VOZ DA TERRA - jornal impresso e virtual de Monte Verde

Diretor: Egydio Coelho da Silva

ANIMAIS DOMÉSTICOS: JANEIRO DE 2.002 A ABRIL DE 2.003

VOZ DA TERRA  03 DE JANEIRO DE  2.002

Email recebido

Wilson Catapani - Diretor

Organização Mantiqueira Ambiental

Maus tratos aos animais de Monte Verde

Cara Suely: 

compartilho de sua indignação com relação ao envenenamento de cães e gatos em Monte Verde. Penso também que outros animais são tratados de forma cruel, principalmente os cavalos, que após serem usados à exaustão para o lazer de turistas, são simplesmente soltos nas ruas ao invés de receberem o devido cuidado. Estes animais vão então revirar os lixos da cidade , quando não causar acidentes. Apenas agora no Reveillon, fui surpreendido por duas vezes, com minha família no carro, por animais atravessando a via à noite, uma vez na estrada, próximo à chegada a Monte Verde, e outra na subida da Avenida das Montanhas, já chegando à minha casa.

Entretanto, creio que o problema tem facetas mais complexas. O envenenamento de cães  e gatos pode não  apenas estar ocorrendo de maneira proposital, mas também  porque estes animais estão ingerindo ratos envenenados. Isto ocorre da seguinte forma: vários  lugares em Monte Verde estão se tornando um verdadeiro depósito de lixo . Este lixo é acumulado em determinados pontos, ou proveniente de despejo local por pessoas nas imediações, ou trazido de pontos distantes através de um curso de água, por exemplo. Nestes locais, proliferam ratos , que são combatidos colocando-se veneno. Ocorre que os raticidas não matam o rato na hora : eles ingerem o veneno e vão morrer mais adiante, e durante este trajeto, já sob o efeito do envenenamento, tornam-se presa fácil para cães e gatos de rua famintos. Um gato, ou um cão de porte pequeno ou médio, pode facilmente morrer desta forma. Cães maiores podem eventualmente não morrer, embora sofram tremendamente com o efeito do veneno. Nós médicos temos diversos exemplos de situações de transmissão de doenças , ou envenenamentos, que ocorrem através de veículos indiretos como os que descrevi. Desta forma, o envenenamento dos cães e gatos pode decorrer tanto da ação intencional de pessoas que maltratam animais, como através do mecanismo que expliquei, causado por pessoas igualmente irresponsáveis que não dão o devido cuidado e atenção ao descarte do seu lixo, despejando-o no curso d´agua ou em um canto qualquer, e favorecendo a poluição ambiental e a proliferação de ratos.

A OMA - Organização Mantiqueira Ambiental -  preocupa-se com estes fatos e também por verificarmos que nenhuma das associações mais tradicionais da cidade conseguiu resolvê-lo, o que demonstra que a solução não é fácil e será necessário um trabalho conjunto para se atingir este objetivo. Neste sentido, a OMA encontra-se à disposição para colaborar no que for possível, e espera também, em futuro próximo,  encontrar eco  às ações que proporemos para o  problema.

Atenciosamente

VOZ DA TERRA  04 DE JANEIRO DE  2.002

Email recebido

 

CRIME AMBIENTAL!

 

É incrivel que numa cidade tão "alto astral" aconteçam crimes contra os animais(por enquanto)!

O mais interessante é que todos os animais envenenados foram encontrados práticamente nos arredores de um mesmo endereço na Av Monte Verde!

Coincidência...

A pessoa que tem prazer em matar um animal, facilmente matará um ser humano...

E se uma criança achar um petisco envenenado...

A pessoa criminosa pode até escapar da justiça dos homens, mas nunca Dêle.... diz o ditado "Aqui se faz aqui se paga".

Uma vergonha...

Lajos Bodnár

 

VOZ DA TERRA  08 DE JANEIRO DE  2.002

Email recebido

M. Lucia Forlenza

AL DI LA Chalés

 

Prezados senhores,

É muito importante alertar os proprietários de cães e gatos de Monte Verde sobre envenenamentos criminosos, mesmo porque, os crimes estão ocorrendo com animais de estimação, não apenas com animais de rua.

Como são crimes, não deveriam ser investigados pela polícia?

Quando a vítima foi meu Pastor Alemão Branco, alegaram "não se tratar de ação criminosa" (sic), o que não é verdade.

Até quando ficaremos apáticos diante da impunidade dos crimes praticados em Monte Verde?

