VOZ DA TERRA - jornal impresso e virtual de Monte Verde
Diretor: Egydio Coelho da Silva
ANIMAIS DOMÉSTICOS: JANEIRO DE 2.002 A ABRIL DE 2.003
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VOZ DA TERRA 03 DE JANEIRO DE 2.002 Email recebido Wilson Catapani - Diretor Organização Mantiqueira Ambiental Maus tratos aos animais de Monte Verde Cara Suely: compartilho de sua indignação com relação ao envenenamento de cães e gatos em Monte Verde. Penso também que outros animais são tratados de forma cruel, principalmente os cavalos, que após serem usados à exaustão para o lazer de turistas, são simplesmente soltos nas ruas ao invés de receberem o devido cuidado. Estes animais vão então revirar os lixos da cidade , quando não causar acidentes. Apenas agora no Reveillon, fui surpreendido por duas vezes, com minha família no carro, por animais atravessando a via à noite, uma vez na estrada, próximo à chegada a Monte Verde, e outra na subida da Avenida das Montanhas, já chegando à minha casa. Entretanto, creio que o problema tem facetas mais complexas. O envenenamento de cães e gatos pode não apenas estar ocorrendo de maneira proposital, mas também porque estes animais estão ingerindo ratos envenenados. Isto ocorre da seguinte forma: vários lugares em Monte Verde estão se tornando um verdadeiro depósito de lixo . Este lixo é acumulado em determinados pontos, ou proveniente de despejo local por pessoas nas imediações, ou trazido de pontos distantes através de um curso de água, por exemplo. Nestes locais, proliferam ratos , que são combatidos colocando-se veneno. Ocorre que os raticidas não matam o rato na hora : eles ingerem o veneno e vão morrer mais adiante, e durante este trajeto, já sob o efeito do envenenamento, tornam-se presa fácil para cães e gatos de rua famintos. Um gato, ou um cão de porte pequeno ou médio, pode facilmente morrer desta forma. Cães maiores podem eventualmente não morrer, embora sofram tremendamente com o efeito do veneno. Nós médicos temos diversos exemplos de situações de transmissão de doenças , ou envenenamentos, que ocorrem através de veículos indiretos como os que descrevi. Desta forma, o envenenamento dos cães e gatos pode decorrer tanto da ação intencional de pessoas que maltratam animais, como através do mecanismo que expliquei, causado por pessoas igualmente irresponsáveis que não dão o devido cuidado e atenção ao descarte do seu lixo, despejando-o no curso d´agua ou em um canto qualquer, e favorecendo a poluição ambiental e a proliferação de ratos. A OMA - Organização Mantiqueira Ambiental - preocupa-se com estes fatos e também por verificarmos que nenhuma das associações mais tradicionais da cidade conseguiu resolvê-lo, o que demonstra que a solução não é fácil e será necessário um trabalho conjunto para se atingir este objetivo. Neste sentido, a OMA encontra-se à disposição para colaborar no que for possível, e espera também, em futuro próximo, encontrar eco às ações que proporemos para o problema. Atenciosamente VOZ DA TERRA 04 DE JANEIRO DE 2.002 Email recebido
CRIME AMBIENTAL!
É incrivel que numa cidade tão "alto astral" aconteçam crimes contra os animais(por enquanto)! O mais interessante é que todos os animais envenenados foram encontrados práticamente nos arredores de um mesmo endereço na Av Monte Verde! Coincidência... A pessoa que tem prazer em matar um animal, facilmente matará um ser humano... E se uma criança achar um petisco envenenado... A pessoa criminosa pode até escapar da justiça dos homens, mas nunca Dêle.... diz o ditado "Aqui se faz aqui se paga". Uma vergonha... Lajos Bodnár
VOZ DA TERRA 08 DE JANEIRO DE 2.002 Email recebido M. Lucia Forlenza AL DI LA Chalés
Prezados senhores, É muito importante alertar os proprietários de cães e gatos de Monte Verde sobre envenenamentos criminosos, mesmo porque, os crimes estão ocorrendo com animais de estimação, não apenas com animais de rua. Como são crimes, não deveriam ser investigados pela polícia? Quando a vítima foi meu Pastor Alemão Branco, alegaram "não se tratar de ação criminosa" (sic), o que não é verdade. Até quando ficaremos apáticos diante da impunidade dos crimes praticados em Monte Verde?
