VOZ DA TERRA - jornal impresso e virtual de Monte Verde

Diretor: Egydio Coelho da Silva

CARNAVAL: DE  FEVEREIRO A MARÇO DE 2.001

 

VOZ DA TERRA – 22 DE FEVEREIRO DE  2.001

Repórter: Suely Silva - Redação: VOZ DA TERRA

 

Carnaval: história e marchinhas


Roberto Lapiccirella, um dos sócios da Locanda Belvedere, músico e pesquisador, publicou em São Paulo (1.996), um livro, que intitulou "Antologia Musical Popular Brasileira – As Marchinhas de Carnaval", publicado pela Musa Editora.

O livro está esgotado, no entanto o autor, que anda viabilizando sua pousada em Monte Verde (Locanda Bel Vedere), garante que tem em seu poder ainda algumas poucas unidades. 

O livro, além de um bom histórico sobre o Carnaval, traz as letras, partituras e explicativos das 108 marchinhas carnavalescas mais significativas, tais como, Aurora, Bandeira branca, Cidade Maravilhosa, O cordão dos puxa-saco, Estão voltando as flores, A jardineira, Pastorinhas, Ó abre alas, O teu cabelo não nega, Cantores do rádio, Turma do funil, Saca-rolha, Sassaricando, entre tantas outras. 

Acompanha o livro um CD com 14 destas marchinhas, gravadas pelo Bando da Rua, grupo musical formado pelo próprio autor.

Outras informações sobre o livro e o Carnaval, podem ser encontradas no site que Lapiccirella esta organizando: www.geocities.com/aochiadobrasileiro. Vale a pena! Há muitas informações e curiosidades sobre o assunto. Pode-se inclusive ouvir trechos das gravações originais.

 

ORIGEM DO CARNAVAL

Eis um trecho extraído de seu livro, onde Roberto conta como o carnaval começou no Brasil:

        "Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente européia. A comemoração carnavalesca data do início da colonização, sendo uma herança do entrudo português e das mascaradas italianas. Somente muitos anos mais tarde, no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade.
        Foi, portanto, graças a Portugal que o entrudo desembarcou na cidade do Rio de Janeiro, em 1641. O termo, derivado do latim "introitus" significava "entrada", "começo", nome com o qual a Igreja denominava o começo das solenidades da Quaresma. No entanto, as festividades do entrudo já existiam bem antes do Cristianismo, eram comemoradas na mesma época do ano e serviam para celebrar o início da primavera. Com o advento da Era Cristã e a supremacia da Igreja Católica, passou a fazer parte do calendário religioso, indo do Sábado Gordo à Quarta-feira de Cinzas.
        Tanto em Portugal, como no Brasil, o Carnaval não se assemelhava de forma alguma aos festejos da Itália Renascentista; era uma brincadeira de rua muitas vezes violenta, onde se cometia todo tipo de abusos e atrocidades. Era comum os escravos molharem-se uns aos outros, usando ovos, farinha de trigo, polvilho, cal, goma , laranja podre, restos de comida, enquanto as famílias brancas divertiam-se em suas casas derramando baldes de água suja em passantes desavisados, "num clima de quebra consentida de extrema rigidez da família patriarcal".
        Foi esse Carnaval mais ou menos selvagem que desembarcou no Brasil com as primeiras caravelas portuguesas e os primeiros foliões.
        Com o passar do tempo e devido a insistentes protestos, o entrudo civilizou-se, adquiriu maior graça e leveza, substituindo as substâncias nitidamente grosseiras por outras menos comprometedoras, como os limões de cheiro (pequenas esferas de cera cheias de água perfumada) ou como os frascos de borracha ou bisnagas cheias de vinho, vinagre ou groselha. Estas últimas foram as precursoras dos lança-perfumes introduzidos em 1885. 
        No tocante à música, tudo ainda era muito precário; o entrudo não possuía um ritmo ou melodia que o simbolizasse. Apenas a partir da primeira metade do século XIX, com a chegada dos bailes de máscaras nos moldes europeus, foi que se pôde notar um desenvolvimento musical mais sofisticado..."

 

Refrão

Carnavá tá aí (tá memo)

Vamo vadia (vambora)

Vamo vadiá

Se a polícia não atrapaiá

 

(Refrão do samba Carnavá tá aí, de Pixinguinha e Josué de Barros, gravado por Carmem Miranda em 1930)  

VOZ DA TERRA – 05 DE MARÇO DE  2.001

 

COLUNA DO ROGERINHO 

*A banda super 8 fez duas apresentações no parque ecológico Adélia; a galera foi à loucura principalmente relembrando os tempos dos Beatles-mania quem foi, se divertiu para valer quem não foi aguarde que vem mais show neste inverno.

CARNAVAL 2001

Graças ao nosso Carnaval 2001, houve turista que já marcou seu retorno para o próximo ano. Segundo eles, Monte Verde faz um carnaval diferenciado de todo o mundo, recorde: somente quatro horas de duração; aconteceu na 2.ª feira de carnaval; banho de espuma para todos que passaram pela Avenida.

 

Nem em cima do trator as meninas perderam o rebolado. Carla Miranda (Paquito) Ivonete (Daniel) que ganhou o concurso de fantasia.

Giza de (Nero) que comandou a festa.com todos os participantes na dança do Tigrão.

 

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As informações turísticas no Portal de entrada da cidade são fornecidas pela Associação Comercial de Monte Verde (ACMV), com a finalidade de tornar agradável e confortável a estada do turista em Monte Verde . Aos moradores se dão também quaisquer informações. 

Os recepcionistas estão proibidos de fazer indicação de hotéis, restaurantes, etc.

Sua obrigação é transmitir ao turista todas as informações sobre hotéis, pousadas, restaurantes e empresas filiadas à ACMV, para que ele decida onde se hospedar, onde se alimentar e o que comprar em Monte Verde.

No jornal VOZ DA TERRA impresso, que é também distribuído no Portal, consta a relação de todos os hotéis (tabela de preços) e de todos os filiados à ACMV.

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Quem são?

 VOZ DA TERRA – 05 DE MARÇO DE  2.001 

Repórter: Suely Silva - Redação: VOZ DA TERRA

 

CARNAVAL EM MONTE VERDE

Com uma temperatura que variou de 12 a 18 graus durante a noite, os turistas tiveram uma diversão pra l'a de animada. 

Aconteceu na Chácara Adélia um baile de carnaval com a Banda Super oito, que animou os foliões improvisados. 

A banda também fez uma animada matinê para as crianças.

Os turistas, que visitaram Monte Verde durante o carnaval, desta vez tiveram como opção se divertir durante a noite e ainda desfrutar das belezas naturais da agradável vila de dia.

   

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