 

VOZ DA TERRA  09 DE JANEIRO DE  2.002

Email recebido

Eva Fuchs

Monte Verde-MG

 

Concordando com tudo que o Sr. Lajos escreveu a respeito dos maus tratos e envenenamentos de animais ( propositalmente ou não ???)  gostaria de saber se existe uma lei que proiba ter cachorros presos a curtíssimas correntes, sem um lugar siquer, para se abrigar de chuva, sol ou frio ?

 

VOZ DA TERRA  09 DE JANEIRO DE  2.002

Email recebido

Valeria

Monte Verde-MG

 

Recebi informações sobre envenenamento de cães e gatos nesta cidade.
Aqui vai o meu protesto...
Não seria melhor castrar os bichinhos?
Por favor, pensem bem antes no q estão fazendo.

 

VOZ DA TERRA 10 DE JANEIRO DE  2.002

Email recebido

Sylvia Roriz

Rio de Janeiro

 

Estou sabendo, embora more no Rio de Janeiro, dos assassinatos e maltratos cometidos contra cachorros e gatos nessa cidade.

Gostaríamos todos, que respeitamos e amamos os animais, que sejam tomadas providências, uma vez, caso não saibam, é crime praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.  Isso está descrito bem claro no artigo 23 da Lei Federal 9.605/98.  A pena prescrita para tais crimes vai de 3 meses a um ano de prisão.  A pena é  aumentada de 1/6 a 1/3 se ocorrer morte, acrescenta o parágrafo 2.  Consta ali que a autoridade - desde que receba a notícia do crime - é obrigada a agir, independente de representação.

Já ocorreram várias denúncias e até agora nada foi feito.  Será que vai ser necessário enviar uma denúncia as autoridades federais?

Sylvia,

Grato pela sua participação. Acho que quanto mais fiscalização houver sobre maltrato a animais mais possibilidade haverá de impedir que essas criaturas indefesas sofram. 

Entendo também que é muito cruel pegar um cão para criar, sem ter conhecimento e sem estar preparado para ter um animal de estimação. 

Não educá-lo e não cuidar de sua saúde adequadamente e, quando entender que não lhe presta serviço, abandoná-lo à própria sorte ou, então, jogá-lo na Estrada Monte Verde/Camanducaia, sem nenhuma preocupação com a maldade, que está praticando ao animal e à comunidade, que tem conviver com muitos animais abandonados.

E o cão - todos sabemos - é exageradamente leal, amigo e, também, totalmente dependente de seu dono. Por isso, o abandono de um cão é um ato, no mínimo, cruel. Acho que também deveria haver alguma punição a quem abandona um cão à sua própria sorte. 

Egydio Coelho da Silva

 

VOZ DA TERRA 17 DE JANEIRO DE  2.002

Laura Barreto

 

Prezado senhor,

Parece que esse mundo realmente esta sem solução.

Cada vez mais vejo a crueldade crescer. Mas sei que, só cresce aquilo que não podamos.

Gostaria de saber quais as providências que os orgãos competentes de Monte Verde estão, tomado contra esses crimes cometidos com os cães/ gatos 

Veneno , mata animais , mas se uma criança achar. Sera que somente quando uma criança morrer , seram tomada as providências necessárias!!!,

Que culpa esses animaiszinho tem? Afinal foram abandonados por nós," humanos".HUMANOS!!!!!!!

Meu repúdio total ao que esta acontecendo em Monte Verde com os animais. Uma cidade, lindíssima e turística, fazendo um papel tão sordido desse.CAÇA A ESSE (A) DELIQUINTE.

Cordialmente

laura barreto

Laura,

O problema de Monte Verde se resume em um só: estamos abandonados pelos poderes públicos: municipal, estadual e federal. Afinal, uma cidade turística não interessa apenas aos moradores da cidade, mas a todo o Brasil e até a turistas do exterior que nos visitam e, por isso, também deveria ter a atenção do Governo Estadual e Federal.

Egydio Coelho

 

 VOZ DA TERRA on line - 05 DE FEVEREIRO DE  2.002 

Amigos em Defesa da Vida

Suely Silva

No final de janeiro, um grupo de pessoas se reuniu na Galeria Suíça (Livraria Esotérica Graal) para discutir sobre os crimes de maus-tratos com os cães e gatos de MV. Desde o ano passado, vários animais foram encontrados mortos com suspeita de envenenamento, o que vem preocupando alguns moradores.