VOZ DA TERRA 09 DE JANEIRO DE 2.002 Email recebido Eva Fuchs Monte Verde-MG
Concordando com tudo que o Sr. Lajos escreveu a respeito dos maus tratos e envenenamentos de animais ( propositalmente ou não ???) gostaria de saber se existe uma lei que proiba ter cachorros presos a curtíssimas correntes, sem um lugar siquer, para se abrigar de chuva, sol ou frio ?
VOZ DA TERRA 09 DE JANEIRO DE 2.002 Email recebido Valeria Monte Verde-MG
Recebi
informações sobre envenenamento de cães e gatos nesta cidade.
VOZ DA TERRA 10 DE JANEIRO DE 2.002 Email recebido Rio de Janeiro
Estou sabendo, embora more no Rio de Janeiro, dos assassinatos e maltratos cometidos contra cachorros e gatos nessa cidade. Gostaríamos todos, que respeitamos e amamos os animais, que sejam tomadas providências, uma vez, caso não saibam, é crime praticar ato de abuso, maus tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos. Isso está descrito bem claro no artigo 23 da Lei Federal 9.605/98. A pena prescrita para tais crimes vai de 3 meses a um ano de prisão. A pena é aumentada de 1/6 a 1/3 se ocorrer morte, acrescenta o parágrafo 2. Consta ali que a autoridade - desde que receba a notícia do crime - é obrigada a agir, independente de representação. Já ocorreram várias denúncias e até agora nada foi feito. Será que vai ser necessário enviar uma denúncia as autoridades federais? Sylvia, Grato pela sua participação. Acho que quanto mais fiscalização houver sobre maltrato a animais mais possibilidade haverá de impedir que essas criaturas indefesas sofram. Entendo também que é muito cruel pegar um cão para criar, sem ter conhecimento e sem estar preparado para ter um animal de estimação. Não educá-lo e não cuidar de sua saúde adequadamente e, quando entender que não lhe presta serviço, abandoná-lo à própria sorte ou, então, jogá-lo na Estrada Monte Verde/Camanducaia, sem nenhuma preocupação com a maldade, que está praticando ao animal e à comunidade, que tem conviver com muitos animais abandonados. E o cão - todos sabemos - é exageradamente leal, amigo e, também, totalmente dependente de seu dono. Por isso, o abandono de um cão é um ato, no mínimo, cruel. Acho que também deveria haver alguma punição a quem abandona um cão à sua própria sorte. Egydio Coelho da Silva
VOZ DA TERRA 17 DE JANEIRO DE 2.002 Laura Barreto
Prezado senhor, Parece que esse mundo realmente esta sem solução. Cada vez mais vejo a crueldade crescer. Mas sei que, só cresce aquilo que não podamos. Gostaria de saber quais as providências que os orgãos competentes de Monte Verde estão, tomado contra esses crimes cometidos com os cães/ gatos Veneno , mata animais , mas se uma criança achar. Sera que somente quando uma criança morrer , seram tomada as providências necessárias!!!, Que culpa esses animaiszinho tem? Afinal foram abandonados por nós," humanos".HUMANOS!!!!!!! Meu repúdio total ao que esta acontecendo em Monte Verde com os animais. Uma cidade, lindíssima e turística, fazendo um papel tão sordido desse.CAÇA A ESSE (A) DELIQUINTE. Cordialmente laura barreto Laura, O problema de Monte Verde se resume em um só: estamos abandonados pelos poderes públicos: municipal, estadual e federal. Afinal, uma cidade turística não interessa apenas aos moradores da cidade, mas a todo o Brasil e até a turistas do exterior que nos visitam e, por isso, também deveria ter a atenção do Governo Estadual e Federal. Egydio Coelho
