VOZ DA TERRA - FÓRUM DE HOTÉIS E EMPRESÁRIOS 22-04-203Email recebido De: Paula Únger Para: Fórum de hotéis e empresários
Caro Sr. Egydio No intuito de contribuir, venho através deste veiculo contar a quem quer que tenha interesse em melhorar o atendimento geral do comércio em Monte Verte. Infelizmente sabemos que existem todos os tipos dentro do nosso comercio e dentro do turismo, pessoas boas, más, alegres tristes, mal educadas e bem educadas. Mas o que reclamam em geral é sobre a demora do atendimento geral e as vezes sobre o cardápio ou o preparo de certos alimentos.Eu solicitei a estas pessoas que enviassem e-mail para o seu jornal, pois assim talvez vocês possam ajudar estes comerciantes a se conscientizar destes problemas.O que mais reclamaram em geral, foi do atendimento demorado, e um casal foi comer fondue em um restaurante, e após espera de 1:40 eles( os atendentes do restaurante) disseram que não tinha réchaud para aquecer o fondue na mesa, eles se levantaram e foram para outro restaurante, e lá chegando pediram e não tinha o que queriam , e ai já viu né...: sorrisos e muitas chateações...................... O que fazermos? Senão ajudarmos os nossos colegas comerciantes com dicas como esta? Não sei dizer nomes, apenas quero melhorar e contribuir para que a nossa cidade tão querida seja vista com melhores olhos contando estas tristes histórias que nos contam sobre esta cidade, e infelizmente algumas pessoas insistem em abrir portas sem preparo.O Senac é tão bom, vocês não podem imaginar.... Faço votos que todos compreendam a intenção deste e-mail. A LUZ DE DEUS NUNCA FALHA!!!! VOZ DA TERRA - FÓRUM DE HOTÉIS E EMPRESÁRIOS 15-05-2003Email recebido De: Ninho do Falcão Para: Fórum de hotéis e empresários
Abrir pousada? É uma fria O sonho preferido dos brasileiros, o de ser dono de um hotelzinho, é de alto risco Pergunte a um brasileiro de classe média se ele tem planos de mudar de vida. É grande a probabilidade de ouvir como resposta que ele sonha jogar tudo para o alto e abrir uma pousada em local paradisíaco. "É a primeira coisa que todos pensam em fazer", diz o paulista Roberto de Ávila Miranda, dono de uma escola que ensina a abrir franquias e a gerenciar negócios, principalmente na área de turismo. "Em vez de criar outros pequenos negócios, como uma loja ou uma livraria, os brasileiros optam pela pousada." Há dois anos, Miranda criou o curso "Como montar e gerir uma pousada", hoje com 240 alunos e fila de espera. O resultado dessa preferência é que existem 12.000 pousadas no Brasil, mais que o dobro de dez anos atrás. Um estudo coordenado por Sérgio Diniz, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP), mostra que metade dos donos de hoteizinhos no Litoral Norte paulista largou tudo na cidade em que morava para montar o negócio na praia. Quase metade das consultas na área de turismo e hotelaria do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) diz respeito a pousadas. Por que os brasileiros querem tanto ser donos de um pequeno hotel? Isso decorre, em boa parte, da fantasia de que se trata de uma forma de tirar férias permanentes e ainda ter renda todo mês. Os atrativos são realmente impressionantes: fica-se livre do congestionamento e da poluição urbana, não se precisa mais dar satisfações ao patrão, e lá se vai o trabalho monótono. A maioria até monta seu negócio no mesmo lugar onde costuma passar o fim de semana. Em novembro, três irmãos de São Paulo – André, 33 anos, Roberto, 28, e Cláudio Vieira de Moraes, 24 – abriram em sociedade uma pousada em Juqueí, uma praia agradável do litoral paulista. "Nós vamos para a praia todo fim de semana e decidimos unir o útil ao agradável", diz Roberto. "É um investimento a longo prazo, para a aposentadoria." Em seu curso, Miranda ensina que o investimento inicial numa pousada de tamanho médio, com quinze apartamentos, um salão onde será servido o café-da-manhã e espaço para estacionamento, anda em torno de 400.000 reais. Nesse cálculo, a compra do terreno consome 20% dos gastos. O restante vai para os demais itens iniciais, da obra até a decoração, mobília e utensílios e para a folha de pagamento de, no mínimo, cinco funcionários. Não se deve contar com lucro antes do quinto ano – o que exige dinheiro em caixa para agüentar até lá. Não é sem razão que a mortalidade se mostra alta nesse ramo. De cada dez estabelecimentos abertos, três fecham antes de completar um ano. Outros quatro antes de cinco anos. Dono de duas pousadas em Conceição do Ibitipoca, região de Minas Gerais muito procurada para ecoturismo, o mineiro Divino Adalto, 32 anos, ofereceu uma delas em arrendamento. "Eu não conseguia mais arcar com a folha de pagamento", diz Adalto. "O dinheiro só entrava no caixa nos feriados." O outro estabelecimento é tocado pela família, sem empregados contratados. O típico dono de pousada tem entre 30 e 50 anos e deixou para trás um padrão confortável de rendimento. Era pequeno empresário, profissional