A reunião foi presidida por Carla Rizzo, com a presença de dona Rosa e Rolland, Iara e Luiz, Regina Assis e Egon Boetther. Carla Rizzo expôs algumas idéias e pediu aos companheiros uma solução para a inibição dos crimes de maus-tratos.

Ficou decidido entre os poucos participantes do movimento em defesa da vida, que durante o carnaval serão colocadas faixas na avenida principal em protesto as práticas dos crimes.”A intenção das faixas é inibir os possíveis criminosos” disse Carla Rizzo. Uma outra sugestão foi montar um standard na avenida, para vender camisetas, com a intenção de arrecadar fundos para a próxima castração que deverá acontecer este ano, já que a castração realizada em abril de 2000 não atingiu um número considerável de cães e gatos de rua. Em uma das faixas será colocado um manifesto (abaixo assinado) da comunidade de MV solicitando a prefeitura de Camanducaia que sejam tomadas providências como, construção de um canil e ajuda de custo para a próxima campanha de castração, já que a prefeitura não colaborou no ano de 2000.Uma outra sugestão apresentada pela Iara foi de reivindicar a presença do setor de zoonóse da prefeitura para auxiliar na captura dos animais de rua na época da castração.”Assim não teremos o mesmo problema que vivenciamos em 2000, onde tivemos que correr atrás dos cães e gatos para a realização da cirurgia faltou apoio” disse Iara.

O ponto de arrecadação para a campanha de castração será nas proximidades da loja do Egon e próximo ao comércio do Sr Armando, onde todos, turistas e moradores poderão contribuir com doações e compra de camisetas.

A reunião também teve a intenção de se pensar em uma associação em Defesa dos Animais de rua de MV. “Somos contra o depósito de animais” disse Carla ressaltando a importância de um canil que cuide, proteja e reintegre os animais de rua num lar. Um outro fator importante discutido foi à criação de um projeto educacional nas escolas, orientando crianças e adolescentes na importância em proteger os animais e a natureza em que vivemos. Dona Rose e Rolland, lutadores a tempo dessa causa, sempre protegendo e recolhendo os animais abandonados ressaltaram a importância de uma associação em defesa dos animais. “Não podemos deixar nossas idéias de lado, precisamos atuar” 

disseram eles.

 

VOZ DA TERRA  – 06 DE FEVEREIRO DE  2.002 

Email recebido

 Olá Sr. Egydio,

O problema das mortes dos cães e gatos realmente é grave, mas acho que o turista não tem nada haver com isso, sendo assim acredito que colocar faixas de protesto na Av. Monte Verde no feriado do carnaval ira causar má impressão aos turistas e isso tenho certeza que todos nós não queremos.

Acredito que deve ser feita uma conscientização entre os moradores, comerciantes e hoteleiros e também apurar melhor o fato.

Atenciosamente

Luis Gustavo.

 

VOZ DA TERRA on line  – 09 DE MARÇO DE  2.002

Os textos abaixo se referem ao trabalho dos que lutam contra o maus tratos a animais. São abaixo assinados e cópias de ofício enviados ao promotor público.

Monte Verde, 15 de dezembro de 2001.

Ilustríssimo Sr. Dr. Promotor da Comarca de Camanducáia,

Representação sobre crime de maus-tratos.

Nós, abaixo assinados, cidadãos de Monte Verde (distrito de Camanducáia), vimos diante de vossa senhoria para informa-lhe a ocorrência de diversos casos de crimes contra animais, tais como envenenamento, estrangulamento, espancamento, facadas e abandono de animais domésticos (cães e gatos) na rodovia;

Indica o artigo 32 da lei federal 9.605/98:″é crime praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. A pena é de três meses a um ano de reclusão e multa “. No parágrafo 2 está escrito:” a pena é aumentada de 1/6 a 1/3 se ocorrer morte ““;

Infelizmente, em Monte Verde algumas pessoas estão cometendo este tipo de crime. Desde o ano passado existem relatos que comprovam tal denuncia;

Neste ano, moradores vêem testemunhando a matança de cães e gatos. Recentemente, boa parte dos cães e gatos que circulavam pela Av. Monte Verde e cuidado pelos lojistas desapareceram e boatos indicam que esses animais tenham sido assassinados cruelmente através de envenenamento, espancamento, entre outros;

Para confirmar, tais denuncias temos os seguintes relatos:

1º) Sr.Marcelo Gomes de Moraes, R.G. n. º 22531294-3 (SSP), CPF n. º 609.535.276, morador da Rua Rolinha n. º 60, fone (035) 34381207, conta que seu cachorrinho Tampinha, de aproximadamente 1 ano de idade, morreu com sintomas de envenenamento;Tampinha era um cachorro, como muitos em Monte Verde, abandonado. Seu pai, Sr. Geraldo e Marcelo cuidavam do dócil animal, acolhendo-o, alimentando-o e fazendo o acompanhamento de todas as vacinas previstas por lei;

Um dia, Tampinha começou a ficar extremamente apático, isto é, sequer conseguia manter-se sobre as próprias pernas. Iniciou um processo de dilatação das pupilas e convulsionou. Chegou a tomar um antídoto, conforme sugestão da veterinária, mas infelizmente o animalzinho não suportou tal sofrimento. (Fato ocorrido no mês de novembro de 2001);

2º) Sra. Rosa B. Breining,

 RG n. º WW452084-E, CPF n. º 644.145.078-04, moradora na Rua Siriema n. º 77, fone n. º (035) 34381149, afirma que sua cachorrinha Estrelinha, de aproximadamente um ano e meio de idade, morreu envenenada. Segundo o comentário da veterinária Raquel, que acompanhou o tratamento do animal, os sintomas apresentados por Estrelinha sugeriam caso de envenenamento por grande quantidade de veneno;

Caso 2.2 - Outro relato significativo da Sra. Rosa foi o caso de seu gato, que adotara ainda adulto. Conta que o mataram a pauladas e a espinha do gato ficou inteira quebrada. Infelizmente, dona Rosa teve que sacrificar o animal;

Caso 2.3 - No início deste mês, dona Rosa salva dois animais que foram envenenados cruelmente. O cachorro Dog, (o dono deste animal é o caseiro que lhe presta serviços), apresentou intensa inquietação, muitas contorções e vômitos O incidente aconteceu dentro de sua própria propriedade. Imediatamente, dona Rosa e Sr. Rolland ofereceram ao animal, leite com terra e o mesmo vomitou muita carne e pó branco;

No mesmo dia, a gata Sheila apresentou comportamentos semelhantes ao cão Dog. Dona Rosa tomou os mesmos 

procedimentos citados acima e a gata também vomitou carne  pó branco. Ao atender a gata Sheila, a veterinária Raquel também supõe que o animal também tenha sido mais uma vítima de envenenamento. (Fato 2.3 ocorreu no mês de dezembro de 2001);

3º) Sra. Dilla Márcia de Abreu, RG n. º 049949852-cinco, CPF n. º 488.393.376-87, moradora na Av. Monte Verde n.º 1061 apto 07, fone n.º 99585215, conta que a cachorrinha Day, de aproximadamente 7 meses, morreu no mesmo dia em que o cachorro Dog e a gata Sheila quase morreram;

No período da manhã, a cadelinha Day fez suas necessidades no jardim de sua casa. No período da tarde, Day começou a apresentar intensas diarréias com sangue, vômitos e de repente caiu morta. Sua família ficou estarrecida com o acontecido. (Fato ocorreu no mês de dezembro de 2001);

4º) Sra. Odete Gabriche, RG n.º 9.461.984, CPF n.º 210.770.028-15, moradora na Av. Monte Verde n.º 969, fone n.º (035) 34382782, relata que está profundamente indignada com o sofrimento da cachorrinha de rua (castrada) que era conhecida por Isadora, Gnominha ou Raposinha, dependendo de quem a cuidava;

 O pobre animal apresentava inquietação intensa devido às fortes dores e proximidade da morte, sendo presenciado por várias pessoas, desaparecendo em seguida. (Fato ocorreu no mês de dezembro de 2001);

Caso 4.2 – Dona Odete conta que sua cachorrinha Xuxa também foi morta há algum tempo atrás, vítima de envenenamento. Os sintomas apresentados foram vômitos, diarréias e morte seguida de convulsão;

5º) Sra. Tânia Chiarato Martins, RG n.º 16.229.257, CPF n.º 161.272.488-41, moradora na Rua Araucária n.º 90, fone n.º (035) 34381572, tem como prática cuidar de gatos abandonados em Monte Verde. Conta à mesma, que inúmeras vezes,  encontrou vários potes com restos de comida em seu quintal;

 Constatou que os gatos que ingeriram alimentos ‘daqueles potes’ morreram todos com sintomas de rigidez muscular, dilatação da pupila, salivação esverdeada, vômitos seguidos de diarréia com sangue e odor de coisa estragada;