VOZ DA TERRA on line - 05 DE FEVEREIRO DE 2.002 Amigos em Defesa da Vida Suely
Silva No final de janeiro, um grupo de pessoas se reuniu na Galeria Suíça (Livraria Esotérica Graal) para discutir sobre os crimes de maus-tratos com os cães e gatos de MV. Desde o ano passado, vários animais foram encontrados mortos com suspeita de envenenamento, o que vem preocupando alguns moradores. A reunião foi presidida por Carla Rizzo, com a presença de dona Rosa e Rolland, Iara e Luiz, Regina Assis e Egon Boetther. Carla Rizzo expôs algumas idéias e pediu aos companheiros uma solução para a inibição dos crimes de maus-tratos. Ficou decidido entre os poucos participantes do movimento em defesa da vida, que durante o carnaval serão colocadas faixas na avenida principal em protesto as práticas dos crimes.”A intenção das faixas é inibir os possíveis criminosos” disse Carla Rizzo. Uma outra sugestão foi montar um standard na avenida, para vender camisetas, com a intenção de arrecadar fundos para a próxima castração que deverá acontecer este ano, já que a castração realizada em abril de 2000 não atingiu um número considerável de cães e gatos de rua. Em uma das faixas será colocado um manifesto (abaixo assinado) da comunidade de MV solicitando a prefeitura de Camanducaia que sejam tomadas providências como, construção de um canil e ajuda de custo para a próxima campanha de castração, já que a prefeitura não colaborou no ano de 2000.Uma outra sugestão apresentada pela Iara foi de reivindicar a presença do setor de zoonóse da prefeitura para auxiliar na captura dos animais de rua na época da castração.”Assim não teremos o mesmo problema que vivenciamos em 2000, onde tivemos que correr atrás dos cães e gatos para a realização da cirurgia faltou apoio” disse Iara. O ponto de arrecadação para a campanha de castração será nas proximidades da loja do Egon e próximo ao comércio do Sr Armando, onde todos, turistas e moradores poderão contribuir com doações e compra de camisetas. A reunião também teve a intenção de se pensar em uma associação em Defesa dos Animais de rua de MV. “Somos contra o depósito de animais” disse Carla ressaltando a importância de um canil que cuide, proteja e reintegre os animais de rua num lar. Um outro fator importante discutido foi à criação de um projeto educacional nas escolas, orientando crianças e adolescentes na importância em proteger os animais e a natureza em que vivemos. Dona Rose e Rolland, lutadores a tempo dessa causa, sempre protegendo e recolhendo os animais abandonados ressaltaram a importância de uma associação em defesa dos animais. “Não podemos deixar nossas idéias de lado, precisamos atuar” disseram eles.
VOZ DA TERRA – 06 DE FEVEREIRO DE 2.002 Email recebido Olá Sr. Egydio, O problema das mortes dos cães e gatos realmente é grave, mas acho que o turista não tem nada haver com isso, sendo assim acredito que colocar faixas de protesto na Av. Monte Verde no feriado do carnaval ira causar má impressão aos turistas e isso tenho certeza que todos nós não queremos. Acredito que deve ser feita uma conscientização entre os moradores, comerciantes e hoteleiros e também apurar melhor o fato. Atenciosamente Luis Gustavo.
