VOZ DA TERRA - jornal impresso e virtual de Monte Verde

Diretor: Egydio Coelho da Silva

LIXO: OUTUBRO DE 2000 A ABRIL DE 2003

VOZ DA TERRA  EM 30 DE OUTUBRO DE  2.000

 

Ensinando a catar lixo...

Texto do debate, coordenado por Walter Monacci  em Monte Verde

Prezado Walter,

Quanto à brincadeira de catar lixo com as crianças da Escola Karlis Kempis está tudo acertado.O horário mudou para 9:00hs da manhã do sábado dia 14 de Outubro em frente a escola.

Como ninguém de fora se manifestou, já providenciei as luvinhas cirúrgicas e os sacos de lixo.O Marcelo da Casinha Pequenina foi super colaborativo e providenciou os roteiros que eu havia pedido. 

A Filó já distribuiu os grupos, o Padre da Igreja Católica já ofereceu ajuda enviando três adolescentes para nos ajudar, o Leandro vem divulgando todos os dias na Rádio e o Gordo já se dispôs a nos ajudar.

Agradeço a todos pela colaboração e um Feliz Dia das Crianças a Todos!

Myriam Gerber

NOTÍCIA DE 30-10-2.000

Texto do debate, coordenado por Walter Monacci  em Monte Verde

Amigos de Monte Verde,

Foi bastante emocionante tomar conhecimento do resultado da campanha da D. Myriam.

Vejam abaixo o que ela nos noticia !

PARABÉNS D. MYRIAM E SR. ALBERTO (POUSADA DAS MONTANHAS), É DE ATITUDES COMO A DE VOCÊS QUE MONTE VERDE MAIS PRECISA !

Abraços a todos,

WALTER CUNHA MONACCI

_____________

Prezado Walter,

Este fim de semana, Alberto e eu fomos levar as crianças sorteados da Campanha do Lixo para o passeio que prometemos.Levamos a Greicy Kelly Miranda,o Rafael De Paiva Silva,o Lucas e o Gabriel Zugaiar José Abreu, o Eliseu Bueno Roncali, o Mauricio Magrini e a Geana Marcele Rodrigues.

Passamos um dia maravilhoso. Fomos ao Parque Ecológico de São Francisco Xavier e lá fizemos caminhada, nadamos no rio do Peixe, tomamos banho de cachoeira, fizemos pic-nic e para fechar com chave de chocolate paramos na cidade e tomamos sorvete.As crianças adoraram e toda hora me diziam que não sabiam que seria tão bom catar lixo.

Foi um bom prêmio, mas o meu melhor prêmio foi a participação das crianças, dos adolescentes da Igreja, da ajuda da Maria Célia, da Filó, da Regina, do Marcelo e de ter conseguido juntar um caminhão de lixo em três horas de catança. 

O Gordo encheu um caminhão cheio de lixo que catamos em volta da escola e no quarteirão entre a Praça do Carvalho e a rua do Mammatera.

Agradeço a todos e espero que possamos fazer mais mutirões para limpar essa nossa cidade tão querida e tão suja e principalmente para ensinar as crianças que lugar de lixo é no lixo.

Myriam Gerber

NOTÍCIA DE NOVEMBRO DE 2.000

Texto do debate, coordenado por Walter Monacci  em Monte Verde

DE: SR. EGYDIO COELHO DA SILVA

Walter:

Recebi os dois emails abaixo, os quais acho importante que devam ser retransmitidos a todos os colegas do debate em Monte Verde.

Grato.

Egydio

xxxxxxxxxxxxxxxxxx

Nome: Jose Serra

Endereco: Retiro 280

Cidade: Jundiai
Estado: SP EMail: serra@laufen.com.br

De todos os problemas de M.V., o que mas me irrita, é nao ter lugar para deixar o lixo domestico. Tenho casa em M.V. desde 88 e nos finais de semana tenho de voltar a Jundiai carregando meus sacos de lixo, pois se os deixo na frente do meu chalé, na Av. Serrana, quando volto 2 ou 3 semanas depois,ainda estao os restos dos sacos, que nao foram retirados. 

Por outro lado nao quero jogar os sacos no lixao que foi criado (?) perto da saida, no lado direito, verdadeiro monumento ao caos em que se encontra nossa querida Vila.
Alguem tem a soluçao ao meu problema?

