VOZ DA TERRA - jornal impresso e virtual de Monte Verde
Diretor: Egydio Coelho da Silva
ADMINISTRADOR E CONSELHO DISTRITAL: FEVEREIRO DE 1.999 A JULHO DE 2.002
VOZ DA TERRA – FEVEREIRO DE 1.999 Moradores,
empresários e veranistas se
reúnem e pedem mais atenção do Prefeito para
Monte Verde Foram
convidados os vereadores de Monte Verde, mas só compareceu o vereador Rúbens
Mungioli. Os vereadores Tato e Estêvão justificaram sua ausência, em razão da
chuva, que os obrigou a darem Diversas pessoas, que participaram da reunião criticaram a demissão do
atual administrador de Monte Verde, José Pinto. A interpretação é que o vereador Tato, que apoia o Prefeito, desejaria
colocar como administrador de Monte Verde um parente seu. Terminada a reunião, todos se dirigiram à imobiliária de propriedade do vice-prefeito Sérgio Vargas. Após ouvir as críticas e sugestões, o Vice se comprometeu a levar ao conhecimento do Dr. Mazinho. (Veja
foto em VOZ DA TERRA impressa de fevereiro de 1.999). TATO EXPLICANo dia seguinte ao da reunião, onde foi criticado por ser o responsável
pela "fritura" de José Pinto, o vereador Tato deu a sua versão. Disse que nada tem contra José Pinto, mas é um vereador, que teve muito
votos em Monte Verde e que somente agora está tendo poderes para trabalhar.
Acha que é necessário haver entrosamento entre ele e o administrador. Pois é
vereador e todo mundo o procura para resolver problemas. "Sem entendimento com o administrador, fica difícil fazer alguma
coisa por Monte Verde", afirma. VOZ DA TERRA – MARÇO DE 1.999
(editorial) Experiência de São Paulo deve servir de lição para Monte Verde O prefeito de São Paulo, Celso Pita, seguindo um esquema, que fora adotado por alguns ex-prefeitos, decidiu entregar a vereadores, submissos a ele, o direito de indicar os administradores regionais na cidade de São Paulo. É
uma fórmula política, que traz tranqüilidade ao prefeito, mas a médio e
longo prazo, afeta as instituições políticas; desvirtua a função do
vereador que é a de legislar de acordo com a sua consciência. Além disso,
inibe uma importante função do vereador que é a de fiscalizar o trabalho do
prefeito. O
prefeito Waldemar Gomes, de Camanducaia, como todos os prefeitos, vem
encontrando dificuldade em obter da Câmara Municipal aprovação para os
projetos de lei, que são de seu interesse. Em
vez de ampliar o diálogo com os vereadores e com a comunidade para apoiar as
suas iniciativas, está seguindo um caminho cômodo. Aos que votam a favor de
seus projetos, o Prefeito atende a tudo o que pedem e até transfere para
vereador prerrogativa sua que é a de nomear o administrador de Monte Verde. E
os vereadores, que "votam pelo que consta do projeto, e não se preocupam
com quem pediu que votasse", como disse o ex-presidente da Câmara
Municipal, Roberto Couto, são boicotados pelo Prefeito. E para hostilizá-los não
responde a seus pedidos de informação e, quando o faz, usa de ironia e
evasiva, conforme reclama o vereador Rúbens Mungioli, do PMDB. Esperamos
que o problema que afetou toda administração municipal de São Paulo sirva de
lição para o prefeito Oliveira. Não nos parece boa ética e política inteligente o Prefeito entregar poderes a um vereador para que ele indique o administrador de Monte Verde. Isto abre campo para a prática do nepotismo. E, ao que consta, deverá decidir sobre a contratação de mão de obra terceirizada. Sabe-se
que a Prefeitura cogita de terceirizar vários serviços públicos, a começar
pela coleta de lixo. do
mau uso do dinheiro público foi o
serviço
terceirizado da coleta de lixo.
A
terceirização do serviço público é uma das coisas mais injustas e cruéis
implantada em todo o Brasil. Em primeiro, lugar coloca intermediário ganhando
sobre mão de obra de operário braçal; em segundo, é uma fórmula de burlar a
Lei que não permite gasto de mais de 60% da receita com o funcionalismo público
e, em quarto lugar, é uma tentação em face das propostas desonestas que
sempre surgem para que determinada empresa seja a escolhida. Além
disso, como não cumprem a legislação trabalhista, a Justiça do Trabalho
tende a responsabilizar a Prefeitura como solidária. Portanto,
esperamos que o prefeito Oliveira Filho e o vereador Tato, de Monte Verde, que são
pessoas sérias e inteligentes, revejam
seu modo de fazer política e de administrar o Município. Vejam o prejuízo que a cidade de São Paulo está tendo e evitem isso para Monte Verde e Camanducaia, pois, no final, quem paga a conta é o contribuinte. VOZ DA TERRA – ABRIL DE 1.999 Email recebido
Administrador que seja gerente da Vila Muito interessante esta matéria, em que se fala que a experiência de São
Paulo dever servir de lição para Monte Verde. Na minha opinião eu vejo que deveria se contratar um Administrador que
faria o papel de Gerente da Vila, o qual seria o responsável por sua administração.