VOZ DA TERRA on line – 09 DE MARÇO DE 2.002 Os textos abaixo se referem ao trabalho dos que lutam contra o maus tratos a animais. São abaixo assinados e cópias de ofício enviados ao promotor público. Monte Verde, 15 de dezembro de
2001. Ilustríssimo Sr. Dr. Promotor
da Comarca de Camanducáia, Representação
sobre crime de maus-tratos. Nós, abaixo assinados, cidadãos de Monte Verde (distrito de
Camanducáia),
vimos diante de vossa senhoria para informa-lhe a ocorrência de diversos
casos de crimes contra animais, tais como envenenamento, estrangulamento,
espancamento, facadas e abandono de animais domésticos (cães e gatos) na
rodovia; Indica o artigo 32 da lei federal 9.605/98:″é crime praticar
ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou
domesticados, nativos ou exóticos. A pena é de três meses a um ano de
reclusão e multa “. No parágrafo 2 está escrito:” a pena é aumentada
de 1/6 a 1/3 se ocorrer morte ““; Infelizmente, em Monte Verde algumas pessoas estão cometendo este
tipo de crime. Desde o ano passado existem relatos que comprovam tal denuncia; Neste ano, moradores vêem testemunhando a matança de cães e
gatos. Recentemente, boa parte dos cães e gatos que circulavam pela Av. Monte
Verde e cuidado pelos lojistas desapareceram e boatos indicam que esses
animais tenham sido assassinados cruelmente através de envenenamento,
espancamento, entre outros; Para confirmar, tais denuncias temos os seguintes relatos: 1º)
Sr.Marcelo Gomes de Moraes, R.G. n. º 22531294-3 (SSP), CPF n. º
609.535.276, morador da Rua Rolinha n. º 60, fone (035) 34381207, conta que
seu cachorrinho Tampinha, de aproximadamente 1 ano de idade, morreu com
sintomas de envenenamento; Um dia, Tampinha começou a ficar extremamente apático, isto é, sequer conseguia manter-se sobre as próprias pernas. Iniciou um processo de dilatação das pupilas e convulsionou. Chegou a tomar um antídoto, conforme sugestão da veterinária, mas infelizmente o animalzinho não suportou tal sofrimento. (Fato ocorrido no mês de novembro de 2001);
2º) Sra. Rosa B. Breining,
RG n. º WW452084-E, CPF n. º 644.145.078-04, moradora na Rua
Siriema n. º 77, fone n. º (035) 34381149, afirma que sua cachorrinha
Estrelinha, de aproximadamente um ano e meio de idade, morreu envenenada.
Segundo o comentário da veterinária Raquel, que acompanhou o tratamento do
animal, os sintomas apresentados por Estrelinha sugeriam caso de envenenamento
por grande quantidade de veneno;
Caso 2.2 - Outro
relato significativo da Sra. Rosa foi o caso de seu gato, que adotara ainda
adulto. Conta que o mataram a pauladas e a espinha do gato ficou inteira
quebrada. Infelizmente, dona Rosa teve que sacrificar o animal; Caso 2.3 - No início deste mês, dona Rosa salva dois animais que foram envenenados cruelmente. O cachorro Dog, (o dono deste animal é o caseiro que lhe presta serviços), apresentou intensa inquietação, muitas contorções e vômitos O incidente aconteceu dentro de sua própria propriedade. Imediatamente, dona Rosa e Sr. Rolland ofereceram ao animal, leite com terra e o mesmo vomitou muita carne e pó branco; No mesmo dia, a gata Sheila apresentou comportamentos semelhantes ao cão Dog. Dona Rosa tomou os mesmos
procedimentos citados acima e a gata também
vomitou carne pó branco. Ao
atender a gata Sheila, a veterinária Raquel também supõe que o animal também
tenha sido mais uma vítima de envenenamento. (Fato 2.3 ocorreu no mês de
dezembro de 2001);
3º) Sra. Dilla Márcia de Abreu,
RG n. º 049949852-cinco, CPF n. º 488.393.376-87, moradora na
Av. Monte Verde n.º 1061 apto 07, fone n.º 99585215, conta que a cachorrinha
Day, de aproximadamente 7 meses, morreu no mesmo dia em que o cachorro Dog e a
gata Sheila quase morreram;