 

  VOZ DA TERRA – 09 DE MAI0 DE  2.001

Texto do debate, coordenado por Walter Monacci  em Monte Verde

 

Projeto de Reciclagem de Lixo

A ABMV encaminhou, em 1º de fevereiro de 2001, correspondência ao Prefeito Emydio Moreira propondo dar apoio a um projeto integrado de Reciclagem de Lixo, objetivando solucionar o grave problema do lixo em Monte Verde, usando-se tecnologia disponível em organizações não governamentais suportadas por indústrias que tem interesse em reciclagem. 

O Diretor Sr. Eduardo Amaro será o representante da Associação para viabilizar o projeto.


VOZ DA TERRA 02 DE JULHO DE 2.001

Texto do debate, coordenado por Walter Monacci  em Monte Verde

De: Egydio Coelho da Silva

Para: Dr. Walter Monacci

Recebi o email abaixo, o qual, me parece, deveria ser repassado a todos os que participam do debate.

Abraços.

Egydio  

Maria & Fernando Pignanelli
7240 Rutland St
Cidade: Philadelphia
Pais: USA
fmpignanelli@aol.com
Telefone: (215)728.0401
Fax: (215) 728.0401
 Prezado Sr. Egydio, foi com extrema satisfacao que li noticias em seu jornal eletronico sobre projeto para implantacao da reciclagem do lixo em Monte Verde. 

E\' absolutamente necessario, principalmente para um lugar onde se vive do turismo ecologico, a conscientizacao da populacao da necessidade da preservacao da natureza.

Quando ainda no Brasil fui responsavel pela implantacao de um projeto de Reciclagem do lixo em uma empresa com mais de 1200 funcionarios, a repercussao foi tao positiva que a propria cidade implantou o sistema apos verificar os resultados.

Apesar de fazer alguns anos e acreditar que muitas coisas tenham mudado, ainda tenho \"no bau\" um pouco da experiencia adquirida ... Se necessitarem de alguma sugestao estou \'a disposicao. Somos (eu e meu esposo) apaixonados pelas colinas de Monte Verde, mesmo estando longe.
Carinhosamente,
Maria do Carmo Pignanelli

 

VOZ DA TERRA (impressa) 14 DE JULHO DE 2.001 

 

Crianças se unem para colaborar com a limpeza da cidade

As crianças de Monte Verde realizaram um mutirão de limpeza, organizado por Joselito C. Damião e os irmãos John e Christian Boetcher, que reuniram alguns alunos da Karlis Kempis.

 Merecem destaque: Camila, Jaqueline, Sarah, Ana Paula, Fernanda, José, Leandro e Emilia de apenas cinco anos que também ajudou.

Primeiro, eles recolheram o lixo ao redor da escola municipal, inclusive, dentro dos bueiros.

Depois seguiram até o Morro da Baiana e dali, para um ponto crítico, a Trilha do Pinheiro Velho, um cartão postal que está se tornando depósito de lixo, onde moradores e comerciantes do local sem o mínimo de consciência ambiental estão poluindo a cada dia.             

O melhor ainda estava por vir. Christian fez um passeio com as crianças pela trilha do aeroporto até a Chácara Adélia, onde foram orientadas em como proteger o meio ambiente e minimizar o impacto dentro de áreas naturais.

Chegando ao destino, a farra já estava armada.Uma tirolesa foi montada (corda ligando uma arvore a outra por onde as crianças deslizavam através de uma roldana) e como prêmio se divertiram brincando de Tarzan a tarde toda.

Quem também merece destaque são os comerciantes: Tato, Branco, Carlinhos e Adriano, que ajudaram, doando sacos de lixo, água e lanche para a criançada e Nívia, proprietária da Chácara Adélia, que cedeu o espaço para a diversão.

Em Monte Verde não temos serviço de garis para fazer a limpeza diária das ruas.

O caminhão da prefeitura passa e recolhe apenas os lixos depositados em latões, e isso é insuficiente.

Mas mesmo assim, não jogue seu lixo na estrada, no Portal de entrada e nas ruas.

“Eu preciso colocar o meu lixo dentro do caminhão e levar ate o lixão de Camanducaia, se quiser ver o meu estabelecimento limpo”, reclama Tato, dono de supermercado.