 Gatos envenenados: Brie, Felix, Chico, Marques, Groucho, Ilda, Borboleta, Ricardo, Pinochet e Fidel. (Fatos ocorridos nos últimos seis meses do ano de 2001);

6º) Sra. Aparecida Silva, moradora da Av. Sol Nascente n.º 1221, fone n.º (035) 34381836, revolta-se contra as atrocidades cometidas a cães e gatos de Monte Verde. Seu cão, chamado Bob, morador temporário na casa da Sra. Valderez foi encontrado morto no quintal; Segundo Aparecida, jogaram veneno dentro da propriedade da Sra. Valderez, uma vez que Bob era um Pastor Belga com boa saúde;

7º) Sra. Angela Maria Guanais de Aguiar Fausto, RG n.º 1355178, CPF 406921786-72, moradora na Rua Mantiqueira n.º 117, fone n.º (035) 34381284, conta que sua cachorrinha Luna, de aproximadamente dois anos de idade, fugiu de sua propriedade e voltou com a pata direita dianteira quebrada e com um enorme hematoma.

Em consulta com a veterinária Raquel,  constatou-se que Luna parecia ter sido vítima de espancamento;

8º) Sra. Suely Silva, RG n.º 20285765, CPF n.º 613205606-87, moradora na Rua Aroeiras n.º 48, afirma que ouviu dizer que seu gato Straus, de aproximadamente cinco meses, havia sido morto por um menor de rua; Dona Suely pressionou a criança acusada (boatos da vizinhança) e o mesmo reconheceu o crime. Friamente, o menor conta para Suely e sua filha de cinco anos que estrangulou e jogou o corpo do gatinho no rio;

 Fica confirmada a necessidade e importância de se  desenvolver um Projeto Educacional, sugerido pela Sra. Carla Rizzo. A educadora quer fazer um trabalho preventivo de orientação educacional  dentro das unidades escolares com o intuito de  evitar que as crianças moradoras de Monte Verde pratiquem crimes semelhantes aos adultos que  têm como modelo;

9º) Sra. Carla Rizzo, RG n.º 16678726-sete, CPF  n.º 085089718-18, moradora na Av. Sol Nascente n.º 832 , chalé 8, fone n.º (011) 30619512 ou (035) 34382490, relata que o cão de rua chamado Toddy, extremamente dócil, alegre e malandro como era conhecido na avenida Monte Verde, desapareceu no mesmo dia em que Gnominha, Dog e a gata Sheila sofreram aqueles bárbaros crimes. (Fato ocorrido no início do mês de dezembro de 2001);

Registra-se também as mortes dos cães Loopy (Sra. Rennie), Sheik (Sr. Nivaldo Palma) e do gato Chiquinho (Sr.Bene), encontrado morto na cozinha de um dos chalés  que Dona Rosa costuma alugar, situado na Av. Monte Verde n.º 1061. O gato Chiquinho também morreu no mesmo dia das mortes citadas acima. (Fato ocorrido em no início do mês de dezembro de 2001);

10º) Sra. Raquel Akihoshi de Oliveira, RG  n.º 16731807, CPF n.º 126432568-16, CRMV/MG  n.º 4726,  moradora na Rua General Osório n.º 536, Camanducáia, fone: n.º  (035) 34331622 ou cel. n.º (035) 99617214, aceita colaborar com depoimentos a respeito dos casos de envenenamento que chegou a tratar enquanto veterinária;

É preciso que se saiba que, o problema da superpopulação de animais, resolve-se promovendo:

·        campanhas de vacinação;

·         castração permanente, como a que aconteceu em abril de 2000. Uma equipe de médicos veterinários e estudantes de uma Faculdade de Medicina Veterinária de São Paulo chegaram a castrar cerca de 130 animais (cães e gatos), ver em anexo a matéria da jornalista Suely Silva;

·        Projetos Educacionais de caráter preventivo nas unidades escolares conforme sugerido pela pedagoga Prof. Universitária Carla Rizzo;

·        Futuramente, a criação de um canil público temporário com o intuito de dar abrigo, cuidados e proteção aos animais  abandonados.  O grande objetivo desta entidade será encontrar donos que estejam disponíveis a criá-los e sobretudo amá-los;

Nós, requeiramos que sejam tomadas as devidas providências e a abertura de uma sindicância para apuração dos fatos relatados:

 

Amigos em Defesa dos Animais de Monte Verde apresenta o relatório de crimes de maus-tratos, na íntegra, entregue ao prefeito Emydio Moreira e Promotor de Justiça Dr. João Batista. Os ADAMV contam com a colaboração de todos na coleta de assinaturas contra esse tipo de crime.

