Camanducaia se alguém quisesse modificar o edifício do Fórum ou o próprio prédio da Prefeitura de Camanducaia. Lembrou que o portal foi construído antes do de Campos do Jordão e do de Lindóia. Quanto
ao fato de se utilizar o Portal para reforçar o policiamento, esta hipótese já
foi rejeitada pela própria polícia militar. No
dia Seguinte, dia 31 de março, o presidente da ACMV, recebeu um telefonema do
advogado da Prefeitura, Carlão, que se mostrou interessado em um acordo
administrativo, para evitar custos de ambas as partes com uma demanda judicial e
que talvez o presidente da ACMV seria procurado em Monte Verde pelo prefeito
para início de diálogo. Até
o momento em que fechávamos esta edição, o presidente da ACMV não havia
conseguido uma audiência com Dr. Mazinho.
VOZ
DA TERRA – MAIO DE 1.999 Vamos colaborar... Sr.
Redator: ...Li, com absoluta surpresa, a matéria
do VOZ DA TERRA, sobre a intenção da prefeitura de retomar a "posse"
do Portal. Assim,
gostaria de sugerir ao Exmo. Prefeito que antes de se preocupar com o Portal, que, afinal de contas, tem desempenhado o seu papel
com a ACMV, cuidasse das necessidades de maior urgência de Monte Verde, como
por exemplo a permanência de uma AMBULÂNCIA em M.V. Já que os recursos médicos
de M.V. são praticamente inexistentes, qualquer situação um pouco Advogado - SP/SP. - 23.04.99 wmonacci@uol.com.br VOZ
DA TERRA – JUNHO de 1.999
Independência não é oposição Este pensamento do Dr. Mazinho deixa bem claro que ele não aceita a linha independente de VOZ DA TERRA. De
fato, fazer jornalismo independente em Monte Verde e Camanducaia não é fácil. Talvez
no meu caso, que exerço hoje dois papéis sociais, que é o de tentar fazer
jornalismo independente e o de ser presidente da Associação Comercial de Monte
Verde seja mais difícil. Procuro
compreender bem os meus papéis e me esforço para não misturar as duas funções. Porém,
o Prefeito de Camanducaia e os políticos misturam as coisas provavelmente pelo
interesse, que eles têm em continuar a exercer o cargo sem preocupação nenhuma com a transparência de seus
atos. Aprendi,
desde os tempos de colégio, que não devemos combater as pessoas, mesmo que
aparentemente sejam más. Devemos sim combater idéias e atos, que nos pareçam
errados e prejudiciais ao bem comum. Por isso, procuro o diálogo com o
Prefeito, com os auxiliares do Prefeito, sempre que o interesse da ACMV, de
Monte Verde e da verdade sejam imprescindíveis para bem cumprir as minhas duas
funções: de jornalista e de presidente da ACMV. Nem
sempre sou bem atendido e sofro pressão por todos os meios e por todas as
formas, para que deixe de fazer um jornalismo independente. Meu
temor é que eles consigam. E, em vez de manter uma postura independente, caia
na tentação de editar um jornal totalmente a favor dos oposicionistas. Deixaria
de procurar ouvir o Prefeito e seus auxiliares e daria espaço exclusivamente à
oposição. Isto contrariaria meus princípios morais e infringiria o conceito
de profissionalismo correto, que aprendi nos bancos escolares e nos trinta e
sete anos de exercício de jornalismo regional. Por isso, por mais que me forcem, me recuso a fazer jornalismo, que elege alguém como inimigo e vilão. Insisto que devemos estimar as pessoas. O que deve estar em pauta são
suas idéias e atos. É
certo que precisamos entender que ninguém gosta de ser criticado.