Esta pessoa administraria a Vila como um todo, com a participação dos
comerciantes e donos de hotéis para que pudessem melhorar cada vez mais a atenção
ao turista que é a maior fonte de renda, portanto, deve se tratar com muito
carinho ambos. E ai as coisas caminham mais tranqüilas. Gosto muito desta Vila sempre que tenho oportunidade estou ai. Para mim é como se o céu estivesse na terra de tão gostoso que é. Bem
espero que tenham sucesso com o Prefeito e seus vereadores. Caso tenham
interesse sou Administrador/Contador e pós-graduado em Economia de Empresas. Álvaro Salles Nogueira Júnior |
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VOZ DA TERRA – DEZEMBRO DE 1.999
(editorial)
Quando os políticos fazem só política, isto é, agradam só os
companheiros e se esquecem que também são administradores e precisam pensar na
cidade como um todo, então perdem a sua principal base eleitoral que são todos
os eleitores.
Em Monte Verde, o que vem acontecendo, nos parece, é exatamente isso.
De há muito tempo que a cidade reclama a nomeação de um administrador,
que se preocupe somente em administrar a cidade.
Infelizmente, os administradores que foram nomeados para Monte Verde não
receberam apoio e poderes suficientes de Camanducaia para executar o seu serviço.
Foi assim com Francisco Peterson (Chicão) e com Benedito Lopes da Silva (Ditão),
que não tiveram verba, nem apoio para executar o seu trabalho.
Ambos tiveram os mesmos problemas. Eram pressionados pelos maus políticos.
Os da situação ficavam com inveja de seu trabalho e também queriam que
o administrador atendesse somente seus cabos eleitorais, nunca os adversários
políticos, nem mesmo a cidade como um todo.
E os da oposição criticavam tudo e os difamavam porque sempre temem que
um bom administrador em Monte Verde venha a aumentar o prestígio do Prefeito.
E prefeito com prestígio dificilmente perde eleição.
Sem condições de trabalho, os administradores foram obrigados a pedir
exoneração do cargo.
Portanto, está na hora de aproveitar a experiência anterior e o Prefeito se reunir com a comunidade e dar todo apoio ao administrador para que tenha condições de trabalho. Um bom administrador para Monte Verde precisa estar preocupado em atender ao que a comunidade quer.
Precisa ter independência e gerenciar a cidade com competência. Mas, o
que temos visto é o contrário. O administrador sofre pressão de todos os
lados. O Prefeito, homem culto e
inteligente, não pode se esquecer de que são poucos votos, que vêm de
bajuladores e políticos.
E os votos, que vêm da população, são muitos.
Repórter:
Suely Silva - Redação: VOZ DA TERRA
A Prefeitura Municipal de
Camanducaia realizará nos dias 18 a 25 de fevereiro, as eleições para
Conselheiros Distritais em Monte Verde e São Mateus.
Os interessados deverão comparecer
nas escolas municipais dos demais distritos, no horário de nove às 17 horas.
Qualquer cidadão pode participar, sendo que três cargos serão preenchidos
para cada distrito.
Para se inscrever é só comparecer
munidos de cópia do título de eleitor e comprovante da última eleição,
certidão negativa criminal e ser protocolado junto a Secretaria da Câmara
Municipal de Camanducaia, até o dia 16 de fevereiro para os candidatos de São
Mateus e 23 de fevereiro para os candidatos a Conselheiros do Distrito de Monte
Verde.
A eleição está prevista para o
dia 25 de fevereiro.
VOZ DA TERRA – 26 DE MARÇO DE 2.001
Texto do debate, coordenado por Walter Monacci em Monte Verde
De: Vereador Rubens Mungioli
rubensmungioli@micropic.com.br
Foram eleitos no sábado dia 24, os
dois únicos candidatos que se apresentaram para Conselheiro Distrital. Votaram
73 eleitores.
O Conselheiro Distrital é um cargo
sem remuneração e é considerado como um serviço público relevante.