VOZ DA TERRA on line  – 09 DE MARÇO DE  2.002  

Monte Verde, 09 de fevereiro de 2002.

Ilustríssimo Sr. Dr. Promotor da Comarca de Camanducáia,

Ilustríssimo Sr. Prefeito de Camanducáia,

           As.: Representação sobre crimes de maus-tratos.

  Nós, abaixo assinados, cidadãos e turistas que freqüentam a cidade de Monte Verde (distrito de Camanducáia), requeiramos que sejam tomadas as devidas providências e a abertura urgente de uma sindicância para a apuração dos fatos relatados sobre crime de maus-tratos de animais domésticos conforme consta no documento de 15/12/2002 enviado para o Sr. Dr. Promotor da Comarca de Camanducáia;

É preciso lembrar que os crimes de maus-tratos contra animais domésticos (cães e gatos) continuam ocorrendo em Monte Verde, tais como envenenamento, estrangulamento, espancamento e abandono destes animais nas rodovias;

Nossos moradores continuam testemunhando a matança de cães e gatos. Recentemente, boa parte dos cães e gatos que circulavam pela Av. Monte Verde,  na Av. Sol Nascente e cuidados pelos moradores e lojistas, desapareceram. Boatos indicam que esses animais tenham sido assassinados cruelmente através de bolinhas de carne misturadas com veneno de rato ou pedaços de vidro;

Preocupados com a situação brutal e desumana que assola a vida dos animais de Monte Verde, estamos implementando, neste carnaval as seguintes medidas:

  ·        Arrecadação de dinheiro para campanhas permanentes de castração, como a que ocorreu em abril de 2000. Infelizmente,  conseguimos apenas castrar cerca de 130 animais entre cães e gatos. Pretendemos ampliar o número de animais esterilizados com a ajuda da população e principalmente da Prefeitura de Camanducáia;

  ·        Nos dias de castração, reivindicamos a presença do setor de zoonóse da Prefeitura de Camanducáia para auxiliar na captura dos cães e gatos de rua da cidade de Monte Verde. Assim, evitaremos o problema que vivênciamos na castração de abril de 2000, ou seja, muitos animais de rua não foram castrados;

  ·        Requeiramos do Sr. Prefeito de Camanducaia o compromisso de criar Campanhas de aplicação de anticoncepcionais nos animais de rua, enquanto não acontecerem as campanhas de castração realizadas pelos cidadãos de Monte Verde.

  ·        Venda de camisetas ( com temas relacionados a animais ) para arrecadação de dinheiro para as futuras castrações;

  ·        Projetos Educacionais de caráter preventivo nas unidades escolares sobre os cuidados com toda espécie de ser vivo;

  ·        Solicitamos ao Sr. Prefeito, a doação de um terreno para a criação de um canil público temporário com intuito de dar abrigo, cuidados e proteção aos animais abandonados. O grande objetivo desta entidade será encontrar donos que estejam disponíveis a criá-los e sobretudo amá-los;

 É preciso que se saiba que, o problema da superpopulação de animais não se resolve praticando estes crimes. Os animais desamparados de Monte Verde são apenas frutos de uma política pública abandonada. Assim como as crianças, animais também tem direito de viver com qualidade de vida e serem respeitados;

Temos a certeza, que o Sr. Prefeito e o Sr. Dr. Promotor de Camanducáia irão se sensibilizar com a gravidade de tais denuncias e  aguardamos que sejam tomadas as devidas providências solicitadas pela população de Monte Verde, uma vez que confiamos a responsabilidade desta cidade nas eleições passadas.

  Gratos pela atenção nós abaixo assinados,

 

VOZ DA TERRA on line  – 31 DE MARÇO DE  2.002 

José Carlos  &  Maria Grazia

Email recebido 

Prezados Amigos,

No dia 22 de Março passado perdemos a nossa gatinha de estimação na entrada da Pousada Varanda da Colinas, próximo a entrada do Hotel Green Mountains .

Nossa gata é inteirinha preta, SRD,  olhos amarelos,  idade de oito anos e seu nome é Chiris . Está conosco desde filhote .

Estávamos indo para Monte Verde e a Chiris dormia tranqüilamente .  De repente ela começou a miar, ficou agitada e evacuou no banco do carro .

Paramos para fazermos a limpeza, no instante que abri a porta do carro, ela saiu e correu para o mato .