Principalmente quem exerce algum cargo público e depende do apoio da opinião pública
para alcançar seus objetivos políticos. E nenhum político, desde o Prefeito
de Camanducaia até o presidente dos Estados Unidos, gosta de ser criticado e
que chargistas façam o povo rir com piadinhas sobre eles. Isto,
porém, "é o ônus de quem é importante e exerce cargo público. É
preciso ser tolerante para com a Imprensa, que precisa de liberdade para poder
informar e externar seu pensamento", como ensina Freitas Nobre em seu livro
Leis de Informação. A
tolerância para com a intolerância dos políticos também precisa ter limite. E
nos parece que o fato da Prefeitura de Camanducaia estar tentando expulsar
do Portal a Associação Comercial de Monte Verde, que vem fazendo ali trabalho
sério - com o objetivo de pressionar a linha editorial de VOZ DA TERRA - só
prejudica a comunidade. E
se o Prefeito conseguir seu intento, com certeza, a mim não me prejudicará. Ao
contrário, terei mais tempo para melhorar a qualidade editorial de VOZ DA
TERRA. E.C.S. VOZ
DA TERRA – JUNHO de 1.999
ACMV
quer ajuda para administrar o
Portal Em atenção à notificação do
prefeito Waldemar Gomes de Oliveira, a ACMV lhe enviou
o seguinte ofício: Os associados da Associação Comercial de Monte Verde nunca tiveram interesse em administrar o Portal de Monte Verde. Sua
diretoria e sua presidência menos ainda, em face do custo financeiro e o enorme
serviço de gerenciamento exigidos para manter um serviço de informações a
todos os turistas que visitam Monte Verde; ao Portal também recorrem os
moradores, comerciantes e veranistas, em busca de informações, desde hora
certa até informações sobre hospitais, pronto-socorro, etc. Se a ACMV assumiu o compromisso com a Prefeitura de Camanducaia e com as entidades de Monte Verde para implantar e administrar o setor de informações turísticas no Portal foi porque a Prefeitura na ocasião entendeu que o custo seria elevado e os ex-prefeitos Emydio Moreira Filho e Odayr Paiva de Sá sempre entenderam assim e podem até testemunhar se for o caso. A
Sociedade Amigos de Monte Verde inicialmente aceitou gerenciar somente o setor
de vigilância. Mais
tarde, quando a Polícia Militar não mais pode cuidar da segurança no Portal,
a ACMV foi obrigada manter um serviço de segurança no Portal. Os
associados da ACMV gastam aproximadamente 2 mil reais por mês para manter os
dois serviços no Portal. Se
considerarmos que tiveram despesas durante mais de 19 anos, com um serviço -
que hoje a Prefeitura de Camanducaia entende que é dela - é de se concluir que
o trabalho feito pela ACMV gerou economia para a Prefeitura de Camanducaia, que,
por ser serviço público, teria gasto no mínimo o dobro do que gastou a ACMV. Matematicamente,
houve uma economia de cerca de um milhão de reais para a Prefeitura de
Camanducaia, ao longo desses 19 anos. Com certeza muita obra social teria
deixado de ser feita ou então mais impostos teriam sido exigidos dos munícipes. Se
a ACMV, em vez de gastar dinheiro com atividade que caberia ao poder publico
executar, tivesse investido, por exemplo, na construção de sede própria teria
trabalhado mais para si do que para a comunidade. Porém,
a omissão do poder público levou-a ao sacrifício e tudo o que arrecadou
aplicou exclusivamente num serviço, que hoje V.S.ª reconhece que é da
Prefeitura de Camanducaia. As duas entidades se conscientizaram da importância
de um portal para Monte Verde e envidaram
esforço político junto à Turminas e conseguiram verba para sua construção. Isto
pode ser testemunhado pelo ex-presidente da Turminas, Dr. Juarez Bahia. Mas
isto é coisa do passado e não há interesse em rememorar. Apenas, continuamos
a entender que não seria
inteligente a Prefeitura administrar sozinha o Portal de Entrada da Cidade. Se isto acontecer, não será fácil a V.S.ª administrar a pressão de vereadores fisiologistas que querem colocar ali seus parentes e beneficiar amigos; aumentará as despesas públicas e quem irá pagar com certeza não mais serão os associados da ACMV, mas em dobro o povo mais humilde e os contribuintes. Além
disso, a informação aos turistas no que se refere a hospedagem e ao comércio
em geral, não é nada fácil para o poder público gerenciar. Hoje
as circunstâncias são outras. A ACMV, hostilizada por motivos pessoais pela
Prefeitura de Camanducaia, de quem,
ao contrário, deveria receber apoio e incentivo, sente muita dificuldade em
administrar sozinha os dois setores do Portal.