Infelizmente outros candidatos não
se apresentaram, o que, no meu entendimento, demonstra grande falta de interesse,
haja vista que, na eleição municipal passada, havia oito candidatos.
Abaixo os votos:
Nassif, com 45 votos.
Sérgio, com 23 votos.
Votos brancos = 1
Votos nulos = 4
A eleição ocorreu na mais
perfeita ordem.
VOZ DA TERRA EM 02 DE AGOSTO DE 2.001
Texto
do Fórum de debate, coordenado por Walter Monacci (wmonacci@uol.com.br)
em Monte Verde
DE: D. EVA FUCHS (POUSADA O
CANTINHO DA RAPOSA)
Parabéns ao Sr. Argemiro Ribas,
pelo trabalho que vêm realizando nas ruas de Monte Verde, colocando terra e
cascalho. Infelizmente fomos surpreeendidos pelas chuvas nesta última semana e
tivemos um imenso "lamaçal", sem que tenha dado tempo ao Sr. Ribas
ter colocado o cascalho em todas as ruas. Com certeza não faltou em momento
algum o seu desempenho, pois ële próprio com enxada na mão ajuda a espalhar o
cascalho. Eva Fuchs.
VOZ DA TERRA EM 17 DE DEZEMBRO DE 2.001
Texto
do Fórum de debate, coordenado por Walter Monacci (wmonacci@uol.com.br)
em Monte Verde
DE: SR. ANTONIO AMANTE JUNIOR.
Prezado Dr. Walter:
Agradeço as notícias e peço licença para comentar uma delas. Trata-se da resposta do Ver. Rubens.
Quando o referido diz que todos os problemas são originados pelo Administrador Regional, está dizendo apenas meia verdade.
Assim, serviço mal executado como a repavimentação da Av. Monte Verde, onde buracos menores que 60 cm foram " esquecidos"., Ainda na mesma repavimentação, na subida da curva, onde os carros por imposição física tem de ser acelerados, os buracos enchidos foram compactados com socador usado para bater placas de grama. Assim, ao subir a referida curva, os carros corcoveam como touros em rodeios. Talvez seja essa uma tentativa de treinar-nos para as proximas festas de peões.
Assim, parte da culpa cabe ao Adm.Reg. porem outra parcela, e muito maior, a quem deveria fiscalizar esse serviço e não o faz.
Tambem, esqueceu-se o Ver. Rubens de informar qual a destinação para a verba "conseguida".
Creio que essa dúvida assolou outros moradores, que como eu esperam maiores informações do Ver.
Rubens.
Grato e abraços
Antonio.
VOZ DA TERRA EM 17 DE DEZEMBRO DE 2.001
Texto
do Fórum de debate, coordenado por Walter Monacci (wmonacci@uol.com.br)
em Monte Verde
DE: WALTER CUNHA MONACCI
Prezado Antonio e demais amigos do Debate,
Com relação à vossa mensagem, gostaria de dizer o seguinte:
Se eu fosse inimigo ou inimigo político do Vereador Rubens, seria suspeito para falar.
Não é porém, o caso. Ao contrário, antes das últimas eleições, recomendei a muita gente de Monte Verde que votasse nele. Não só à moça que limpa a minha casa, ao meu jardineiro, mas também a outras pessoas sugeri que votasse no Vereador Rubens.
Outro dia o amigo Eduardo Rossetto nos enviou mensagem do Sr., Wilson Tambellini, que, com relação ao fato de ter votado no Vereador Rubens, dizia o seguinte:
"Pela primeira vêz em minha vida, posso dizer que não tive ainda que me arrepender do voto sufragado em seu nome."
É também o meu caso. Eu também não me arrependi.
Mas, o que eu não posso concordar é com a explícita intenção, do Vereador Rubens, manifestada veladamente neste DEBATE inúmeras vêzes, a última em 17/11/01, quando o Vereador Rubens disse: "Entendo que estes problemas com as ruas se resume a apenas uma pessoa - o Administrador Distrital, o qual desde o começo não recebeu o meu apoio. Não existe diálogo. Já tentei, com o apoio de outros Vereadores, convencer o Prefeito. Não tivemos sucesso."
Como sempre diz o nosso amigo Egydio, frase de Voltaire, "Não concordo com uma só palavra do que dizes, mas defenderei até a morte o teu direito de dizê-la".
Assim, defendo o direito do Vereador Rubens de não gostar do Sr. Ribas (Administrador Distrital de Monte Verde) ou do trabalho dele.
Porém, também tenho o direito de não concordar com esta opinião e de manifestar-me neste sentido.
O Sr. Armemiro Ribas, que todos devem conhecer (é Corretor de Imóveis daquela Imobiliária que fica quase em frente ao Restaurante Bavária), está, a meu ver, realizando um excelente trabalho.