Eram aproximadamente oito horas da noite, já escuro, tentamos de todas as formas chamá-la de volta e procurá-la no mato, mas não conseguimos recuperá-la .

Ela correu em direção ao hotel Green Mountains .  Passamos o final de semana procurando, avisamos a todos nas imediações do hotel e da pousada, mas ninguém viu a nossa gatinha .  Voltamos para São Paulo cheios de esperança que alguém a visse e nos avisasse . Ninguém a viu .

Neste feriado, visitamos todas as propriedades da região, conversamos com as pessoas, mas, novamente, ninguém a viu .

Estamos muito tristes com perda da nossa Chiris . Pedimos a vocês que divulguem este fato ao maior número de pessoas e que nos ajudem a encontrá-la .

 Agradecemos do fundo dos nossos corações.

 

VOZ DA TERRA  EM  23 DE AGOSTO DE  2.002

Email recebido 

De:  Vicente Forlenza Neto

Cidade: São Paulo-SP  País: Brasil

 

 Caro Sr. Egidio:
Tenho tentado obter informações junto a prefeitura e ou ibama, sobre as normas de construção de \"Mata Burro\", a qual desejo instalar em minha propriedade em Monte Verde, afim de coibir a entrada dos famosos cavalos andarilhos que folcloremente perambulam pelas nossas bucolicas ruas.
Gostaria de contar com sua ajuda, ou dos leitores da \" voz da Terra\",para que eu possa construi-los adequadamente
Atenciosamente
Vicente Forlenza Neto

 

VOZ DA TERRA IMPRESSA DE MARÇO DE  2.003    

 

Animais nas ruas: questão de saúde pública

São raras as pessoas que sabem que os eqüinos e bovinos e suínos e até os animais domésticos como cães e gatos podem trazer sérias doenças ao ser humano se não forem cuidados. Essas doenças chamadas zoonoses  podem acarretar danos irreversíveis à saúde pública.  O que se houve reclamações quanto a esses animais são simplesmente o fato deles estarem soltos nas ruas causando danos aos jardins e ao trânsito. Voz da Terra procurou os veterinários Márcio Capozoli e sua esposa Rosana, credenciada e habilitada pela USP em Saúde Pública, que residem em Monte Verde, para nos esclarecer sobre os principais problemas que esses animais podem causar a sociedade. Segundo eles é importante que esses animais recebam cuidados médicos, como vacinação, alimentação adequada e bons tratos dos seus proprietários. “O problema já virou uma questão de saúde pública. Os animais que não são vacinados podem causar uma porção de doenças como: a raiva, leptospirose, toxoplasmose, cisticercose e leishmaniose” explica Capozoli.

As doenças, segundo os veterinários podem ser transmitidas através do abate ilegal de animais, sem um controle da vigilância sanitária que deveria atuar rigorosamente neste sentido, evitando que esses animais abatidos cheguem aos açougues e supermercados da região. A urina de um animal contaminado também pode transmitir doenças, assim como a mordida de um cão ou gato não vacinado pode transmitir a raiva.

A medida a ser tomada é procurar sempre o auxílio de um veterinário para que ele possa detectar possíveis doenças em seu animal e denunciar, caso você conheça algum matadouro que esteja abatendo ilegalmente esses animais contaminados.

 

VOZ DA TERRA IMPRESSA DE MARÇO DE  2.003  

Diminui o número de animais abandonados

No período de 2001 até os dias de hoje mais de 400 animais entre cães e gatos foram esterilizados na região. Isso se deu graças à união dos veterinários, Márcio Capozoli, Rosana e Raquel Akihoshi que também atua em MonteVerde nas quintas feiras. “A esterilização é um fator muito importante, fizemos campanhas em Camanducaia, Monte Verde e Extrema, diminuindo acentuadamente os casos de animais abandonados nas ruas” diz Capozoli.

Infelizmente, ainda vimos muitos casos de maus-tratos de animais principalmente os cavalos. Houve caso de animais morrerem na rua trabalhando com turistas em cima. “O tratamento é desumano, sem o mínimo de assistência veterinária e alimentação adequada” diz a veterinária Rosana.

É comum ouvirmos casos de animais baleados, atropelarem os carros por causa dos cachorros de rua que correm atrás deles (é raro, mas acontece), abandonados nas estradas. Mesmo nos abrigos, os cães e gatos devem ser esterilizados, pois mesmo sobre cuidados eles continuarão reproduzindo. “A campanha de esterilização diminui a reprodução sem custo para as prefeituras, sendo que o abrigo para esses animais (como existe em Extrema), tem gastos em manutenção, alimentação, veterinários, medicamentos e funcionários” explica Capozoli.