Portanto,
se torna imprescindível, que, pelo menos, a Sociedade Amigos de Monte
Verde e a Associação dos Moradores de Monte Verde ajudem no serviço. Acreditamos
que - se a Prefeitura desistir de seu intento de assumir a administração do
Portal de Monte Verde - as duas outras entidades concordarão em dividir o
serviço com a Associação Comercial. Assim
sendo, é a presente para solicitar que a Prefeitura de Camanducaia deixe para
as três entidades de Monte Verde a responsabilidade pela administração do
Portal. Atenciosamente, Egydio Coelho da Silva, presidente" VOZ
DA TERRA – JULHO de 1.999
Monte
Verde, em 31 de julho de 1.999 Prezado Senhor: Tendo em vista a seguinte denúncia,
por escrito que temos em mãos: No
último dia 23 de julho de 1.999..."Eu pessoalmente fui até o Portal e
constatei que havia três proprietários de casas de aluguel a turista, sendo um
deles, o filho do ...
e o terceiro eu não conheço..." Gostaríamos, portanto, de que V.S.ª
nos prestasse esclarecimento sobre este assunto. Move-nos apenas o desejo de
aperfeiçoar os serviços prestados no Portal de Entrada de Monte Verde. Para
tanto, estamos lhe encaminhando formulário, que deverá ser preenchido por V.S.ª,
por hóspede ou qualquer pessoa, que tenha reclamação sobre o atendimento no
Portal, que não esteja de acordo com o Regulamento da ACMV, cuja cópia segue
em anexo. É necessário que haja informação
por escrito, para que possamos agir, pois se houver silêncio por parte de quem
tem algum conhecimento de irregularidade se torna impossível qualquer providência
saneadora. Gratos pela colaboração, Atenciosamente, Egydio
Coelho da Silva Presidente VOZ
DA TERRA – FEVEREIRO de 2.000
Tiro o chapéu para
o Durval Lima,
VOZ DA TERRA – JUNHO de 2.000 Sem
acordo A novela
Prefeitura x Portal não continuou com a audiência no dia 14 de abril, pois o
Prefeito não quis acordo na primeira audiência. A Prefeitura apresentou como testemunhas Dalton
Osterne, Felipe e Izildinha Antonielli. A ACMV apresentou Miguel Iliuk, Dauto
Souza Santos e Dr. Francisco de Matos, ex-presidente da Federaminas. Como quatro testemunhas moram em outras cidades
(São Paulo, Ubatuba, Atibaia e Belo Horizonte) o processo demorará a voltar.
Portanto, caberá ao futuro Prefeito de Camanducaia, se for pessoa mais
compreensível, fazer acordo com as entidades de Monte Verde. VOZ DA TERRA – JUNHO de 2.000 Ajardinando
o portal Durval Lima mantém atividade que orgulha Monte
Verde, com a sua floricultura, no começo da Avenida Sol Nascente. Além disso,
também colabora gratuitamente com a comunidade. Por isso, sempre designa um profissional para
cuidar do Portal de Entrada de Monte Verde (foto).
VOZ DA TERRA – 05 DE MAIO DE 2.001 Repórter Suely Silva (Mtb 676/AL). Texto de VOZ DA TERRA on line Aliciamento
de turista no estacionamento do Portal de Entrada da Cidade
Fato inédito, que nunca houve em Monte Verde nos últimos
vinte anos, está agora acontecendo.
Alguns proprietários de casas e chalés, no desejo
de aliciar clientes, têm abordado, nas vias públicas e até no estacionamento
do Portal de Entrada da cidade, de forma grosseira e antiética, turistas que
chegam a Monte Verde, sem reserva antecipada em hotéis.
Na opinião de José Cardoso, que pertence à
Diretoria do Portal da Associação Comercial de Monte Verde, “não é justo
para que tem pousada e está com seus impostos em dia, competir com quem tem um
chalé só para temporada”.
Egydio Coelho da Silva, presidente da ACMV, explica
que o Portal de Entrada da Cidade foi pleiteado junto à Turminas pela ACMV e
Sociedade Amigos de Monte Verde com a finalidade de evitar essa atitude antiética
e deprimente por parte de proprietários de chalés e casas clandestinas, que se
preocupam somente consigo mesmos e não têm nenhuma consideração com o
turista e com a imagem da cidade.
Ele informa que a ACMV já há mais de ano criou
norma que permite que mesmo os estabelecimentos hoteleiros, não-afiliados à
ACMV e que não querem pagar mensalidade para manter o Portal, possam deixar os
dados de seu estabelecimento com os recepcionistas para que sejam também
exibidos como opção aos turistas.