A minha rua, que não fica no centro de MV, mas lá em cima, no Selado, foi, só neste ano, reparada várias vêzes e EU PAGUEI IPTU.
O que em Monte Verde tem sido falado à boca pequena é que a intenção da Prefeitura seria a de consertar apenas as ruas da VILA, pois alí é que estão os eleitores.
Segundo também ouvi, o Sr. Ribas não concorda com este posicionamento e quer consertar todas as ruas, não só a dos eleitores mas também as dos contribuintes do IPTU, o que é no mínimo justo.
PERGUNTO: ALGUÉM CONHECEU, ATÉ HOJE, ALGUM ADMINISTRADOR DISTRITAL DE MONTE VERDE ??? EU NÃO.
SÓ QUE NO PENÚLTIMO FERIADO, O ADMINISTRADOR RIBAS ESTAVA NA MINHA RUA, COORDENANDO PESSOALMENTE O
TRABALHO DO TRATOR !!!
É ISSO QUE MONTE VERDE PRECISA: TRABALHO.
Desta forma, concordo plenamente com o Sr. Antonio Amante Junior,
especialmente quanto à outra parte, muito maior, que não compete ao Administrador Regional, que não está sendo feita pela Prefeitura.
Aliás, a atual gestão municipal está, na MINHA OPINIÃO PESSOAL, deixando bastante a desejar. É SÓ PASSAR PELA ESTRADA PARA TAL CONCLUSÃO !
Abraços a todos,
VOZ DA TERRA (Impressa) – 01 DE FEVEREIRO DE 2.002
Rapidinhas...
*O prefeito Emydio Moreira Filho
já nomeou o Administrador Distrital que substituirá o Sr. Argemiro Ribas. Em 2002, o novo administrador será o Sr. Estevão Porto Primo (foto arquivo ao lado). Aguarde seus planos para o futuro de Monte Verde na próxima edição.
VOZ DA TERRA impressa - MARÇO/ABRIL DE 2.002
Administrador
fala das dificuldades de MV
Com
cinqüenta anos de experiência em terraplenagem, o sr Estevan Porto Primo, 63
anos,
Assumiu
em janeiro o cargo de Administrador Distrital de Monte Verde.
O
atual administrador é natural de Salinas, Norte de Minas e mora em MV desde
1975.
Foi
candidato a vereador nas eleições de 1.994 pelo partido PSC (coligação do
PMDB), quando obteve 270 votos, que o levaram a primeiro suplente. Chegou a
assumir por dois anos a cadeira de vereador.
Mas
confessa ser preciso “ferramentas” para que o trabalho seja melhor.
Veja
a seguir entrevista com o atual Administrador:
Voz
da Terra: Como o senhor vê a administração de MV, hoje?
Estevam
Porto Primo: Em 1985 quando o Emydio foi candidato pela primeira vez ele havia
contratado uma empresa para asfaltar Monte Verde.Um grupo de advogados se juntou
e conseguiu embargar a obra, alegando que os moradores não queriam o asfalto
para preservar as características da Vila. O Prefeito teve que pagar em torno
de dez milhões de multa para a empresa de asfalto (dinheiro da época).
A
partir disso, a política de MV começou a se complicar. Hoje, vivemos num
momento totalmente diferente. Precisamos de asfalto e estrutura para desenvolver
o turismo.
VT: E a Prefeitura oferece condições para um administrador
trabalhar?
EPP:
Conhecendo como estava há cinco anos atrás, está razoável. A atual
administração pegou as máquinas todas quebradas. Hoje temos uma patrola, um
caminhão mais ou menos e um coletor de lixo. Mas ainda falta ferramenta para o
nosso trabalho ser melhor.
VT:
O prefeito Emydio já falou com o Sr. que irá realizar obras em MV este ano?
EPP: Ele me disse que irá comprar mais um caminhão e uma retro-escavadeira para iniciar as obras das galerias, logo depois que as chuvas cessarem.
Confirmou
que o Prefeito já
havia firmado o convênio com o DER, agora tem que esperar um pouco a decisão
do substituto do diretor do DER Mauricio Guedes, que inclusive veio a MV e viu a
atual situação das ruas e asfalto.
VT:
Aproveitando a experiência que o Sr. tem em terraplenagem, qual a sua
opinião sobre a idéia do vereador Rúbens Mungioli de colocar solo cimento nas
ruas de MV?
EPP:
Sinceramente, com a minha experiência não funcionaria. Já fiz isso numa ocasião
em Ourinhos, foram muitos caminhões de areia e cimento que não compensaram o
tempo que dura sem manutenção. Fazer o mesmo em MV teria um custo muito alto.