liberal ou tinha emprego em nível de gerência. É verdade que a maioria só ganha coragem para pôr o sonho em prática depois de perder o emprego ou fracassar nos negócios. É então que aproveita o saldo do FGTS, raspa a poupança, pede dinheiro emprestado aos parentes, vende o carro – e joga tudo no empreendimento de seus sonhos. Só aí descobre que para o negócio dar certo é preciso trabalhar pesado. O dono de um pequeno hotel vai acordar de madrugada para preparar o café-da-manhã, terá de lidar com empregados pouco experientes e dormirá depois que o último hóspede apagar a luz do quarto. "O maior erro é achar que se trata de uma atividade de lazer. É um negócio como qualquer outro", explica José Bento Desie, coordenador do núcleo de turismo do Sebrae-SP. Um dos primeiros choques é a perda de status social. Quem tinha um escritório grande na cidade tende a gastar um dinheirão com a decoração de sua nova sala só para mostrar aos amigos que fez a escolha certa. O pior para quem tinha salário acima de 10.000 reais é ver a renda mensal cair para a faixa dos 3.000. Como em qualquer negócio, há bons exemplos de sucesso para animar novos empreendimentos. "A cada dia me apaixono mais pelo que faço", diz Antonio Edson Molica Porto, 62 anos, que largou o emprego de diretor numa editora de São Paulo para se dedicar às pousadas. Dez anos atrás, ele montou sua primeira hospedaria em Arraial d'Ajuda, na Bahia. Com a experiência adquirida, cinco anos depois transformou em outra pousada seu sítio em Araçoiaba da Serra, a 120 quilômetros de São Paulo. Ali recebe sobretudo grupos para convenções. Esse tipo de hospedagem é um filão que garante a rentabilidade de algumas pousadas. Muitos proprietários inexperientes, porém, transformam a pousada em uma espécie de casa de veraneio para amigos e parentes, constrangendo os demais hóspedes. Acabam dando tanta atenção aos conhecidos que negligenciam o atendimento a quem realmente deveria receber todos os cuidados. O sucesso de uma pousada depende muito mais do local em que está instalada do que da infra-estrutura que oferece. A primeira preocupação do visitante é se a região tem todas as atrações turísticas que ele busca. As chances de dar certo diminuem se estiver a mais de 200 quilômetros de um grande centro urbano. O local pode ter passado impressionante – mas foi abandonado pelos turistas. Isso aconteceu em Florianópolis, cuja infra-estrutura hoteleira dependia dos 800.000 argentinos que baixavam por lá a cada verão. A crise econômica no país vizinho reduziu drasticamente o fluxo, a ponto de a ocupação de algumas regiões da cidade ser de 40% na alta temporada. Para ser saudável, um empreendimento precisa de ocupação média anual de 65%. O resultado é que só na Praia de Canasvieiras, a preferida dos portenhos, há dez hoteizinhos à venda. Metade deles pertence aos próprios argentinos – como os brasileiros, eles também sonham mudar de vida abrindo uma pousada. VOZ DA TERRA - FÓRUM DE HOTÉIS E EMPRESÁRIOS 27-05-2003Email recebido De: Ninho do Falcão Para: Fórum de hotéis e empresários
Minas
lança hoje Fórum Estadual de Turismo VOZ DA TERRA - FÓRUM DE HOTÉIS E EMPRESÁRIOS 13-11-2003Email recebido De: Eduardo Amaro Para: Fórum de hotéis e empresários
Caros
Vizinhos e Usuários da Avenida das Montanhas O
Sr.Secretário de Obras do Muncípio de Camanducaia, Sr.Márcio Paiva tem se
mostrado muito interessado em procurar resolver o problema de acesso (erosões
pelas águas, buracos, etc.) na Avenida das Montanhas e solicitou que nós,
moradores, hoteleiros e demais usuários, compreendendo a situação da
Prefeitura, nos cotizássemos para a compra do cascalho necessário para a
manutenção e a Prefeitura se encarregaria de fazer o transporte e a aplicação
do material nessa Avenida tão importante para o turismo em Monte Verde. O
custo do caminhão de cascalho está inicialmente cotado a R$ 20,00, porém
ainda sujeito a redução dependendo de negociação com o fornecedor. Não
temos, ainda, uma estimativa da quantidade total necessária para o trabalho
desde o portal de trás até a caixa d’água redonda, mas pode-se chegar a
um total superior a 100 caminhões de cascalho, ou seja, R$ 2.000,00. Destacaremos
um apontador para controlar a chegada desse material, cuja primeira carga está
prevista para esta semana. Ao
término dos trabalhos faremos um balanço financeiro e informaremos a todos
aqueles que contribuiram o resultado desta campanha de arrecadação. Estamos
solicitando aos nossos vizinhos e usuários (Hoteleiros e Empresas de
Materiais de Construção) que colaborem nesse esforço para que tenhamos uma
Avenida das Montanhas transitável, independente das chuvas. As
contribuições podem ser entregues à Sonia (34381959) ou depositadas na
conta corrente abaixo indicada, confirmando o depósito por fax. Agradecemos
a colaboração de todos Eduardo
Amaro (35,34381959) conta
corrente: Banco Bradesco S/A - 237 |
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