 

VOZ DA TERRA (impressa) 21 DE AGOSTO DE 2.001 

 

Representante no projeto de reciclagem de lixo

A ABMV – Associação Beneficente de Monte Verde encaminhou correspondência ao prefeito Emydio Moreira propondo dar apoio a um projeto integrado de Reciclagem de Lixo. 

O objetivo é utilizar tecnologia disponível em organizações não governamentais suportadas por indústrias que têm interesse em reciclagem de lixo.

Para tanto, foi designado o Sr. Eduardo Amaro para ser o representante da ABMV junto à Prefeitura para realizar o projeto. Eduardo Amaro explica que se trata de um projeto, para o qual inclusive a ABMV tem o apoio da SAMV – Sociedade Amigos de Monte Verde.

E conta que acaba de ser informado pelo prefeito Emydio Moreira que foi indicado o Secretário de Obras, Erivelton Cassalho dos Santos, para representá-lo e ser o interlocutor da ABMV junto à Prefeitura. Para que o trabalho de reciclagem de lixo seja bem feito e tenha a colaboração de todos a ABMV solicitou a cada

entidade de Monte Verde que faça indicação de um representante, para acompanhar o desenvolvimento desse projeto que segundo Eduardo Amaro, “só terá sucesso se contar com o apoio dos diversos segmentos de nossa comunidade, particularmente da comunidade empresarial.”

 A ACMV indicou a Sra. Mirian Gerber para representá-la nesse projeto, pois é pessoa que sempre se interessou em movimentos culturais e de melhoria do meio ambiente em Monte Verde.

Roberto de Lucas, como membro do COMTUR, também se prontificou a colaborar com Mirian Gerber e com a ABMV no que lhe for possível.

 

 VOZ DA TERRA EM 01 DE SETEMBRO DE 2.001

É urgente se conscientizar sobre o problema do lixo

Suely Silva

Levando em conta que 47% da população brasileira não desfruta de saneamento básico no local em que vive, então podemos incluir Monte Verde nesta lástima pesquisa.

“Se uma providência não for tomada de imediato à população vai atolar no seu próprio lixo. 

É preciso que os administradores não só tomem uma providência quanto ao saneamento, mas que punem os irresponsáveis que jogam seus lixos nas ruas”, diz a moradora M. B. que se sente incomodada com a situação.

Um local critico que merece destaque no momento é o terreno que circunda o Posto de Saúde com a creche que se encontra um verdadeiro caos. 

O pequeno riacho que existia no local virou depósito de lixo de todas as espécies. Encontra-se até mesmo ferro velho jogado no terreno, como um freezer( tem foto). 

Ali, naquele local, os cavalos (uma outra história complicada) fazem sua refeição diária, vasculhando os saquinhos plásticos que são arremessados por mãos humanas.

VOZ DA TERRA  procurou o administrador distrital, Argemiro Ribas. “Em todos lugares que a população solicita é feita à retirada do lixo. O povo reclama muito”, diz ele e encerra pedindo que procuremos o Secretário de Obras, pois, o assunto não é com o administrador.

Apesar de se ouvir falar tanto em preservação do meio ambiente, campanhas de racionamento, conscientização da reciclagem do lixo, do lixo em si ser jogado em local impróprio, da contaminação da água do planeta, parece que muitos ainda não sabem da gravidade da situação, pondo em risco o ambiente em que vive, maltratando sem limites a natureza.

Até agora, não conseguimos contatar com o secretário de Obras, Erivelton. Mas, VOZ DA TERRA  vai entrevistá-lo para saber o que será feito para punir os irresponsáveis que agridem o meio ambiente.

 

VOZ DA TERRA EM 02 DE SETEMBRO DE 2.001  

Email à redação

 

Ensinar a cuidar do lixo

Caros Srs.

O lixo deve ser trabalhado pelos mais jovens, ou pela escola diretamente.

É só fazer uma campanha "Como será o Monte Verde amanhã"  e levar aos comerciantes que garanto que que terão um resultado legal.

Trabalhar pela base, o baldrame tem de ser bem feito senão a casa cai , não é verdade?