O que se exige do não-afiliado é que ele tenha
inscrição no CGC e na Prefeitura e que se comprometa a pagar 10% de comissão
à ACMV, quando o turista, que escolheu seu estabelecimento no Portal, se
hospedar em seu hotel ou pousada.
“Isto
me parece justo, porque, se ele não paga a mensalidade como os outros, precisa
também contribuir, pois, a manutenção do funcionamento do Portal, quase 24
horas por dia, tem custo fixo alto”, diz o presidente da ACMV.
Egydio conta que o objetivo do serviço, mantido pela
ACMV no Portal de Entrada, desde 1.983, é o de dar todas as informações aos
turistas sobre passeios, restaurantes, comércio e hospedagem, para que o próprio
interessado faça sua escolha.
O serviço dos recepcionistas está discriminado no
Regulamento do Portal. E este regulamento está disponível na internet há mais
de dois anos, no website: www.monteverdemg.com.br
Portanto, qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo
pode acessar e lê-lo na íntegra.
Os recepcionistas do Portal são proibidos pelo
regulamento de fazer indicação de hotéis e pousadas, sejam eles filiados à
ACMV ou não.
Se assim agirem, estarão sujeitos a demissão por
justa causa; não podem inclusive receber presentes de associados e de
comerciantes em geral.
Nem mesmo aos associados da ACMV é permitido
permanecer no Portal ou em seu estacionamento e manter contacto direto com os
turistas. E todos têm observado essa regra.
Egydio diz que, enquanto for presidente da ACMV, não
ficará indiferente à atitude antiética dos proprietários de casas e chalés
que estão denegrindo a imagem da cidade e induzindo o turista a erro na escolha
do hotel, que melhor lhe convém.
Informa que já orientou os recepcionistas do portal,
com a ajuda dos diretores do portal, que são Leandro Rosa, José Cardoso e Kurt
Flachmann, para que anotem os nomes dos proprietários, que estejam aliciando
turistas nas vias públicas e no estacionamento do portal.
De posse dessa relação de nomes, entrará em
contacto com eles, primeiramente para convidar a que participem, como os demais,
do trabalho desenvolvido no Portal, quer como sócio, ou apenas deixando seus
dados com os recepcionistas.
Caso algum deles não aceite seja por não querer
contribuir com a manutenção do portal ou por se negar em legalizar sua firma
na Prefeitura e no Ministério da Fazenda, Egydio diz que, como presidente da
Associação Comercial de Monte Verde, será obrigado a comunicar o fato por
escrito às repartições públicas municipal, estadual e federal.
E finalizando afirma que está bastante preocupado
como o problema, por que “imagine se os cerca de 100 estabelecimentos
hoteleiros em Monte Verde colocassem um ou dois empregados no Portal aliciando
cliente. Isto seria o caos”.
Perguntado sobre os nomes das pessoas que estiveram
no Portal aliciando turistas, Egydio disse que “não chegaram a meia dúzia,
mas os recepcionistas e os diretores do Portal reconheceram apenas dois. Para não
dar idéia de parcialidade, estamos fazendo conferência e pesquisa para chegar
a todos os nomes, antes de encaminhar a informação aos três jornais
impressos, que circulam na região e também divulgar na internet”. Informou ainda que pretende, numa próxima reunião,
da Associação Comercial de Monte Verde, propor que seja solicitado ao vereador
Rúbens Mungioli e ao Prefeito Emydio Moreira legislação municipal que proíba
o aliciamento de turistas nas vias públicas de Monte Verde. VOZ
DA TERRA EM 10 DE JUNHO DE 2.001 Juíza decide sobre destino do Portal
O
processo, onde a Prefeitura de Camanducaia pleiteia na
Justiça a posse do Portal de Entrada da Cidade, se encontra em fase
final.
Dr. Roberto de Lucas, advogado da Associação Comercial de
Monte Verde (ACMV), apresentou suas considerações finais, insistindo que a
ACMV participou no trabalho de conseguir a verba para sua construção junto à
Turminas, também participou de sua implantação e ali exerceu atividade de
oferecer informações em geral e turística, custeadas pelos seus associados,
durante cerca de 18 anos.
Portanto, se julga no direito de ter o Portal como sua sede
social.
Roberto de Lucas informa que também pleiteou indenização
da Prefeitura referente ao custo da ACMV em manter durante 18 anos o serviço de
informações e para que possa ter sede própria em outro local.