No período da manhã, a cadelinha Day fez suas necessidades no jardim
de sua casa. No período da tarde, Day começou a apresentar intensas diarréias
com sangue, vômitos e de repente caiu morta. Sua família ficou estarrecida
com o acontecido. (Fato ocorreu no mês de dezembro de 2001);
4º) Sra. Odete Gabriche, RG n.º 9.461.984, CPF n.º 210.770.028-15, moradora na Av. Monte
Verde n.º 969, fone n.º (035) 34382782, relata que está profundamente
indignada com o sofrimento da cachorrinha de rua (castrada) que era conhecida
por Isadora, Gnominha ou Raposinha, dependendo de quem a cuidava;
O pobre animal
apresentava inquietação intensa devido às fortes dores e proximidade da
morte, sendo presenciado por várias pessoas, desaparecendo em seguida. (Fato
ocorreu no mês de dezembro de 2001);
Caso 4.2 – Dona
Odete conta que sua cachorrinha Xuxa também foi morta há algum tempo atrás,
vítima de envenenamento. Os sintomas apresentados foram vômitos, diarréias
e morte seguida de convulsão;
5º) Sra. Tânia Chiarato Martins, RG n.º 16.229.257, CPF n.º 161.272.488-41, moradora na Rua
Araucária n.º 90, fone n.º (035) 34381572, tem como prática cuidar de
gatos abandonados em Monte Verde. Conta à mesma, que inúmeras vezes,
encontrou vários potes com restos de comida em seu quintal;
Constatou que os gatos
que ingeriram alimentos ‘daqueles potes’ morreram todos com sintomas de
rigidez muscular, dilatação da pupila, salivação esverdeada, vômitos
seguidos de diarréia com sangue e odor de coisa estragada;
Gatos envenenados:
Brie, Felix, Chico, Marques, Groucho, Ilda, Borboleta, Ricardo, Pinochet e
Fidel. (Fatos ocorridos nos últimos seis meses do ano de 2001);
6º) Sra. Aparecida Silva, moradora da Av. Sol Nascente n.º 1221, fone n.º (035) 34381836,
revolta-se contra as atrocidades cometidas a cães e gatos de Monte Verde. Seu
cão, chamado Bob, morador temporário na casa da Sra. Valderez foi encontrado
morto no quintal; Segundo Aparecida, jogaram veneno dentro da propriedade da
Sra. Valderez, uma vez que Bob era um Pastor Belga com boa saúde;
7º) Sra. Angela Maria Guanais de
Aguiar Fausto, RG n.º 1355178, CPF 406921786-72, moradora na Rua Mantiqueira n.º
117, fone n.º (035) 34381284, conta que sua cachorrinha Luna, de
aproximadamente dois anos de idade, fugiu de sua propriedade e voltou com a
pata direita dianteira quebrada e com um enorme hematoma.
Em consulta com a veterinária Raquel, constatou-se que Luna parecia ter sido vítima de
espancamento;
8º) Sra. Suely Silva, RG n.º 20285765, CPF n.º 613205606-87, moradora na Rua Aroeiras
n.º 48, afirma que ouviu dizer que seu gato Straus, de aproximadamente cinco
meses, havia sido morto por um menor de rua; Dona Suely pressionou a criança
acusada (boatos da vizinhança) e o mesmo reconheceu o crime. Friamente, o
menor conta para Suely e sua filha de cinco anos que estrangulou e jogou o
corpo do gatinho no rio;
Fica confirmada a
necessidade e importância de se desenvolver
um Projeto Educacional, sugerido pela Sra. Carla Rizzo. A educadora quer fazer
um trabalho preventivo de orientação educacional
dentro das unidades escolares com o intuito de
evitar que as crianças moradoras de Monte Verde pratiquem crimes
semelhantes aos adultos que têm
como modelo;
9º) Sra. Carla Rizzo, RG n.º 16678726-sete, CPF n.º
085089718-18, moradora na Av. Sol Nascente n.º 832 , chalé 8, fone n.º
(011) 30619512 ou (035) 34382490, relata que o cão de rua chamado Toddy,
extremamente dócil, alegre e malandro como era conhecido na avenida Monte
Verde, desapareceu no mesmo dia em que Gnominha, Dog e a gata Sheila sofreram
aqueles bárbaros crimes. (Fato ocorrido no início do mês de dezembro de
2001);
Registra-se também as mortes dos cães Loopy (Sra.