Abraços

Paula Unger

 

VOZ DA TERRA EM 03 DE SETEMBRO DE 2.001  

Email à redação

 

Aterro de entulhos

GOSTARIA QUE VOCÊ OPINASSE SOBRE O ATERRO DE ENTULHOS QUE UMA EMPRESA DE CAMANDUCAIA ESTÁ FAZENDO NAS MARGENS DO RIO ATRÁS DO MATADOURO MUNICIPAL.

NA CARA DE TODOS OS EGOLOGISTAS,  AMBIENTALISTAS, ETC.

UM ABRAÇO

 LAJOS BODNAR

 

VOZ DA TERRA EM 04 DE SETEMBRO DE 2.001

 Povo é atendido e caçambas retiram o lixo

            Suely Silva

No dia 28 de agosto, VOZ DA TERRA on line, publicou junto pedido da população ao Administrador Argemiro Ribas, que retirasse o lixo do terreno ao lado do Posto de Saúde.

O administrador Argemiro admitiu e ficou impressionado em ver a degradação do local, que, por pouco, não virou depósito de ferro velho.

“Eu falei com o pessoal da oficina para não jogar mais nada no terreno”, disse o Administrador que permaneceu no local com mais duas caçambas até a retirada do lixo.

Além da limpeza do terreno, que pertence à prefeitura, também foi passado o trator e retirado o lixo do córrego.

O próximo passo agora é cercar todo o terreno entre a Creche e o Posto, segundo o Administrador Distrital, Argemiro Ribas.  

 

VOZ DA TERRA – 05 DE SETEMBRO DE  2.001

Texto do debate, coordenado por Walter Monacci  em Monte Verde

 

DE: SR. EGYDIO COELHO (PRESIDENTE DA ASSOC. COML. DE M. VERDE) (ENVIADA EM 01.09.01)

Walter: Recebi o email abaixo de um participante do Fórum de Leitores de nosso jornal que circula em Assis. 

Como ele aborda o tema de coleta de lixo no Japão e o problema de Monte Verde com o lixo é muito sério e Eduardo Amaro da Associação Beneficente está se empenhando junto à Prefeitura para um trabalho na cidade, me parece interessante o depoimento abaixo de um brasileiro que se encontra no Japão sobre coleta de lixo. 

Se lhe parecer interessante, solicito retransmitir aos colegas do Debate em Monte Verde; Grato. Egydio Coelho da Silva

 

FÓRUM ASSISENSE EM 31 DE AGOSTO DE 2.001

Edson Xavier

Tokyo-Japão

Caro Egydio:

Tudo bem contigo ? Obrigado pela paciência de me enviar as mensagens do Forum de leitores. É interessante reencontrar amigos e manifestar nossa opinião sobre temas em destaque na nossa Assis. Aí está minha colaboração para o Forum.

Grande abraço a você, ao Eli e aos amigos de VT.

Edson

 

Uma questão de consciência

 

Li em VT a reportagem sobre a coleta seletiva de lixo, implatada na Unesp a partir de 3 de setembro.

Só então me dei conta que, um ato nosso aqui no Japão, tão corriqueiro, não se aplica não apenas em Assis mas em muitas outras localidades do Brasil: separar adequadamente o lixo.

Confesso que, quando cheguei ao Japão oito anos atrás tive até que certa dificuldade em me adaptar a essa norma: garrafas plásticas de um lado, vidros do outro, lixo incinerável alí, objetos grandes, recicláveis acolá...

Mas em pouco tempo, passou a ser natural, e hoje, soa como "atraso" notícias vindas do Brasil como esta, sobre o lixo.

O amigo aí, no Brasil, diria: Ora, mas o Japão é um País desenvolvido, de primeiro-mundo ! Pode até ser isso, mas creio que vai além: é uma questão de educação, de formação, de hábito e consciência.

Minha resistência inicial em seguir o procedimento correto foi porque vinha de um país, de uma cidade, onde o lixo se mistura e assim era desde que nasci.

Aqui é diferente, e tive que mudar, a ponto de, se hoje voltar ao Brasil, a Assis ou onde quer que seja, vou estar entre os que defendem essa postura.

Bem, aqui no Japão não existem latões coloridos como o que se implantou na Unesp, mas sim, sacos de lixo em duas cores: branco e vermelho.

Tudo que é incinerável em se tratando de papéis, vai no saco branco. Latas e recicláveis pequenos, vão no vermelho.

Tudo é separado, desde as garrafas de bebidas, até papelão, jornais velhos, móveis e eletrodomésticos.