Até o momento em que fechávamos a presente edição, a Juíza
ainda havia dado sua sentença.
Qualquer que seja a sentença da Justiça, caberá recurso
para segunda instância tanto por parte da Prefeitura como por parte da ACMV. O
vereador e presidente da Câmara Municipal, Rúbens Mungioli, acha que a posse
do Portal deveria permanecer com a ACMV, sem custo para a Prefeitura.
Aliciamento de turista (Texto, publicado em VT impressa, semelhante ao acima de 05-05-2.001)
Alguns proprietários de casas e chalés, que se iniciam na
atividade de alugar seu imóvel, no desejo de aliciar clientes, têm abordado,
nas vias públicas e até no estacionamento do Portal de Entrada da cidade,
turistas que chegam a Monte Verde, sem reserva antecipada em hotéis.
Na opinião de José Cardoso, que pertence à Diretoria do
Portal da Associação Comercial de Monte Verde, “não é justo para quem tem
pousada e está com seus impostos em dia, competir com quem tem um chalé só
para temporada”.
SEM SUGESTÃO
Egydio Coelho da Silva, presidente da ACMV, explica que o
Portal de Entrada da Cidade foi pleiteado junto à Turminas pela ACMV e
Sociedade Amigos de Monte Verde com a finalidade de ser um lugar, onde se dão
informações turísticas e todas as informações sobre hospedagem com o
objetivo de que o próprio turista escolha “sem sugestão ou aliciamento, o
hotel ou pousada onde melhor lhe convém para se hospedar”.
Ele informa que a ACMV já há mais de ano criou norma que
permite que mesmo os estabelecimentos hoteleiros, não-afiliados à ACMV e que não
querem pagar mensalidade para manter o Portal, possam deixar os dados de seu
estabelecimento com os recepcionistas para que sejam também exibidos como opção
aos turistas.
O que se exige do hotel não-afiliado é que ele se
comprometa a pagar 10% de comissão à ACMV sobre o valor da diária, quando o
turista, que escolheu seu estabelecimento no Portal, se hospedar em seu hotel ou
pousada.
“Isto me
parece justo, porque, se ele não paga a mensalidade como os outros, precisa
também contribuir, pois, a manutenção do funcionamento do Portal, quase 24
horas por dia, tem custo fixo alto”, diz o presidente da ACMV.
Egydio conta que o objetivo do serviço, mantido pela ACMV no
Portal de Entrada, desde 1.983, é o de dar todas as informações aos turistas
sobre passeios, restaurantes, comércio e hospedagem, para que o próprio
interessado faça sua escolha.
O serviço dos recepcionistas está discriminado no
Regulamento do Portal. E este regulamento está disponível na internet há
mais de dois anos, no
website: www.monteverdemg.com.br
Portanto, qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo pode
acessar e lê-lo na íntegra.
Os recepcionistas do Portal são proibidos pelo regulamento
de fazer indicação de hotéis e pousadas, sejam eles filiados à ACMV ou não.
Se desobedecerem a essa norma, estarão sujeitos à demissão
por justa causa; não podem inclusive receber presentes de associados e de
comerciantes em geral.
Nem mesmo aos associados da ACMV é permitido permanecer no
Portal ou em seu estacionamento e manter contato direto com os turistas. E todos
têm observado essa regra.
E informou que tem aconselhado os proprietários de casas,
que deixem seu imóvel com Toninho Rosa, que é profissional e sabe fazer esse
tipo de trabalho mediante pequena comissão. Disse que esta sugestão tem sido
aceita por todos com quem conversou sobre o assunto.
SEM DENÚNCIA
Sobre sugestão, que tem recebido para denunciar atividade
ilegal de quem alicia cliente no Portal, disse que isso é medida extrema, pois
a finalidade da ACMV é ajudar e orientar a todos e não denunciá-los.
Mas na sua opinião o problema é sério.