Rennie), Sheik
(Sr. Nivaldo Palma) e do gato Chiquinho (Sr.Bene), encontrado morto na cozinha
de um dos chalés que Dona Rosa
costuma alugar, situado na Av. Monte Verde n.º 1061. O gato Chiquinho também
morreu no mesmo dia das mortes citadas acima. (Fato ocorrido em no início do
mês de dezembro de 2001);
10º) Sra. Raquel Akihoshi de Oliveira, RG n.º 16731807,
CPF n.º 126432568-16, CRMV/MG n.º
4726, moradora na Rua General Osório
n.º 536, Camanducáia, fone: n.º (035)
34331622 ou cel. n.º (035) 99617214, aceita colaborar com depoimentos a
respeito dos casos de envenenamento que chegou a tratar enquanto veterinária;
É
preciso que se saiba que, o problema da superpopulação de animais,
resolve-se promovendo:
·
campanhas de vacinação;
·
castração permanente, como a que aconteceu em abril de 2000.
Uma equipe de médicos veterinários e estudantes de uma Faculdade de Medicina
Veterinária de São Paulo chegaram a castrar cerca de 130 animais (cães e
gatos), ver em anexo a matéria da jornalista Suely Silva;
·
Projetos Educacionais de
caráter preventivo nas unidades escolares conforme sugerido pela pedagoga
Prof. Universitária Carla Rizzo;
·
Futuramente, a criação de
um canil público temporário com o intuito de dar abrigo, cuidados e proteção
aos animais abandonados.
O grande objetivo desta entidade será encontrar donos que estejam
disponíveis a criá-los e sobretudo amá-los; Nós, requeiramos que sejam tomadas as devidas providências e a abertura de uma sindicância para apuração dos fatos relatados:
Amigos em Defesa dos Animais de Monte Verde apresenta o relatório de crimes de maus-tratos, na íntegra, entregue ao prefeito Emydio Moreira e Promotor de Justiça Dr. João Batista. Os ADAMV contam com a colaboração de todos na coleta de assinaturas contra esse tipo de crime. VOZ DA TERRA on line – 09 DE MARÇO DE 2.002
Monte
Verde, 09 de fevereiro de 2002.
Ilustríssimo Sr. Dr. Promotor da Comarca de
Camanducáia,
Ilustríssimo Sr. Prefeito de
Camanducáia,
É preciso lembrar que os crimes de maus-tratos contra animais domésticos (cães e gatos) continuam ocorrendo em Monte Verde, tais como envenenamento, estrangulamento, espancamento e abandono destes animais nas rodovias;
Nossos
moradores continuam testemunhando a matança de cães e gatos. Recentemente,
boa parte dos cães e gatos que circulavam pela Av. Monte Verde, na Av. Sol Nascente e cuidados pelos moradores e lojistas,
desapareceram. Boatos indicam que esses animais tenham sido assassinados
cruelmente através de bolinhas de carne misturadas com veneno de rato ou pedaços
de vidro;
Preocupados
com a situação brutal e desumana que assola a vida dos animais de Monte
Verde, estamos implementando, neste carnaval as seguintes medidas:
Temos a certeza, que o
Sr. Prefeito e o Sr. Dr. Promotor de Camanducáia irão se sensibilizar com a
gravidade de tais denuncias e aguardamos
que sejam tomadas as devidas providências solicitadas pela população de
Monte Verde, uma vez que confiamos a responsabilidade desta cidade nas eleições
passadas.
VOZ DA TERRA on line – 31 DE MARÇO DE 2.002 José Carlos & Maria Grazia Email recebido
Prezados
Amigos, No dia 22 de Março passado perdemos a nossa gatinha de estimação na entrada da Pousada Varanda da Colinas, próximo a entrada do Hotel Green Mountains . Nossa gata é inteirinha preta, SRD, olhos amarelos, idade de oito anos e seu nome é Chiris . Está conosco desde filhote . Estávamos indo para Monte Verde e a Chiris dormia tranqüilamente . De repente ela começou a miar, ficou agitada e evacuou no banco do carro . Paramos para fazermos a limpeza, no instante que abri a porta do carro, ela saiu e correu para o mato . Eram aproximadamente oito horas da noite, já escuro, tentamos de todas as formas chamá-la de volta e procurá-la no mato, mas não conseguimos recuperá-la . Ela correu em direção ao hotel Green Mountains . Passamos o final de semana procurando, avisamos a todos nas imediações do hotel e da pousada, mas ninguém viu a nossa gatinha . Voltamos para São Paulo cheios de esperança que alguém a visse e nos avisasse . Ninguém a viu . Neste feriado, visitamos todas as propriedades da região, conversamos com as pessoas, mas, novamente, ninguém a viu . Estamos muito tristes com perda da nossa Chiris . Pedimos a vocês que divulguem este fato ao maior número de pessoas e que nos ajudem a encontrá-la . Agradecemos do fundo dos nossos corações.