O lixo por aqui movimenta uma indústria fantástica que gera empregos e capta recursos. Um exemplo são as lojas tipo "recicle shop", que vendem artigos usados, reciclados, muitas vezes retirados do lixo.

E não é só: desde abril passado, dependendo do lixo que a pessoa vai jogar, é preciso pagar. Por exemplo, se você quer se desfazer de uma geladeira velha sem conserto, de um televisor, de uma bicicleta, cama, sofá ou algo do gênero, precisa chamar um caminhão de coleta e pagar para que leve embora o lixo.

Se alguém é flagrado jogando lixo doméstico na estrada, em parques públicos ou mesmo na rua, como é tão comum em nosso Brasil, pode até ser preso e pagar multa. Lógico que sempre há os que desrespeitam a norma de conduta, mas são poucos. Assim, ruas limpas são uma característica por aqui.

Em minha última viagem ao Brasil, setembro do ano passado, impossível negar o choque já na saída do aeroporto de Guarulhos.

Nas marginais do Tietê e Pinheiros, e mesmo na avenida Nações Unidas, um lixo só.

Lembro-me de ter comentado o absurdo quando vi um cidadão, ás 7 horas da manhã, despejando entulhos no acostamento, tranquilamente.

Bem diferente por aqui, como esta cena inusitada que presenciei dia destes: ia de carro por uma avenida movimentada no centro de Nagoya e, no semáfaro, emparelhou um carro com um casal japonês, jovem.

Parados no sinaleiro a moça abriu a porta e jogou no meio-fio uma lata vazia de refrigerante. Assisti o ato como quem reprova e o casal percebeu.

Qualquer brasileiro em idêntica situação aceleraria o carro e não se importaria com a reprovação, ainda que só de olhar, de um estrangeiro.

Mas não. Vi pasmo a moça descer do carro e, nitidamente envergonhada, recolher a lata. Conclusão: uma questão de consciência e vergonha. Talvez seja isso que falte um pouco Brasil afora.

É por isso que merece aplausos a iniciativa da Unesp. Torcemos para que seja um exemplo a se estender por toda Assis, e quem sabe pela região, pelo Estado, pelo Brasil...

(Edson Xavier, ex-redator de Voz da Terra, atualmente reporter da IPC Television Network em Tokyo, Japão. Contatos: xavier@minos.ocn.ne.jp)

 

VOZ DA TERRA – 06 DE SETEMBRO DE  2.001

Texto do debate, coordenado por Walter Monacci  em Monte Verde

Senhores,
Entendo que esse é um problema grave - a limpeza e tratamento do lixo em Monte Verde.
Além de reclamarmos às autoridades, coisa que realmente devemos fazer,precisamos também agir diretamente no problema - dentro de nossas possibilidades.
Ao que me cabe,  toda vez  que  vou à Monte Verde,  e olha que tenho casa na Al. dos Pinheirais  (próximo ao Chocolates Gressoney)  e a Av. Monte Verde -  local  bem central:  Corto a grama,  recolho pedras,  cacos de vidro e toda sorte de  lixo  (embalagens de papel e plástico na maioria) da minha calçada e também do trecho de rua em frente a minha casa.  Notar que
esse lixo todo  que chega a encher  um ou dois sacos  não  é meu...
 Sim a calçada  seria de minha responsabilidade mesmo - varrer ou rastelar, mas a rua  é da Prefeitura,  mesmo assim, tendo em vista o problema que temos  de falta de serviço público,  procuro reclamar, mas não paro por aí,
procuro fazer  - um pouco à mais, por menos que seja,   mas efetivamente procuro  fazer algo.
Belo programa de índio,  diriam  alguns:  Sair da loucura de São Paulo para ir até Monte Verde  catar lixo na rua?!!!!  Ora faça-me o favor?!
 Sim tenho feito isso.   (Já faz meses que  faço isso).
 Quem sabe,  consiga fazer algo mais do que isso!  Acredito que tenho companheiros que, muito provavelmente, fazem isso também, será?!
 Quem somos, quantos somos?
 O que podemos fazer à mais para  diminuir o lixo?
 Já vi e ouvi dizer de caminhadas ecológicas para  catação de lixo.  Vamos organizar alguma coisa assim em Monte Verde?   (Enquanto  não conseguimos ação,  vamos nós mesmos  promover  a limpeza das áreas comuns?)
Aos lojistas,  vai a sugestão de por uma mensagem  ecológica em suas sacolinhas.  Além do nome da loja  vale a pena dizer:  "Use essa sacola para armazenar o seu lixo e depois jogar em um cesto apropriado na avenida"  ou "Plástico é reciclável,  participe!". "Colabore com a limpeza: Lixo no lixo", ou qualquer coisa  nesse sentido.
Será que eu sou um bocó  e cato lixo na rua sozinho?  Será  que tem mais gente que faz a mesma coisa?  Será que um dia seremos suficientemente numerosos para  catarmos todo o lixo  das ruas e de fazermos exemplo para os que vêm e virão? 