“Imagine se os cerca de 100 estabelecimentos hoteleiros em
Monte Verde colocassem um ou dois empregados no Portal aliciando cliente. Isto
seria o caos”, finaliza preocupado. Da Redação
VOZ DA TERRA (impressa) 14 DE JULHO DE 2.001
Juíza
decide que o Portal pertence à Prefeitura A Juíza da Comarca de Camanducaia decidiu que o Portal de Entrada de Monte Verde é um bem público, construído com verba da Turminas, mas se encontra na Estrada de Monte Verde, que pertence ao Município. Roberto de Lucas, advogado da Associação Comercial, ingressou com recurso junto ao Tribunal de Justiça. Ele tem esperança de que seja possível alterar a decisão judicial de primeira instância. Na sua opinião, a Prefeitura não teria condições de bem administrar o Portal, o qual acabaria por ficar fechado como acontece em muitas cidades. “Isto somente viria em prejuízo do distrito de Monte Verde e dos turistas”, explica Roberto de Lucas.
VOZ DA TERRA EM
18 DE JULHO DE 2.001 Texto do Fórum de debate, coordenado por Walter Monacci (www.monacci.com.br) em Monte Verde DE: WALTER CUNHA MONACCI
Caro Vereador Rubens e demais amigos de Monte Verde, Realmente é minha a conclusão de que a Prefeitura pretende administrar o Portal. Esta conclusão, aliás, esclareço, decorre da última notícia que eu tinha sobre a intenção da Prefeitura, a mesma que o próprio Vereador aponta em sua mensagem supra, (o processo de retomada do Portal) "foi aberto pelo Prefeito anterior que queria fazer um Posto de Fiscalização" (sic). O curioso, quanto à intenção da gestão municipal anterior, é que se a Prefeitura não tem atribuições (nem competência legal) policial, fiscaliza apenas o pagamento de ISS, IPTU e Licenças de Funcionamento, o que será que pretendia a gestão municipal anterior fiscalizar com o Portal ou no Portal ? Fiscalizações de rua, que eu saiba, ou são da polícia ou são do ICM-S ! O que se sabe, caro Vereador Rubens, isto sim "corria" bastante em Monte Verde, é que realmente haviam "forças" interessadas em utilizar o Portal (ou simplesmente tirá-lo da Associação Comercial), certamente para exercerem no Portal as suas atividades. Apenas uma observação. Creio que o Vereador tenha cometído um equívoco ao afirmar que a ação judicial em andamento é para discutir a propriedade do Portal. Pelo que eu saiba (cheguei a ler a petição inicial da ação ajuizada pela Prefeitura) trata-se de uma ação POSSESSÓRIA, que não discute a propriedade mas sim a posse (ou o direito à posse). Isto, porém, no que estamos discutindo é um mero detalhe. De qualquer forma, continuo achando que não será nada conveniente, nem política e nem administrativamente que a Prefeitura gaste dinheiro público com a EVENTUAL administração do Portal. O melhor seria dispor deste mesmo dinheiro com outras prioridades de Monte Verde. Abraços a todfos, WALTER
VOZ DA TERRA EM 18 DE JULHO DE 2.001 Texto do Fórum de debate, coordenado por Walter Monacci (www.monacci.com.br) em Monte Verde
Sobre a manifestação da DRA. ANGÉLICA CARLINI cabe me esclarecer que, conforme consta do Regulamento do Portal, os recepcionistas são proibidos de fazer indicação de hotéis. Devem dar todas as informações para que o próprio turista escolha o seu hotel. Mesmo os não filiados à ACMV, quando há consulta sobre eles, todas as informações de que dispomos são repassadas para os interessados. Além disso, os que quiserem se inscrever no Portal para que seus dados também sejam exibidos aos turistas, poderão fazê-lo, como já temos mais de meia dúzia cadastrados. Evidentemente, como eles não pagam mensalidade para colaborar com a manutenção do Portal, cobramos deles 10% sobre o valor da hospedagem.
VOZ DA TERRA ON LINE EM 20 DE JULHO DE 2.001
Pela internet, que recebo em média 10 consultas por dia (semelhente a que recebi que transcrevo abaixo):
fabio aurelio nonato maeji
Em atenção a seu E-mail, informo que, infelizmente, é norma não fazermos indicação de hotéis ou pousadas, procuramos dar todas as informações para que o próprio interessado faça a sua escolha. Portanto, sugiro que acesse o nosso site www.monteverdemg.com.br e, no link hotéis & pousadas, você encontrará todos os hotéis filiados à Associação Comercial de Monte Verde, com tabela de preço, etc. Mais
informações, você poderá
obter abrindo os respectivos websites dos hotéis ou se dirigir diretamente a
eles por telefone.
Você
também poderá telefonar para 0XX-35-3438-1125 e 3438-1549, setor de
informações turísticas do Portal de Monte Verde.