VOZ DA TERRA EM 23 DE AGOSTO DE 2.002 Email recebido De: Vicente Forlenza Neto Cidade: São Paulo-SP País: Brasil
Caro
Sr. Egidio:
VOZ DA TERRA IMPRESSA DE MARÇO DE 2.003
Animais
nas ruas: questão de saúde pública
São
raras as pessoas que sabem que os eqüinos e bovinos e suínos e até os
animais domésticos como cães e gatos podem trazer sérias doenças ao
ser humano se não forem cuidados. Essas doenças chamadas zoonoses
podem acarretar danos irreversíveis à saúde pública.
O que se houve reclamações quanto a esses animais são
simplesmente o fato deles estarem soltos nas ruas causando danos aos
jardins e ao trânsito. Voz da Terra procurou os veterinários Márcio
Capozoli e sua esposa Rosana, credenciada e habilitada pela USP em Saúde
Pública, que residem em Monte Verde, para nos esclarecer sobre os
principais problemas que esses animais podem causar a sociedade. Segundo
eles é importante que esses animais recebam cuidados médicos, como
vacinação, alimentação adequada e bons tratos dos seus proprietários.
“O problema já virou uma questão de saúde pública. Os animais que
não são vacinados podem causar uma porção de doenças como: a raiva,
leptospirose, toxoplasmose, cisticercose e leishmaniose” explica
Capozoli.
As
doenças, segundo os veterinários podem ser transmitidas através do
abate ilegal de animais, sem um controle da vigilância sanitária que
deveria atuar rigorosamente neste sentido, evitando que esses animais
abatidos cheguem aos açougues e supermercados da região. A urina de um
animal contaminado também pode transmitir doenças, assim como a
mordida de um cão ou gato não vacinado pode transmitir a raiva. A medida a ser tomada é procurar sempre o auxílio de um veterinário para que ele possa detectar possíveis doenças em seu animal e denunciar, caso você conheça algum matadouro que esteja abatendo ilegalmente esses animais contaminados.
VOZ
DA TERRA IMPRESSA DE
MARÇO DE 2.003
Diminui
o número de animais abandonados
No
período de 2001 até os dias de hoje mais de 400 animais entre cães e
gatos foram esterilizados na região. Isso se deu graças à união dos
veterinários, Márcio Capozoli, Rosana e Raquel Akihoshi que também
atua em MonteVerde nas quintas feiras. “A esterilização é um fator
muito importante, fizemos campanhas em Camanducaia, Monte Verde e
Extrema, diminuindo acentuadamente os casos de animais abandonados nas
ruas” diz Capozoli.
Infelizmente,
ainda vimos muitos casos de maus-tratos de animais principalmente os
cavalos. Houve caso de animais morrerem na rua trabalhando com turistas
em cima. “O tratamento é desumano, sem o mínimo de assistência
veterinária e alimentação adequada” diz a veterinária Rosana.