Será  que conseguiremos  transmitir a nossa sensação de
incômodo e desaprovação ao ver  alguém  jogar lixo na rua  ao ponto dessa pessoa  perceber  e não fazer mais isso?
 Lembro-me de minha avó, dona Ella Janson,  ela  me ensinava quando menino e em visita a Monte Verde 30 anos atrás que já  nos anos de 1910, 1920,  na Letônia,  jogar um papelzinho na rua,  uma embalagem pequena que fosse, como um papel de bala ou coisa assim,  era motivo de repreensão de todos,  jogar lixo na rua  era motivo de vergonha e até de multa!
Essa batalha não é desse governo,  nem do próximo,  quatro anos passam voando.  

Essa batalha é  desse governo, e também do próximo,  mas é mais ainda uma batalha para uma, duas ou mais gerações.  
O desejo de limpeza  e civilidade deve ser forte, persistente e duradouro.
Esse desejo, sentimento e comportamento  devem transcender gerações.
Para muitos,  ainda prevalece  a  filosofia do "Jeca-Tatu",  o  horizonte mais distante que se pode ver  é o próprio umbigo:  "Se não tenho benefício direto, prático e imediato,  não faço,  não paga a pena fazer"; "Não se ganha nada com isso,  não é mesmo?"  "Fazer isso não põe comida na mesa, põe?" 
Pessoas assim  não se dão conta que  estão  deixando  um  mundo  cheio de lixo, sujeira e poluição para os seus filhos! Pessoas assim, muitas vezes não pensam em seus filhos,  pessoas assim  na grande maioria das vezes  nem
pensam,  não sabem pensar.
Pois é,  essa é uma batalha dura, difícil e muito longa.  Quem vencerá?
Quem está fazendo algo à mais?  Eu estou.  Convido a todos a   fazerem algo à mais também!!  Um mais um é sempre mais do que dois.
 Garanto a todos que  o sentimento de satisfação  de ver a calçada lipinha, a grama bem cortada e o lixo todo no  lugar certo dá sim  uma grande satisfação interior. 
Experimente! Faça isso.  Dê exemplo!
Um abraço,
Reinaldo Janson
(residente em São Paulo e Morador de fim-de-semana em Monte Verde...)

 

VOZ DA TERRA (IMPRESSA) – 02 DE OUTUBRO DE  2.001

MEIO AMBIENTE

População solicita retirada de lixo no posto de saúde

 

Suely Silva

O fato do lixo ser jogado em local impróprio pela população mostra que muitos ainda não sabem da gravidade da situação, que põe em risco o ambiente em que vive, maltratando sem limites a natureza.

 “Se uma providência não for tomada de imediato, a população vai se atolar no seu próprio lixo. É preciso que os administradores não só tomem uma providência quanto ao saneamento, mas que punam os irresponsáveis que jogam

seus lixos nas ruas”, diz a moradora M. B. que se sente incomodada com a situação.

Um local crítico, que merece destaque no momento, é o terreno que circunda o Posto de Saúde e a creche e que é utilizado para ali se colocar de tudo.

O pequeno riacho, que existia no local virou depósito de lixo de todas as espécies. Encontrava-se até mesmo ferro velho jogado no terreno, como um freezer (foto). Ali, naquele local, os cavalos (uma outra história complicada) fazem sua refeição diária, vasculhando os saquinhos plásticos que são arremessados por mãos humanas.

Atendendo a pedido de leitores, VOZ DA TERRA procurou o administrador distrital, Argemiro Ribas. 