Os
preços podem variar de um dia para o outro. Para férias e feriados prolongados
são diferentes, portanto, é conveniente telefonar diretamente aos hotéis para
confirmar o preço em vigor no dia da reserva.
Atenciosamente,
Egydio
Coelho da Silva Presidente da Associação Comercial de Monte Verde (ACMV)
VOZ DA TERRA ON LINE EM 18 DE JULHO DE 2.001
Prefeito não quer acordo Sobre a possibilidade de um acordo para administração do Portal, informo que procurei o ex-prefeito Dr. Mazinho e propus a ele que um dos lados do Portal ficasse com a Prefeitura, que poderia fazer convênio com outra entidade ou ela mesma administrar. Ele - como sempre fazem os prefeitos de Camanducaia - não dizem sim, nem não, muito pelo contrário. Eu esperava que na primeira audiência de conciliação no Fórum de Camanducaia, a Prefeitura discutisse um acordo, mas o advogado da Prefeitura simplesmente disse que queria a sentença e não o acordo. Recentemente, procurei o prefeito Emydio Moreira Filho e propus a ele a mesma coisa e a resposta, como sempre, é de que não sabia do que se tratava e que ia consultar o depto. jurídico. Procurei então o vereador Rúbens Mungioli, já presidente da Câmara e que até recentemente, dizia para mim em público ou pessoalmente, que o Portal deveria continuar como está. Ele me disse que lhe parecia que a Prefeitura decidira esperar a decisão final da Justiça para então fazer acordo com as entidades. Eu, porém, sugeri que ele falasse com o Prefeito para fazer um acordo e acabar com o processo. Um dos lados poderia ficar com qualquer outra entidade e o outro com a ACMV. Ele me disse que - na sua opinião - o outro lado do Portal deveria ficar com o COMTUR e que iria falar com o Prefeito sobre o assunto, mas até agora não me deu resposta.
VOZ DA TERRA EM
18 DE JULHO DE 2.001 Texto do Fórum de debate, coordenado por Walter Monacci (www.monacci.com.br) em Monte Verde
DE: VEREADOR RUBENS MUNGIOLI, D.D. PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE CAMANDUCAIA De
Vereador Rubens Mungioli Perdoe
a imprecisão das minhas palavras. Deixe-me comentar algumas das suas posições,
para que fique clara a minha.
"Apenas
uma observação. Creio que o Vereador tenha cometído um equívoco ao afirmar
que a ação judicial em andamento é para discutir
a propriedade do Portal." x-x-x-x-x-x-x-x-x-x-x
"De
qualquer forma, continuo achando que não será nada conveniente, nem política
e nem administrativamente que a Prefeitura gaste
dinheiro público com a EVENTUAL administração do Portal. O melhor
seria dispor deste mesmo dinheiro com outras prioridades de Monte Verde."
VOZ DA TERRA EM
19 DE JULHO DE 2.001 Texto do Fórum de debate, coordenado por Walter Monacci (www.monacci.com.br) em Monte Verde De
Vereador Rubens Mungioli A
conclusão de que a Prefeitura pretende administrar o Portal foi sua. O
processo que corre na justiça é uma formalidade, pois foi aberto pelo
Prefeito anterior que queria fazer um Posto de Fiscalização. Pessoalmente
entendo que : Finalmente, que ninguém venha me dizer que : "eu convoquei os sócios, mas ninguém apareceu, então eu fiz a ata e me autoreelegi" . Para qualquer dúvida, basta fazer uma pesquisa entre os hoteleiros que são os maiores interessados. Obs. endosso as palavras da Dra. Angélica. Há sim, descontentamento de todo o partido com o Prefeito e com a Adminstração Distrital de MV e, nós do PMDB, sabemos porque pois - "fazer só política sem admininstrar é politicagem. Administrar sem fazer política é o mesmo que entregar o ouro aos políticos que só sabem fazer politicagem ".
VOZ DA TERRA EM
19 DE JULHO DE 2.001 Texto do Fórum de debate, coordenado por Walter Monacci (www.monacci.com.br) em Monte Verde Acho que devo esclarecer as dúvidas levantadas pelo vereador Rubens Mungioli com relação à ACMV e o Portal.
Ele
diz em seu último email para o Debate:
“Rúbens:
1 - Pessoalmente entendo que :
o
Portal pertence ao povo de Monte Verde e não a Assoc. Comercial. É
patrimonio público.”