É
comum ouvirmos casos de animais baleados, atropelarem os carros por
causa dos cachorros de rua que correm atrás deles (é raro, mas
acontece), abandonados nas estradas. Mesmo nos abrigos, os cães e gatos
devem ser esterilizados, pois mesmo sobre cuidados eles continuarão
reproduzindo. “A campanha de esterilização diminui a reprodução
sem custo para as prefeituras, sendo que o abrigo para esses animais
(como existe em Extrema), tem gastos em manutenção, alimentação,
veterinários, medicamentos e funcionários” explica Capozoli. (participe da campanha de castração, para cada quatro animais castrados por um preço quase simbólico, você ajuda na esterilização de um animal de rua. Ligue 3438- 2596)
VOZ
DA TERRA IMPRESSA DE
MARÇO DE 2.003
Enquanto
isso... Nenhuma lei é cumprida
Existem
várias leis municipais aprovadas no que diz respeito à apreensão de
animais soltos e vigilância sanitária, mas nenhuma delas são
aplicadas. O decreto 004/98, por exemplo, diz o seguinte: “Dispões
sobre local para apreensão de animais em geral e permanência de
animais destinados a aluguel no Distrito de Monte Verde”. Existe um
parágrafo único do artigo 1º que diz: “Os animais apreendidos e
recolhidos, somente poderão ser retirados após recolhimento da multa
equivalente e o pagamento da taxa diária de estadia...”. Quanto à
vigilância sanitária não caberia escrever o que diz o decreto nº0010/97
que são muitos os itens não cumpridos.
Segundo
Capozoli, se a lei fosse devidamente cumprida se existisse um lugar
apropriado para os alugueis de cavalo e uma manutenção adequada com
controle de um profissional em saúde pública, seria ideal. “Esses
animais seriam cadastrados, ou seja, o pessoal daqui teria até uma
reserva de mercado, pois só trabalhariam os animais devidamente
cadastrados. A população teria não só deveres como direitos”
explica ele.
Na
reunião da Câmara dia seis de fevereiro foi dirigida a seguinte
pergunta aos vereadores. O por que a lei existe e não é aplicada. A
resposta foi simplesmente: “Não é aplicada, assim como a maioria das
leis no Brasil não são aplicadas”.
VOZ DA TERRA ON LINE 04 DE ABRIL DE 2003 Campanha de Castração em Monte Verde No próximo dia 25 de abril a equipe de veterinários Rosana e Marcio Capozoli farão uma campanha de castração em massa de cães e gatos de Monte Verde e região. O objetivo da campanha é diminuir a proliferação desordenada desses animais, e com isso diminuir também o número de cães e gatos abandonados. O objetivo da campanha de acordo com os veterinários é castrar o maior número possível de cães e gatos de rua. Para cada quatro animais castrados, um de rua será castrado gratuitamente. Eles podem ser esterilizados a partir dos três meses de idade, não interferindo no seu desenvolvimento e formação. As vantagens são inúmeras: solução definitiva da reprodução desenfreada, menor risco de câncer de útero, mama, ovários e próstata. O macho perde o hábito de urinar para demarcar terreno; ele fica mais caseiro, acabando com as fugas que geralmente acarretam em atropelamentos e maus-tratos. Faça a inscrição de seu animal pelo telefone 3438-2596.
VOZ DA TERRA EM 22 DE ABRIL DE 2.002 Email recebido De: José Renato da Silva Cidade: São Paulo-SP País: Brasil
Prezados amigos do Jornal de Monte Verde |
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completa, onde é servido um delicioso café da manhã. Um lugar
encantador bem pertinho da vila. Av. Sol Nascente, 711. Reservas: (35)3438-2035 e (11)3258-9898. XXXXXX GREEN
MOUNTAINS HOTEL
O
Green Mountains é o hotel fazenda com a vista mais deslumbrante de
Monte Verde. Chalés luxuosos com lareira, tv, aquecimento central,
restaurante e pensão completa. Além de piscina e lago para a pesca. Um
lugar inesquecível para toda família se divertir na montanha. Estrada
de Monte Verde, Km 20 Reservas:
(35)3438-1317 e
(11) 3258-9898 GREEN
VILLAGE HOTEL
O Green Village possui uma área de 13mil metros quadrados de araucárias brasilienses. Os apartamentos são aconchegantes, com TV, frigobar, calefação.A piscina é aquecida e as diárias são com pensão completa, onde é servido um delicioso café da manhã. Um lugar encantador bem pertinho da vila. Av. Sol Nascente, 711. Reservas: (35)3438-2035 e (11)3258-9898.
GREEN
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