O trator limpou o terreno

“Em todos lugares que a população solicita é feita à retirada do lixo”, diz ele. O administrador Argemiro admitiu que ficou impressionado ao ver a degradação do local, que, por pouco, não virou depósito de ferro velho.

“Eu falei com o pessoal da oficina para não jogar mais nada no terreno”, disse o Administrador, que ali permaneceu gerenciando o trabalho com mais duas caçambas até a completa retirada do lixo. Além da limpeza do terreno, que pertence à Prefeitura, também foi passado o trator no local. Segundo o Administrador Distrital, Argemiro Ribas, o próximo passo será cercar todo o terreno entre a Creche e o Posto.  

 

 VOZ DA TERRA  EM 09 DE OUTUBRO DE  2.002

Email recebido 

De: Luiza Ferreira Camargo e Oliveira

Cidade: Vinhedo - SP - País: Brasil

 

Olá, eu nome é Luiza e costumo visitar constantemente Monte Verde, o lugar é maravilhoso entretanto gostaria de me informar sobre dois aspectos: gostaria de saber se Monte Verde tem algum projeto de reciclagem de lixo uma vez que além de fazer bem ao meio ambiente pode gerar emprego e renda. E gostaria de saber também qual é o papel social da empresa Melhoramentos/Melbar frente à comunidade de Monte Verde.
Obrigada pela atenção, Luiza.

Luíza:

Pelo que estou informado, existem muitos projetos para reciclagem de lixo em Monte Verde, mas para executá-los falta vontade política. Quanto à Melhoramentos, sei que gera bastante emprego e impostos ao município, o que já de valor social e econômico. Outras atividades sociais eu desconheço, mas suas perguntas serão repassadas a todos de minha lista de emails; espero que alguém traga mais informação.

Grato.

Egydio Coelho

 

VOZ DA TERRA  EM 11 DE OUTUBRO DE  2.002

Email recebido 

De: Carlos Roberto Martins da Cunha
Cidade: São Paulo - SP - País: Brasil

 

Resposta a pergunta reciclagem de lixo: Conheço a incineração de lixo, que é um pocesso que exige um estudo de quantas toneladas dia seria incinerada por dias, em altos fornos, porem nem em São Paulo o lixo não é  incinerado, já existenm projetos pilotos desenvolvidos pela Cetesb para queima e incineração de lixo, e custa muito,  o que existe são lugares destinados a deposito de lixo onde são armazenados para aprodecimento, coloca-se o lixo em camadas e cobre com terra. E isto penetra no lençol freatico contaminando o solo, por mais caamadas de impermeabilizantes
que coloquem, existe um lixão bem proximo a serra da Cantareirta em São Paulo.
Para Monte verde poderia desenvolver um projeto para incineração de lixo se alguem puder dispor ou conseguir verba, .....Meu site http://sites.uol.com.br/areacomum/ http://sites.uol.com.br/cfy 

 

VOZ DA TERRA  EM 09 DE ABRIL DE  2.003

Email recebido 

De: Gustavo Arrais - Hotel Cabeça de Boi  

Cidade: Monte Verde - MG - País: Brasil

 

Caro Amigo Egidio

 Sobre o passeio as pedras tenho uma idéia que já pusemos em pratica a muito tempo.

 Todos os hospedes que vão com nossos trenzinhos recebem um saquinho de lixo estampado “Eu ajudo a preservar a natureza de Monte Verde” .

 Depois damos um premio para quem pegou mais sujeira durante o passeio.

Esclareço quem pegou mais sujeira NÃO jogada por eles mesmo, sujeira de outros turistas.

Então fica a idéia de fazermos um concurso de quem ajudar a manter mais limpo as trilhas ganharia um premio . (já ofereço 1 diária grátis na baixa temporada.)

 Forte Abraço

 

VOZ DA TERRA IMPRESSA ABRIL DE  2003  

Contribua você também com a reciclagem

Leandro (esq), Marcio, Dircelio, já contribuem catando sucata que os mais desavisados deixam nos corregos e áreas verde.