ECS:
Essa consciência sempre tive com relação ao Portal, porque não só a
ACMV e SAMV tiveram gestão intensa no trabalho de conseguir a verba junto
à Turminas, como também na sua construção, na sua implantação, na
compra dos móveis e das instalações.
Quem
não teve participação nenhuma foi a própria Prefeitura, que, conforme
a última decisão judicial, é a proprietária do imóvel.
Por
ter consciência de que o imóvel e o trabalho ali desenvolvido são de
interesse da comunidade, como um todo, é que sempre que sou cobrado por
algum hoteleiro ou comerciante para que seu estabelecimento seja indicado
pelos recepcionistas do Portal, digo, pessoalmente e em público nas reuniões,
que a finalidade do serviço, prestado no Portal, é o de atender ao que
melhor interessa ao turista, pois o turista contente e bem informado
retorna mais vezes a Monte Verde e isso que interessa aos hoteleiros e
comerciantes. POR ESSA RAZÃO, DAMOS TODAS AS INFORMAÇÕES DE QUE
DISPOMOS PARA QUE O TURISTA ESCOLHA O QUE MELHOR LHE CONVÉM E NUNCA
FAZEMOS INDICAÇÃO QUE INTERESSE IMEDIATAMENTE, INDIVIDUAL E
ECONOMICAMENTE A ESTE OU ÀQUELE FILIADO À ACMV.
Rúbens:
2 - a municipalização do Portal irá desfazer alguns privilégios
e talvez esteja deixando alguns poucos nervosos.” ECS - Não tenho a menor dúvida em afirmar que esta insinuação é no mínimo a reação emotiva e intolerante de um político descontente com a minha atuação de jornalista, que não abre mão de seu direito de escrever o que lhe parece certo e dar espaço a todos inclusive aos adversários políticos do vereador e até aos sem teto, que estão decepcionados com o “Prefeito e vereador que elegeram” e ao ex-vereador Tato, que criticou a coleta de lixo em Monte Verde. Dei espaço inclusive ao próprio Prefeito que se queixou do partidarismo xiita do Presidente da Câmara. Aliás, foi pelo mesmo motivo – numa tentativa de me limitar a liberdade – que o ex-prefeito, Dr. Mazinho, requereu na Justiça a posse do Portal, exatamente porque dei total espaço ao vereador Rúbens Mungioli nas suas críticas ao ex-prefeito.
Acho
que agi corretamente em favor de Monte Verde, dando espaço ao vereador e
me sinto orgulhoso em ter agido assim e não me arrependerei jamais,
porque tenho minhas dúvidas de que o vereador Rúbens Mungioli, ao longo
de sua carreira, volte a ter atuação política mais louvável do que a
que teve, quando denunciava e fazia oposição ao “pior prefeito de
todos os tempos de Camanducaia”, como afirmou um articulista em nosso
jornal VOZ DA TERRA impresso.
Vê-se,
portanto, que os políticos, quando no Poder são muito semelhantes.
Quanto
a privilégios, só posso aceitar como verdadeira sua afirmação se ele
julga que é privilégio dedicar tempo, dinheiro, desgaste pessoal, a
melhor parte de si, sem interesse político e econômico, apenas com a
finalidade de cumprir uma obrigação que ninguém aceita, mas que é
imprescindível em Monte Verde.
Acho
que ninguém pode ficar nervoso com desfecho judicial, que venha diminuir
as despesas da entidade, que preside e irá, diminuir em muito o serviço,
que as diretorias da ACMV e do Portal têm em administrá-lo.
Só
que não se pode deixar de cumprir uma obrigação e abandonar uma batalha
por pressão de quem quer que seja, mesmo que seja do chefe do Poder
Legislativo e do chefe do Poder Executivo, que agem sem transparência e
com finalidade, que se recusam a explicar qual é.
E,
se sou o presidente de uma entidade, tenho obrigação de defender o
interesse dos associados, pois, não há nenhuma segurança de que a
Prefeitura venha a administrar melhor o Portal do que a ACMV, com todas as
nossas falhas e limitações.
Rúbens:
3 - o Portal poderia continuar sendo administrado pela Assoc Comercial
mas, prefiro que seja administrado pelo Cons. Mun. de Turismo, já que
tenho recebido várias reclamações de hoteleiros com relação ao uso. |