(participe da campanha de castração, para cada quatro animais castrados por um preço quase simbólico, você ajuda na esterilização de um animal de rua. Ligue 3438- 2596)

 

VOZ DA TERRA IMPRESSA DE MARÇO DE  2.003  

Enquanto isso... Nenhuma lei é cumprida

Existem várias leis municipais aprovadas no que diz respeito à apreensão de animais soltos e vigilância sanitária, mas nenhuma delas são aplicadas. O decreto 004/98, por exemplo, diz o seguinte: “Dispões sobre local para apreensão de animais em geral e permanência de animais destinados a aluguel no Distrito de Monte Verde”. Existe um parágrafo único do artigo 1º que diz: “Os animais apreendidos e recolhidos, somente poderão ser retirados após recolhimento da multa equivalente e o pagamento da taxa diária de estadia...”. Quanto à vigilância sanitária não caberia escrever o que diz o decreto nº0010/97 que são muitos os itens não cumpridos.

Segundo Capozoli, se a lei fosse devidamente cumprida se existisse um lugar apropriado para os alugueis de cavalo e uma manutenção adequada com controle de um profissional em saúde pública, seria ideal. “Esses animais seriam cadastrados, ou seja, o pessoal daqui teria até uma reserva de mercado, pois só trabalhariam os animais devidamente cadastrados. A população teria não só deveres como direitos” explica ele.

Na reunião da Câmara dia seis de fevereiro foi dirigida a seguinte pergunta aos vereadores. O por que a lei existe e não é aplicada. A resposta foi simplesmente: “Não é aplicada, assim como a maioria das leis no Brasil não são aplicadas”.  

 

VOZ DA TERRA ON LINE 04 DE  ABRIL DE  2003  

 Campanha de Castração em Monte Verde

No próximo dia 25 de abril a equipe de veterinários Rosana e Marcio Capozoli farão uma campanha de castração em massa de cães e gatos de Monte Verde e região. O objetivo da campanha é diminuir a proliferação desordenada desses animais, e com isso diminuir também o número de cães e gatos abandonados. O objetivo da campanha de acordo com os veterinários é castrar o maior número possível de cães e gatos de rua. Para cada quatro animais castrados, um de rua será castrado gratuitamente.

Eles podem ser esterilizados a partir dos três meses de idade, não interferindo no seu desenvolvimento e formação. As vantagens são inúmeras: solução definitiva da reprodução desenfreada, menor risco de câncer de útero, mama, ovários e próstata. O macho perde o hábito de urinar para demarcar terreno; ele fica mais caseiro, acabando com as fugas que geralmente acarretam em atropelamentos e maus-tratos.

Faça a inscrição de seu animal pelo telefone 3438-2596.

 

VOZ DA TERRA  EM  22 DE ABRIL DE  2.002

Email recebido 

De:  José Renato da Silva

Cidade: São Paulo-SP  País: Brasil

 

Prezados amigos do Jornal de Monte Verde
Gostaria de aproveitar o ensejo para registrar meu protesto, agradeço se pudessem veicular isto:
É um completo absurdo o descasso com o animais em nosso munícipio, especialmente com cavalos e cães. Será que existe lei que regulamente este assunto? Constantemente nos deparamos com cavalos soltos pelas estradas, jardins, áreas residenciais; tombam o lixo, pisoteiam jardins, sujam as ruas com seu estrume. Os donos simplesmente só são donos para usa-los, mas não são para cuidar dos mesmos. Espero que nossos representantes na câmara, possam tomar providências urgentes a este respeito.

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O Green Village possui uma área de 13mil metros quadrados de araucárias brasilienses. Os apartamentos são aconchegantes, com TV, frigobar, calefação.A piscina é aquecida e as diárias são com pensão completa, onde é servido um delicioso café da manhã. Um lugar encantador bem pertinho da vila. Av. Sol Nascente, 711. Reservas: (35)3438-2035 e (11)3258-9898.

 

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O Green Mountains é o hotel fazenda com a vista mais deslumbrante de Monte Verde. Chalés luxuosos com lareira, tv, aquecimento central, restaurante e pensão completa. Além de piscina e lago para a pesca. Um lugar inesquecível para toda família se divertir na montanha.

Estrada de Monte Verde, Km 20

Reservas: (35)3438-1317

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Animais domésticos: notícias dos anos de 1.999 a 2.001