Em Monte Verde já existem pessoas conscientes que estão trabalhando para a reciclagem do lixo, contribuindo para a limpeza da cidade e gerando renda para algumas famílias carentes. É o caso de Juvenil Nunes, dono da Borracharia do Gordo. O Gordo, como ele é chamado, compra papel, vidros, plásticos, latas, metais e etc. Toda semana enche seu caminhão e manda para algumas empresas de reciclagem em São Paulo. "Está no meu sangue, sempre gostei da profissão de sucateiro. Gostaria que a população soubesse o que é a reciclagem e separassem em casa e me trouxessem, contribuindo com esta campanha" diz ele.

A reciclagem não só está ajudando com a renda da família, que separa o lixo e vende para ele, como também está contribuindo com a limpeza de um local que vivia sujo de sucatas e lixo doméstico. É importante lembrar, que depois que o Gordo voltou a trabalhar com a reciclagem, a área onde ele trabalha, próximo ao Posto de Saúde que vivia sempre suja e cheio de sucatas, agora está limpa e organizada.

Se você também quer contribuir com a reciclagem, veja quanto o Gordo paga pelo seu lixo:

Papelão e papel: 10 centavos; plástico: 25 centavos; latas: dois reais e cinqüenta; cobre: três reais e vinte. (o quilo)

Qual o objetivo da reciclagem

Melhoria da qualidade de vida, redução da poluição, redução da extração de recursos naturais, redução do uso de energia e geração de empregos.

O destino inadequado do lixo provoca desequilíbrio ambiental. O tratamento do lixo doméstico no Brasil é realmente uma tragédia, 76% dos 70 milhões de quilos produzidos por dia,   são lançados a céu aberto, 10% em lixões controlados, 9% para outros aterros sanitários e apenas 1%  é  reciclado. A realidade está mudando, hoje as pessoas que pensam um pouco mais nesse planeta recorrem a alternativas que podem minimizar esta situação caótica.

A importância da reciclagem

Lixo é todo e qualquer resíduo proveniente das atividades humanas ou geradas em aglomerações urbanas. Reciclagem consiste no reaproveitamento desses resíduos.Uma sociedade consciente, portanto, não gera lixo e sim materiais para serem reciclados.

Como podemos ajudar na reciclagem?

Separando materiais recicláveis (plásticos, vidros, metais e papéis). Reaproveitar artesanalmente resíduos de papéis ou outros materiais.

Todo material orgânico e inorgânico pode ser reciclado. Saiba que existe um padrão internacional para o reconhecimento desses produtos em locais onde já está avançada a coleta seletiva.

Vidro-Latões verde; Plásticos-vermelho; papel-azul; metais-amarelo.

E os lixos úmidos e orgânicos, servem como material para enriquecimento do solo, através da compostagem e minhocultura (cascas de frutas, folhas secas, e restos de alimentos).

 

 

= FIM DOS TEXTOS SOBRE LIXO =


 

 

 

Empresas que apóiam e tornam possível a manutenção destas páginas na internet

 

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O Green Mountains é o hotel fazenda com a vista mais deslumbrante de Monte Verde. Chalés luxuosos com lareira, tv, aquecimento central, restaurante e pensão completa. Além de piscina e lago para a pesca. Um lugar inesquecível para toda família se divertir na montanha.

Estrada de Monte Verde, Km 20

Reservas: (35)3438-1317

e (11) 3258-9898

 

Empresas que apóiam e tornam possível a manutenção destas páginas na internet

 

 MONTE VERDE-MG

GREEN

VILLAGE

 HOTEL

Emails: gm@greenhotel.com.br reservas@greenhotel.com.br

 www.greenhotel.com.br   

 

Hotel pitoresco a 800m do centro. Apt.ºs., calefação no inverno. Piscina, frigobar,  interfone, antena parabólica.  Lareira. Sauna.

 

O Green Village possui uma área de 13mil metros quadrados de araucárias brasilienses. Os apartamentos são aconchegantes, com TV, frigobar. As diárias são com pensão completa, onde é servido um delicioso café da manhã. Um lugar encantador bem pertinho de tudo. Av. Sol Nascente, 711. Reservas: (35)3438-2035 e (11)3258-9898.

 

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GREEN

MOUNTAINS HOTEL

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O Green Mountains é o hotel fazenda com a vista mais deslumbrante de Monte Verde. Chalés luxuosos com lareira, tv, aquecimento central, restaurante e pensão completa. Além de piscina e lago para a pesca. Um lugar inesquecível para toda família se divertir na montanha.

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MOUNTAINS HOTEL

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