É melhor esperar o asfalto, mesmo porque ficar jogando cascalho demais nas ruas
e estradas acaba por poluir os rios e tampar as nascentes.
VT:
No carnaval, o lixo não foi recolhido. Aliás, o problema da coleta de
lixo está em discussão, causando transtornos principalmente para os que moram
nas montanhas. O Sr. pode explicar?
EPP:
Tivemos um problema com o coletor de lixo em pleno carnaval, quanto a isso todos
têm razão. Mas se alguém falar que está ficando mais de duas semanas com o
lixo na porta está mentindo. Depois do carnaval temos feito a coleta
normalmente. A minha grande dificuldade é a falta de funcionários para ajudar,
sem ferramenta não tem trabalho.
De
nada adianta culpar o Prefeito, quando uma máquina quebra; é preciso fazer a
licitação (concorrência) a burocracia atrapalha muito nessas horas.
Suely Silva
Saiba
quando o caminhão passa na sua rua:
Vila da Fonte: segundas, terças, quartas e quintas-feiras.
Av. Monte Verde: segundas e sextas-feiras.
Jardim das Montanhas e caminho para as Pedras: segundas e sextas-feiras.
VOZ DA TERRA EM 20 DE JULHO DE 2.002
Email recebido
De: Dante Bacchi (Ninho do Falcão)
Cidade: Monte Verde-MG-Brasil
Olá Egydio tudo bem?.
Eu Gostaria de fazer uma sugestão para Monte Verde.
Vamos fundar a MONTE VERDE S/A.
Sócios: ACMV, SMMV,SAMV,SBMV, COPERA, O.M.A., Empresários, Moradores, Autônomos e quem gosta de Monte Verde.
Contrataremos um Gerente Operacional para executar os projetos. Com comprovado conhecimento técnico superior.
Firmaremos convênios e parcerias com órgãos municipais, estaduais e federais tais como:
Prefeitura: Convenio para coleta de lixo, Convenio para coleta de esgoto e tratamento, Convenio para manutenção de ruas, avenidas com construção de rede coletora de águas pluviais, guia, sarjeta e até pavimentação em alguns casos, Convenio com atendimento de saúde a população, Convenio para manutenção e desenvolvimento da escola e da creche.
Estado: Convenio com IEF para formatação e implantação do Parque Estadual Pico do Selado. Convenio com a SETUR para o desenvolvimento turístico sustentável.
Federal: Convenio com IBAMA, Convenio com a EMBRATUR. e Ministério do Esporte e Turismo.
Vamos trabalhar está idéia.
QUALQUER POLÍTICO APÓIA A INICIATIVA QUE REPRESENTA O INTERESSE DA MAIORIA DA COMUNIDADE.
Dante,
A idéia parece boa, mas não sei se existe base legal para isso.
Parece-me que o mais legal e imediato seria aproveitar a iniciativa da prefeita Marta Suplicy, que implantou as subprefeituras em São Paulo, que terão orçamento próprio.
Monte Verde deve se movimentar para obter a criação de subprefeitura, com orçamento próprio, que é legal e viável imediatamente.
E também insistir na sua idéia de que haja um secretário de turismo no município, que definiria responsabilidade e assim a cobrança de uma política efetiva a favor dos turistas e do turismo não seria somente sobre o Prefeito, que já cobrado por tudo.
É bom discutir esse assunto agora. Esperamos outras manifestações.
Egydio Coelho
VOZ DA TERRA EM 19 DE JULHO DE 2.002
Email recebido
De: Gustavo Arrais (Hotel Cabeça de Boi)
Cidade: Monte Verde-MG-Brasil
Caro Egydio, Boa Tarde !
O problema abaixo passa pelo "Problema Monte Verde" pois gratuitamente fizemos varias placas indicativas (08), de madeira de lei, pesadas, fortes, de bom tamanho ( 1,5 m por 0,60), que durariam no mínimo 10 anos e todas sem exceção foram arrancadas, destruídas, nos desanima para qualquer iniciativa para resolver este tipo de "problema".
Deveríamos fazer "placas" para que nos que amamos Monte Verde encontrássemos o caminho certo.
Forte Abraço
Gustavo Arrais
Gustavo,
Esse problema e outros, que preocupam a todos, que desejam combater a poluição visual e manter o turista informado, estão exigindo com urgência uma legislação municipal ampla sobre o assunto.
Como se vê a omissão para com Monte Verde não é só do Executivo Municipal é também da Câmara Municipal de Camanducaia.
Grato pela manifestação.
Egydio Coelho.
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